Lilith e Circe. Demônio sucubus e bruxa da mitologia.

Senta que lá vem história:

Adão acordou.

Os raios solares teimavam atravessar a folhagem irregular da copa das árvores, submetida à suave força eólica. O vai e vem das folhas e o cálido zunido do vento eram constantes e intermediados pelos cantos de pássaros de diversas espécies.

O sol beijava a face de Adão e lhe dava energia e ânimo para levantar. Sentado ao chão, viu esquilos e pequenos animais selvagens em seu limiar; ao longo do horizonte verdejante e orvalhado. Os troncos das árvores eram como robustas cidadelas habitadas por milhões de insetos e dezenas de bichanos. O clima, aprazível. Compatível com a nudez de Adão, que não sentia nem frio, nem calor.

Depois de uma rápida ambientação, depois de sentir o perfume das flores, ser agraciado com a grama exuberante e fofa, depois de contemplar o esplendor do Sol, depois de se admirar com o bem estar que aquele paraíso lhe proporcionava, Adão, ainda sentado, passou a olhar para si mesmo.

Olhou os pés e as pernas e percebeu que podia controlá-las, olhou para suas mãos e para seus braços e da mesma forma constatou que podia controlá-los. Esses membros se moviam, pareciam obedecer a seus comandos e, de fato, após algum tempo de reflexão, chegou a conclusão de que realmente os controlava. Então viu um pequeno membro mole entre suas pernas, mas não podia controlá-lo, apenas tocá-lo. Não sabia qual a função da extensão corporal inerte. Olhou para a barriga e para o peito. Colocou as mãos no rosto. Sentiu que sua face era tateada pelas próprias mãos. Então aferiu que tudo aquilo que podia ver, membros, barriga e peito, e tudo aquilo que sentia – o toque de suas mãos no próprio rosto, a ação do vento sobre todo seu corpo, o clima ameno e os raios solares que lhe beijavam a pele – era ele.

Naquele momento Adão se reconhecia como um indivíduo, um ser pensante, um ser vivo e racional, embora não tivesse ideia das implicações disso.

Levantou-se, com certa dificuldade. Em segundos, após uma ou duas quedas, que lhe ensinaram o que era dor física, aprendeu a andar. Andou para onde os olhos miravam e subiu uma colina onde havia uma árvore carregada de maçãs. No topo dela, viu um lago de águas translúcidas. O apanhado de água despertou sua atenção. Foi de encontro ao bolsão de água cristalina.

Ajoelhou-se para tocar o líquido, mas antes que o tocasse, viu uma criatura dentro da água, assustou-se. Deu dois passos para trás. Tomou coragem e, com cautela, voltou ao pé da margem do lago. Olhou e novamente viu uma cabeça embaixo da água. Como tal cabeça era tão cautelosa como ele, foi baixando lentamente. Estendeu o braço para tocar o líquido. Assustou-se um pouco, pois notou que um braço também parecia sair de dentro da água, mas mesmo assim prosseguiu. Tocou o líquido e logo as imagens da cabeça e do braço se turvaram. Algum tempo de interação com as águas do lago, concluiu que aquela cabeça dentro da água nada mais era do que um reflexo dele. Percebeu que aquela imagem era uma cópia sem corpo e sem alma dele próprio, o que o fascinou. Também tomou ciência de que água era algo muito bom: refrescava sua nascente sede, limpava seus membros e deixava uma deliciosa sensação de frescor quando em contato com a pele.

Passados alguns dias de aprendizado e de novidades, interregno em que aprendeu a se alimentar, a fazer necessidades, e tudo o que precisava para se manter vivo e com saúde, sentiu um vazio interno muito grande dentro do peito. Não sabia o que era. Nos seus poucos dias de vida, o homenzarrão nunca sentira aquela sensação, que não era satisfeita de forma alguma, não importava o que ele fizesse.

