Grandes Batalhas XCI: Metatron vs Lúcifer, a luta épica entre as duas maiores entidades celestiais. Quem é o anjo mais poderoso?

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É o embate que contextualiza a história do livro “Lúcifer e a Conspiração de Arcanjos”, de minha autoria, que será lançado em julho de 2016!

Top 10 da Mitologia Judaico-Cristã – Veja as entidades mais poderosas da mitologia judaico-cristã!

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10º Morte: Se você escapou da guerra, da fome e da peste, prepare-se! O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe) traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o último cavaleiro, o do quarto selo e o mais implacável. Depois dele, a vida não existe mais. A […]

Grandes Batalhas XLVII: A hora da verdade! Titanomaquia, Apocalipse e Ragnarok. Qual a guerra mais sanguinária, devastadora e significativa?

GUERRA TOTAL! É chegado o momento do tudo ou nada. É o momento em que todos os medos e paixões são somados. É a hora da verdade! Ocasião onde a única regra é aniquilar o inimigo. É matar ou morrer! É a hora da revelação, é o início do fim é a revolução! Qual a guerra mais sanguinária, devastadora e significativa?

Apocalipse

A palavra apocalipse, do grego αποκάλυψις, apokálypsis, significa “revelação”, formada por “apo”, tirado de, e “kalumna”, véu. Um “apocalipse”, na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de “apocalipse” aos relatos escritos dessas revelações.

apocalipse intelectual

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Ragnarok

Na mitologia nórdica, Ragnarök (nórdico antigo “destino final dos deuses”) é uma série de eventos futuros, incluindo uma grande batalha anunciada que resultaria na morte de um número de figuras importantes (incluindo os deuses Odin, Thor, Týr, Freyr, Heimdall, Loki), a ocorrência de vários desastres naturais e a submersão subsequente do mundo em água. Depois, o mundo ressurgiria de novo e fértil, os sobreviventes e os deuses renascidos se reuniriam e o mundo seria repovoado por dois sobreviventes humanos. Ragnarök é um evento importante no cânone nórdico e tem sido objeto de estudos acadêmicos e teóricos.

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Titanomaquia

Hesíodo descreve assim a luta: “Parecia, ouvindo e vendo tão grande bulha e luz, que a terra e o céu se confundiam, pois era enorme o tumulto da terra esmagada e do céu a se precipitar sobre ela, tal o barulho da luta dos deuses. Ao mesmo tempo, os ventos, sacudindo-se, erguiam o pó, o trovão, o relâmpago, e o raio ardente, armas do grande Zeus, e levavam o brado e os clamores ao seio dos combatentes; e no incessante fragor da espantosa luta, todos mostravam a força dos seus braços.”

Vitoriosos os “olímpicos” banem os Titãs para o Tártaro, junto com Erebus.

Os titãs Oceanus, Tétis, Mnemosine, Prometeus e Têmis não participaram da titanomaquia e mais tarde foram incorporados ao panteão grego.

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O Inferno de Dante Alighieri, a Divina Comédia

Inferno de Dante Alighieri

Obs.: Você pode notar como há justiça na religião católica. Só porque o cara nasceu antes de Cristo tem que ir para o primeiro círculo do Inferno. Lamentável.

Obs. 2: É estranho essa ideia de que as nossas escolhas nesta vida terão reflexo no pós morte. Aliás, acho isso ridículo. Primeiro pela razão tempo. A vida do ser humano não é nada perto da eternidade, porque um lampejo de vida irá gerar consequências para o resto da vida pós morte? As escolhas das pessoas são em grande parte influenciadas pelas circunstâncias em que elas se encontram, pela educação e exemplos que teve. Se eu passasse fome, iria roubar para sobreviver. Se eu não tivesse educação, não daria tanto valor à vida. Seria punido eternamente por isso? Em segundo lugar, qual a finalidade de se manter uma estrutura como o Inferno? Punir, punir, punir. O capeta seria muito mais inteligente se militarizasse o seu povo para mover guerra contra o céu, de onde foi expulso por tentar quebrar a hierarquia e o continuísmo de lá – assim como foram quebradas muitas ditaduras por aí. Terceiro: pecado é relativo. Cada tempo tem seu pecado. Hoje, adultério não é mais crime, masturbação não é mais considerada doença, ter uma religião diferente da católica é direito. Quarto: ninguém sabe se há vida após a morte e a natureza das coisas indica que não há. Quinto questionamento: dizem que todos aqueles que crêem em Deus vão para o Paraíso. Basta crer em Deus? Como ficam os psicopatas? É um critério justo esse? Posso ser um filho da puta desde que acredite em Deus? Reservarei um lugarzinho no céu mesmo que venda lugares nele para ignorantes? E quantos aqueles que são ignorantes? Eles têm aptidão para saber o que é certo e errado? Alguém tem essa aptidão? Sexta questão: somos humanos, num dia escolhemos um caminho, noutro podemos escolher um diverso. Podemos e costumamos voltar. Também podemos ficar parados. Quem nunca se arrependeu um dia? Quem nunca voltou atrás? Quem nunca mudou de opinião? Quem nunca fez escolhas diferentes em situações semelhantes? Se podemos ser tão contraditórios, e de fato somos, porque uma escolha pode gerar repercussões para o resto de nossas vida após morte? Se ainda fosse limitada à nossa vida… Podemos mudar sempre, e pagarmos eternamente por uma escolha… é justo, razoável ou proporcional? Sete: somos apenas seres humanos, não temos super poderes, somos uma conjunção de sentimentos, aprendizados, circunstâncias – a maioria aleatória -, herdeiros da cultura pretérita… Por que dar tanta importância para decisões erráticas de seres erráticas? (continuo algum dia).

Anjos vs demônios

Grandes batalhas XIX: Anjos vs Demônios

Um terço do céu seguiu Lúcifer.

Esses anjos tinham o direito (liberdade) de seguir o mais belo e perfeito dos Querubins? Seriam todos eles maus por pensarem diferente de Deus? Ou seriam vítimas do velho adágio: os vencedores escrevem a história? Deveriam ter sido punidos eternamente por sua escolha? Deveriam ter sido mutilados e deformados, perdendo sua beleza e “inocência”? Deveriam os rebeldes ter sido mandados para o Inferno? Deveriam ser hostilizados por tanto tempo? É legitimo que tenham perdido a dignidade? Houve respeito ao livre arbítrio? Ou Deus agiu corretamente expulsando todos os seguidores de Lúcifer e os condenando por todo o sempre? A guerra entre anjos e demônios é legítima? Os anjos são realmente criaturas bondosas, perfeitas, belas e “tudo de bom” ou simplesmente bajuladores, acomodados e “pau mandados” de Deus? Ou está tudo certo desse jeito, pois vc, passivo (uma ovelha) que é, não tem aptidão para julgar a vontade divina?

Se vc acredita que Deus está certo e que os anjos são legais, vote na opção que os descreve como seres virtuosos. Mas se vc acredita que Deus está errado e que a punição aos hoje denominados demônios foi injusta e exagerada, vote na segunda opção… evidentemente se tiver coragem de contrariar Deus e se tiver a convicção de que nossos princípios republicanos e democráticos se aplicam à ordem divina também, rs.

Se vc não acha nada, beleza, mas se acha alguma coisa, escreva. Pode ser qualquer coisa. Amém!