Além disso, aquele membro mole que tinha entre as pernas, às vezes ficava duro, mas ele não sabia a razão disso. Havia um formigamento constante quando o membro ficava ereto, mas Adão não sabia o que fazer. Por vezes coçava o membro, em outras brincava com ele, mas aquilo o irritava, pois não encontrava uma finalidade ou explicação para o fenômeno. Quando acontecia costumava mergulhar no lago até o membro amolecer. Às vezes a volta à normalidade era rápida, às vezes demorava o dia inteiro para que ocorresse.

Neste meio tempo, também notou que muitos animais da mesma espécie andavam em duplas, mas tais pares de bichanos ostentavam pequenas diferenças. Como corolário lógico, também atentou para o fato de que estas duplas copulavam. Em geral, um, aquele que tinha um membro entre as patas, montava sobre o outro. Adão achava estranho tal comportamento. Não sabia por que os animais faziam isso, apenas tinha ciência de que os que tinham um pequeno membro no ventre o enfiavam freneticamente no ânus daquele que não tinha – mas em uma ocasião viu a cópula de dois gambás com membro embaixo do ventre e isso lhe chamou a atenção.

E assim os dias se sucederam, até que em determinada data ouviu uma saudação vinda de alguém que se aproximava por trás:

– Oi.

– Oi – respondeu automaticamente Adão ao se voltar para a origem do som. Aprendeu neste momento uma nova funcionalidade para sua boca, a fala.

Adão ficou estupefato com a beleza daquela criatura. Em certos aspectos, assemelhava-se a ele, em outros diferia. Lilith, como depois veio a ser conhecida, era menor em estatura, aparentemente mais fraca, mas muito mais bonita e com muitas curvas. Possuía membros bem torneados, um rosto encantador e cabelos longos, porém ostentava dois belos seios no peito e não tinha o membro mole que tanto lhe preocupava. Ficou mais maravilhado ainda, porque, depois de tocá-la e ser tocado, percebeu que ela não era com sua imagem no lago, ela era real. Lilith assemelhava-se a ele, era de carne e osso.

Automaticamente, aquele vazio constante que sentia dentro do corpo foi embora. Agora tinha uma companheira. Em poucos dias, ambos desenvolveram a fala – ela foi mais rápida. Fizeram muitas coisas juntos. Comiam, tomavam banho juntos, corriam e rolavam pela grama. Entretanto, a dúvida que Adão tinha foi transmitida para Lilith. Ambos não entendiam porque o membro mole de Adão às vezes ficava duro e molhado.

Lilith, curiosa e corajosa, passou a tocar o membro de Adão com força. Apertava, puxava, empurrava, achava engraçado que aquela coisa ficasse dura e mole. Adão gostava. Os testículos eram poupados, pois seu manuseio causava incomodo ou dor em Adão. Perceberam que a simples presença de Lilith deixava o membro mole de Adão rígido. Logo, Lilith passou a chupá-lo, o que trazia grande prazer e felicidade para Adão. E entre uma chupada e outra, Adão teve uma ideia. Imitaria os animais silvestres. Ele mostrou a Lilith dois castores copulando e disse que queria fazer o mesmo. Tocou no seio da moça, o que dava imenso prazer a ela, e juntou o seu corpo ao dela. Logo seu pênis, como vieram a chamar o membro mole de Adão, ficou ereto como nunca havia ficado. Adão deitou Lilith na grama, queria que ela ficasse de quatro para imitar os castores, mas Lilith, esperta que era, preferiu ficar deitada com as costas para o chão.

Disse, para se justificar, que o buraco da frente, ao qual posteriormente foi dado o nome de vagina, era maior do que o de trás e que deste saía excrementos. Adão, mesmo contrariado, porque não poderia imitar os animais, aceitou. E ambos conheceram o sexo.

Logo, ambos, que se gostavam muito, passaram a transar todos os dias, várias vezes ao dia, e logo vieram as variações. Todavia Adão jamais permitiu que Lilith ficasse por cima e cada vez mais insistia em pegá-la por trás, como os animais. Lilith, desgostosa, aceitou. Ficou de quatro e a dor foi imensa. De outra banda, Adão adorou, disse que a dor era só no começo, o que, de fato, era verdade. Lilith se acostumou a ficar de quatro para satisfazer a cada vez maior lascívia do companheiro. Quanto mais sexo fazia, mais Adão queria. Lilith adorava transar, mas já não suportava o companheiro. Ela queria conversar, queria se divertir e queria carinho também.

Além disso, a mulher queria ficar em cima, mas Adão era irredutível e como era mais forte, sua vontade prevalecia. A paciência de Lilith, que dia após dia aceitava as exigências de Adão, foi acabando. Não sentia mais tesão na transa e isso repercutia na ausência de lubrificação na sua vagina e, consequentemente, na dor ao fazer sexo.

Resolveu dar um basta nisso.

– Basta!

Virou as costas, mas Adão, que já andava irritado com as atitudes de Lilith, que inexplicavelmente não gostava mais de fazer sexo e que insistia em ficar em cima dele, pegou-a pelos braços. Lilith tentou se desvencilhar, mas não conseguiu, depois de uma breve luta corporal, Adão conseguiu controlar a companheira. Adão a achou linda chorando e se debatendo, tentando agredi-lo…

Depois do coito forçado, Lilith fugiu. Adão, cansado pelo estupro que acabara de realizar, não ligou. Tinha certeza que Lilith não poderia ir longe e que mesmo que fosse, voltaria, pois sexo era algo tão bom na sua concepção que não entendia como sua companheira podia complicar tanto as coisas.

Todavia, as horas passaram e a noite caiu e nada de Lilith voltar. No dia seguinte, Adão resolveu procurar sua mulher. Nada encontrou;. No dia seguinte também não. O Paraíso, como viria ser chamado aquele lugar maravilhoso, era muito grande.

Adão estava nervoso. Estava sem sexo. Precisava de sexo. Era seu vício e sua única fonte de entretenimento naquele mundo perfeito. Os dias se passaram e nada da garota. A masturbação compulsiva, que deixava feridas em seu pênis, já não o satisfazia como antes, nos primeiros dias da ausência de Lilith. A zoofilia não dava certo. Além disso, voltou a sentir o vazio dentro do peito. Sempre achou que esse vazio decorresse da falta de sexo, mas naquele momento, sozinho, a procura de Lilith, já não tinha mais certeza disso.

Cansado de procurar, perdeu as esperanças. Porém, algo inusitado ocorreu. Uma serpente lhe falou:

– Procura por água e alimentos em abundância e acharás o que procuras.

Adão, então, procurou Lilith em todos os lagos, lagoas e rios do Paraíso e à margem de um desses rios, encontrou a fugitiva. Estava furioso e ávido por sexo. Pretendia lhe dar uma bela lição para que não fugisse mais e para que cumprisse com sua obrigação de lhe dar prazer sem frescuras, de forma submissa e sem reclamações.

Lilith estava de costas para seu algoz, mas um milagre, ou o sexto sentido dela, fê-la perceber no último momento a aproximação do mal feitor. Por meio de um rápido movimento bateu em Adão com um pesado galho de árvore. Adão, surpreendido, protegeu-se com o braço, que foi severamente danificado. Mesmo assim, levantou-se e investiu contra a moça, que tentou dar um segundo golpe nele, sem, contudo, obter sucesso. Adão caiu sobre a moça que, intencionalmente ou não, no calor da batalha, acertou-lhe um chute nos testículos. Adão rolou para o lado de dor. Tentou se levantar mas caiu. Lilith, célere, correu, com sua arma improvisada, para a árvore mais próxima. Escalou-a. Adão, ainda com certa dificuldade, veio no encalço da heroína e tentou subir a árvore, porém, ao tentar se apoiar em um dos galhos da árvore, teve a mão atingida por um poderoso golpe, que quase lhe quebrou um dos dedos.

E assim ambos ficaram.

Lilith sobre a árvore, munida de seu galho. Adão, cheio de machucados e dores, embaixo. A vítima, por um segundo, gostou dessa situação. Finalmente estava por cima e, de certa forma, conseguiu retribuir as agressões de Adão se valendo de seu galho e de seu joelho.

Mas logo, a situação mudou. Adão era quem sorria e Lilith entrava em desespero.

– Uma hora você terá que descer – Avisou Adão.

Adão, sempre com um olho em Lilith, dirigiu-se ao rio. Tomou água, cuidou de suas feridas e se alimentou. Também pegou um galho, mais pesado do que o de Lilith, e algumas pedras. Levou-os para o pé da árvore. Lilith, cansada, a tudo observava, apreensiva e apavorada. Adão andava de um lado para o outro carregando dois ou três pedregulhos, sorrindo maliciosamente. Fazia menção que em breve, caso Lilith não desistisse de sua loucura, atiraria pedras na sua propriedade até que ela saísse ou caísse do baluarte improvisado.

Adão virou uma criatura perversa e possessiva.

Lilith estava acuada, sem saída, mas Adão cometeu um erro. Certo de que estava tudo sobre controle, certo de que logo daria uma lição em Lilith e certo de que logo teria sua escrava sexual novamente, deitou-se ao pé da árvore, para tirar um cochilo. Antes avisou a Lilith que assim que acordasse de seu breve sono, ela deveria sair da copa da árvore, caso contrário seria derrubada a pedradas.

– Burro! – sussurrou Lilith.

Poucos minutos depois que Adão deitou-se convicto de sua vitória, ela pulou sobre o peito dele. A queda foi grande. Adão, ao ser atingido, retorceu-se de dor. Sua costela trincou, faltou-lhe ar e de sua boca saiu sangue. Lilith caiu com os dois pés sobre o seu algoz, entretanto, a aterrissagem não foi perfeita. Pousou desequilibrada e torceu o pé, mas mesmo assim correu, mancando, o mais que pode. Estava apavorada. Seu galho ficou para trás junto com a fúria de Adão que a jurava de morte, enquanto, ainda com muitas dores e tresloucadamente, tentava atingi-la com as pedras que havia recolhido. Por sorte, estava sem forças e pontaria.

Depois disso, Adão nunca mais viu Lilith nem a serpente que o ajudou. Nos primeiros dias, pretendia matar sua ex-parceira, mas com o tempo a sensação de vazio voltou a seu peito, peito aquele em que se encontrava sua costela ainda trincada. Eram duas sensações insuportáveis. Logo, Adão percebeu que precisava de Lilith e que a sensação de vazio era a solidão, a falta de afeto e de amor.

– E ela só queria ficar em cima – pensava angustiado e aflito.

Adão não comia, não bebia água, o Paraíso, antes belo, lhe parecia morto e sem finalidade. Sentia inveja e tristeza quando via animais copularem. A masturbação virou sua companheira impiedosa. O que antes era um passatempo para ele e para Lilith, agora era uma necessidade que o fazia sentir culpa cada vez que ocorria.

Foram meses, talvez anos, de solidão, sentimento de culpa e buscas frustradas por Lilith. Queria pedir o perdão dela. Sentia a falta não só do sexo, mas da companhia também.

Caiu de joelhos no chão, gritou o mais alto que pode, pediu por ajuda, ergueu os braços e logo desmaiou. Quando acordou, levantou-se disposto. Não sentia mais dores no peito. A costela trincada lhe fora retirada. Mas isso não foi a causa de maior surpresa. A sua frente viu estendido o corpo de uma mulher.

– Lilith!

Correu em direção à moça e, com os olhos marejados, ergueu a cabeça da mulher, afastando os cabelos que lhe escondiam a face. Espantou-se ao perceber que não se tratava de Lilith. Era outra mulher, tão bela como sua primeira namorada. A misteriosa garota abriu os olhos e sorriu delicada.

– Oi – disse displicente.

No seu íntimo, Adão sabia que alguém lhe dera uma segunda chance, oportunidade que não pretendia deixar passar. Emocionado, jurou a si mesmo que respeitaria as sugestões e desejos de sua nova consorte…

Por seu turno, Lilith, depois da fuga, andou dias e dias. Comeu mal e evitou ficar próxima a rios, lagos e lagoas, até encontrar os limites do Paraíso. Embora a paisagem de fora fosse avermelhada, nebulosa e em muitas partes sombrias, saltou para fora dos portões sagrados daquele lugar em que vivera momentos mágicos e aterradores com Adão.

Manca, esfomeada, nua em um ambiente cujo clima era frio e chuvoso, assustada, sem esperanças e em território estranho, tormentoso e nocivo, avançou sem rumo e agonizante depois de tantas provações. Nos últimos lampejos de vida, caída sobre as raízes de uma árvore, foi cercada por demônios. Estes a levaram para uma caverna onde ela recobrou suas forças e sua beleza para, então, depois de muitas orgias, nas quais sempre ficava em cima, ser apresentada a seu futuro marido, Lúcifer. Este lhe atribuiu a beleza e a juventude eternas.

Milhares de anos depois, Lilith ficou sabendo que os descendentes de Adão haviam se multiplicado e tomado a Terra como habitat, pois seu ex-parceiro e Eva, a segunda mulher – ambos, segundo palavras daquele que os criou, experiências fracassadas – tiveram a proeza de serem expulsos do Paraíso. Então, para se vingar de Adão, pediu ao marido o poder de atormentar e sugar a energia sexual de homens, herdeiros do exilado. Prometeu a si mesma que não teria piedade deles, em especial de homens como Adão.

Ela, então, se transformou em Lilith, a rainha do sucubus.

humm

Minha/my Lilith, Lilith Red Label

Circe

Essa abaixo deu tesão:

Minha/my Circe, Circe de Ébano

Esta enquete não guarda qualquer relação com o texto acima.

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44 pensamentos sobre “Lilith e Circe. Demônio sucubus e bruxa da mitologia.

  1. Clara disse:

    qual a raça da circe?
    vou comprar um pra mim.

    • Adonis disse:

      A Circe é uma porquinha da índia do tipo pelo transverso. Eu a adquiri aqui na cidade de São Paulo, no pet shop marginal tietê. Voltando algumas vezes a essa loja, depois de tê-la adotado, vi porquinhos com esse pelo transverso e com essa coloração preta e marrom. Talvez seja algum tipo de família que de tempos em tempos dá cria. Boa noite!

    • Adonis disse:

      Vc pode vê-las melhor neste vídeo:

  2. Clara disse:

    sim sim, eu vi os videos quando vc me insultou no vlog com essa conta do youtube.
    ah, obrigada pelas informaçoes. já passei o nome do petshop pro meu caderninho de desejos. acho q vou pedir pra minha mae trazer de sao paulo…
    bom, enfim, bregada.

    • Adonis disse:

      Ops, quando eu te insultei? Qual vlog? Que vídeo? rs O que eu disse? Eu já escrevi tanta coisa na internet, briguei com tantas pessoas… rs Bom, de qualquer forma, espero que não tenha levado para o lado pessoal. E se tiver alguma dúvida sobre porquinhos da índia pode perguntar. Boa sorte e me perdoe pelo insulto, rs!

  3. Clara disse:

    eu sou uma mulher ressentida e orgulhosa.rs

    ok, se eu comprar, qq duvida sobre meu peludinho, eu venho aqui te encher. agradeço.

  4. Clara disse:

    ela chegou hoje. eeeeeeeee \o/
    vai ficar na casa do meu namorado até eu me mudar. farei um espacinho cercado pra q nao seja incomodada (comida rs) pelos cachorros.
    tá, pode escolher…

    esquisita nao, muito sexy. só muito carentona e meio chata rs.

    • Adonis disse:

      eeeeee \o/
      Quero vê-lo! Manda uma foto ou um vídeo para mim!
      Vc vai se mudar para onde?
      rs
      Eu preciso vê-lo ou pelo menos saber qual o sexo, qual é a coloração da pele, do pelo e dos olhos dele para escolher um nome.
      Sim, vc é sexy, porém é esquisita também kkkkkkk. Mas não se preocupe pois eu gosto de vc mesmo assim 🙂

  5. Clara disse:

    eu tb gosto de vc, pelo menos enquanto nao causar desgosto, apenas prazer intenso huahuauh a soso.
    nesse momento eu nao tenho uma fotinha da minha porquinha. agora só quando eu for a juiz de fora ver a bichana. mas ela é toda creme. fiquei chateada por nao ser peludinha como a sua. eu qria igual, unf! =P
    tentei fazer video dos meus cachorros e ficou super tosco. credo, q criatura desajeitada pra essas coisas. a tecnologia me odeia e quer q eu morra.
    beijoca.

    • Adonis disse:

      Droga, perdi a resposta que estava escrevendo, vou ter que reescrevê-la =(
      Então vc não gosta de mim. Gostar de alguém não admite condições do tipo “eu gosto de vc enquanto…”. Ou gosta ou não gosta. Bom deixa para lá.

      Vc pode dar o nome para a porquinha de Hera (a So gosta da Hera). Pode ser Ísis, Kali, Hecate, Hebe, Perséfone, Joana D’arc, Elizabeth Bathory etc. Não dou mais opções, pois estou cansadinho, rs.

      Minhas porquinhas tem sobrenomes: Lilith Red Label (pois os olhinhos dela são vermelhos) e Circe de Ébano (pois a carinha dela é escura como o Ébano; às vezes nem consigo ver os olhinhos dela, rsrsrs).

      A sua porquinha é do tipo pelo curto. As minhas são pelo longo (Lilith) e pelo transverso (Circe).

      Vc vai mudar para Juiz de Fora?

      Beijo!

      • Clara disse:

        nãnãnã, por exemplo: oq fez o sr passar a gostar de mim sendo q ha poucos meses me rogava a morte? rs
        nao, meu namorado mora em juiz de fora.

      • Adonis disse:

        Não sei, talvez a convivência virtual.

        Eu não acho salutar racionalizar o “gostar”. Não acho aconselhável buscar um único motivo como marco da passagem do “não gostar” para o “gostar”, como vc implicitamente propõe, rs.

        Boa noite, bebezinho.

  6. Clara disse:

    a shiva teve filhotinhos.
    minha filhota escolhida da ninhada se chamará circe huahuhuahua =P

  7. Clara disse:

    pera aí rs, apaga esse ultimo comentario pq nao vem ao caso.

      • Aurora disse:

        o que andaram falando em minha ausência, uhm???

        ah Clara, não reclama, todos os porquinhos da índia são lindinhos!!

        e não escrevemos um livro por dia *rs* afff, se fosse assim eu estava feita…:(

        ele passou a gostar de vc. porque eu mostrei lados seus que ele não conhecia *rs*

  8. Aurora disse:

    (e sim, gosto da Hera, seria um belo nome para uma porquinha!)

  9. Clara disse:

    entao hera será.

    jezuzinho, ce ta sendo muito modesta, fia. eu mal consigo responder meus emails. e olha q minha vida é de dona de casa e mae de 4 cachorros rs.

    • Adonis disse:

      Leia o texto que fiz para este post. Obrigado.

      • Clara disse:

        que estoria é essa de q adao nao gostava por cima? entao lucifer é mais generoso sexualmente? e pq vc tem obsessao por esquilos?

      • Adonis disse:

        1ª pergunta: Pesquise e entenderá.
        2ª pergunta: Não sei, mas já que vc perguntou, vc bem que poderia escrever algo a respeito da vida conjugal de Lúcifer e Lilith, rsrsrs.
        3ª pergunta: Não sei, só sei que são bonitinhos e fofinhos, rsrs.

    • Aurora disse:

      agora é VOCÊ que está sendo modesta demais – vida de dona de casa é vida sofrida, todo mundo sabe disso!!! E 4 cachorros é demais…só tenho uma, e cuidamos dela em conjunto *rs* Se tivesse que cuidar dela sozinha, não sei se daria conta…em tempo: eu tb não respondo meus emails, só os seus e do Adônis *rs* Meu blog anda péssimo e minha tese está longe de estar terminada. E mesmo quando meu prazo acabar, estará longe de estar terminada 😛

      • Clara disse:

        e jardineira tb =P
        hj passei a tarde colocando humus de minhoca nas plantas.

      • Aurora disse:

        olhaí, toda prendada e ainda por cima tem dedo verde 🙂 eu tb. adoro plantas, mas infelizmente várias já morreram nas minhas mãos (para a minha defesa, porém, geralmente isso acontece porque minha cachorra as come, ou as pisoteia, ou porque alguém acha que não estou cuidando das minhas fofinhas, vai lá e coloca água, sendo que eu já havia colocado, e elas morrem afogadas *rs*)

      • Adonis disse:

        Ninguém comenta sobre o texto =(

      • Aurora disse:

        De novo essa história do “ninguém”?!? 😛

  10. Clara disse:

    me desculpe por desvirtuar seu post, cezar. vou ser uma leitora mais comportadinha do blog.
    adorei o texto e fiquei esperando o comentario da so. cade essa sapequinha?

    • Aurora disse:

      ah, mas o cézar não gosta das comportadinhas *risos*

      a sô já avisou que se ausentaria pela tese, mas pelo jeito tá difícil me livrar desse vício, sobretudo com um namorado que anda meio carentinho 😉 a partir de agora entrarei (ou ao menos tentarei com mais afinco :P) apenas no meu email. Falando em email, já comentei esse texto dele por tal via. Também disse que havia adorado o texto, sobretudo a parte do pênis *rs* Mas que via uma falha: do jeito que ele encerrou, o Adão ficou bonzinho e deu a entender que todos os homens doravante sempre agiram de modo exclusivamente a agradar as mulheres, e não agindo mais de modo violento – o que, bem sabemos, não é verdade, e as estatísticas infelizmente confirmam isso 😦 Disse eu que a violência é regra em nossa sociedade; rebateu ele afirmando que violência é exceção.

      • Adonis disse:

        Adão não ficou bonzinho. Passou anos sozinho e neste tempo todo se culpou. Suportava um vazio no peito e dores na costela trincada. Quando viu uma nova mulher prometeu a si mesmo tentar, de alguma forma, não cometer os mesmos erros. Se conseguiu ou não, isso não importa para a história. Ademais, a ideia de Adão prometer a si mesmo escutar Eva dá ensejo ao que aconteceu posteriormente. Ele ouviu Eva, aceitou sua sugestão de comer a maçã maldita e por isso, mais uma vez, caiu em desgraça. Desgraça que ele e Eva transmitiram para toda sua prole, ou seja, nós. Isso era uma piada trágica! Humor negro. Mas agora essa piada perdeu a graça, porque tive que explicá-la =(

      • Clara disse:

        dá pra usar a internet todos os dias se apenas passar pra dar uma olhadinha superficialmente. se dedicar as distraçoes q nao levam a nada nessa porra é q prejudica.
        nao precisa ficar editando demais e nao precisa ler tudo como se estivesse lendo homero, com atençao absoluta. as pessoas se atrapalham ao quererem realizar mil coisas durante o dia com um esmero exemplar.
        hj eu fiz minha aulinha de frances, terminei o jardim, levei minha cadela a veterinaria, li 47 paginas do meu boecio, tomei banhinhu , fiz 40 min de bike, fui ao banco, cozinhei , gozay rs e meu computador ficou ligado o dia inteiro =P

  11. Clara disse:

    de modo geral, eu nao critico nem analiso mais absolutamente nada na internet. nem mesmo textos de amigos intimos. mesmo sem intençao alguma, acabo desagradando. enfim.
    beijoca.

    • Adonis disse:

      Ah, obrigado. Vou seguir o blog recomendado. Em breve o estudarei. Parece ser muito bom e organizado, com uma proposta singular. Será uma ótima fonte de consulta. Não o estudo agora, pois estou em meio a muitas provas e tempo me falta.
      Até!

  12. Adonis disse:

    Preciso corrigir alguns erros neste texto…

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