Os filhos de Zeus: Apolo, Ares, Ártemis, Atenas, Dionísio, Hefestos e Hermes.

Antes de conhecer os filhos de Zeus, três enquetes em que eles participam:

NO FINAL DO POST HÁ MAIS TRÊS ENQUETES EM QUE MAIS DE UM DOS FILHOS DE ZEUS APARECEM!

Leiam A Nova Teogonia Livro I e Livro II, de minha autoria.

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Ares

O temido Ares era o deus da guerra, possuidor de um belo porte marcial, ostentava com galhardia em seu peito uma reluzente e soberba armadura. Era filho de Zeus e Hera. Dizia-se que Ares era a encarnação da ira da mãe. Aterrador no campo da batalha, tinha  um grito de guerra que era capaz de matar um mortal. Foi também amante de Afrodite, com o qual teve os filhos Anteros, Deimos, Fobos e Harmonia. Enciumado, Hefestos, o deus coxo, feio e rejeitado das forjas, marido de Afrodite, apanhou os amantes na cama usando uma rede tão forte que nem mesmo Ares pode rompê-la. Quando se dirigia para a guerra, era precedido pelos tenebrosos arautos Deimos e Fobos. Éris também o acompanha. O objetivo dela é semear a discórdia, as intrigas e a difamação para tornar interesses contrapostos em irreconciliáveis.

Os feitos e a natureza de Ares

Autor do texto abaixo Robert Graves, autor do "Grande Livro dos Mitos Gregos"

O Ares trácio adora a batalha pela batalha, e sua irmã Eris está sempre criando motivos para desencadear uma guerra, seja difundindo rumores ou semeando ciúmes e invejas. Como ela, Ares nunca privilegia uma cidade ou um partido, mas luta de um lado ou de outro, de acordo com sua inclinação, deleitando com a matança de gente e o saque de cidades. Todos os seus colegas imortais o deiam, desde Zeus e Hera até o mais inferior, exceto Eris, Afrodite – que alimenta uma paixão perversa por ele – e o voraz Hades, que dá boas-vindas aos valentes jovens guerreiros mortos em guerras sangrentas.

Ares nem sempre saiu vencedor. Atena, guerreira muito mais hábil derrotou-o duas vezes em combate. Uma vez, os Aloidas o capturaram e o enceraram em um pote de bronze durante 13 meses, até que, semimorto, ele foi libertado por Hermes. Em outra ocasião, Héracles o fez voltar correndo para o Olimpo apavorado. Desprezava profundamente os litigios, nunca se apresentou diante um tribunal como pleiteador e apenas uma vez como acusado, quando os ou deuses o responsabilizaram pelo horrível assassinato de Halirrotio, filho de Posídon. Ele se justificou com a alegação de que agira para salvar sua filha Alcipe, da Casa de Cecrope, que ia ser violada pelo tal Halirrotio. Como ninguém havia presenciado o incidente, exceto o próprio Ares e Alcipe, que naturalmente confirmou o testemunho do pai, o tribunal o absolveu. Essa foi a primeira sentença pronunciada em um julgamento por assassinato, e a colina onde os procedimentos ocorreram ficou conhecida como Areópago, nome que ainda conserva.

Os atenienses não eram amantes da guerra, a não ser para defender sua liberdade ou por alguma outra razão igualmente urgente, e desprezavam os trácios por serem bárbaros que haviam feito da guerra um passatempo.

No relato de Pausânias sobre o assassinato, Halirrotio já havia conseguido violar Alcipe. Mas Halirrotio pode ser simplesmente um sinônimo de Posídon – e Alcipe, um sinônimo da deusa com cabeça de égua. De fato, o mito evoca o estupro de Demeter cometido por Posídon e faz referencia à conquista de Atenas por sua gente, bem como a humilhação da deusa em suas mãos. Mas ele foi alterado por razões patrióticas e associado a uma lenda de algum velho julgamento por assassinato. Areiopagus significa provavelmente “colina da deusa conciliadora”, areia sendo um dos títulos de Atena.

Atena

Deusa da sabedoria, Atena nasceu da cabeça de Zeus, depois que este engoliu a mãe dela, Metis, pois tinha medo que o próximo filho dele com Métis gerasse o descendente que o destronaria do poder. Durante o parto de Atena, Hefesto desceu a marretada na cabeça de Zeus para tirá-la de lá. A deusa saiu já na forma adulta. O símbolo desta deusa é a mais sábia das aves, a coruja. Sabia tecer – apesar da lenda de Aracne – e tinha habilidade para as artes, além de ser uma deusa guerreira. Carregava uma lança e um escudo – a égide – ornamentando com a cabeça da Górgone Medusa, que petrificava quem quer que a visse. Atena era a protetora de uma região da Grécia conhecida como Ática, cuja principal cidade recebeu seu nome: Atenas.

Apolo com Dafne.

Apolo e Dionísio

Apolo

Filho de Zeus e da deusa Leto, Apolo era o deus sol, da luz, das artes, da medicina e da música. Sua luz podia ser fonte de vida ou de destruição, benigno ou ameaçador. Na juventude, era dissoluto e vingativo contra qualquer mulher que o desprezasse. Quando Cassandra recusou suas investidas, ele lhe concedeu o dom da profecia, mas decretou que ninguém jamais acreditaria em suas predições. Com o tempo, tornou-se maduro e passou a usar seus dons para cura, a música e a previsão do futuro através de seu oráculo em Delfos.

apollo

Deus Dionísio – Baco para os romanos.

Deus do vinho e da sanidade mental, filho de Zeus e de Sêmele, Dioniso era representado como touro, bode ou rapaçola. Vagava por todo o país, bebendo vinho sem parar – mas não era alcoólatra. Era o responsáveis pelos bacanis Certa vez, capturado por piratas, Dioniso transformou o mar em vinho e os piratas em toninhas.

Hefestos

O ferreiro divino Hefaístos (ou Hefesto) nasceu manco e tão feio que sua mãe, Hera, atirou-o no rio Oceano. Salvo pelas ninfas, tornou-se um engenheiro famoso, que fazia belos ornamentos, armas, automatos, armaduras mágicas que tornavam invencíveis quem as vestisse, raios para Zeus, quaisquer instrumentos tecnológicos necessários no Olimpo e até, pasmém, mulheres, sendo a primeira delas Pandora.
Impressionados com seus talentos, os deuses o levaram de volta para o Olimpo e fizeram dele o deus do fogo e do artesanato.

Hefesto

Deus do Fogo, dos metais e da metalurgia, filho de Zeus e de Hera, embora muitos considerem que esta o terá gerado sozinha, não contente com o facto de seu esposo ter concebido Atena sem recurso a qualquer mulher. Hesíodo assim o narra, acrescentando que terá sido criado por Náxio Cedálion, incumbido de lhe ensinar a trabalhar os metais. Era o equivalente, por isso, do deus Vulcano dos romanos, cuja forja se situava no monte Etna, na Sicília. Reinava sobre os vulcões, com as suas forjas, tendo como ajudantes os Cíclopes. Era um deus poderoso e inventivo. Hefesto era coxo, em virtude de uma briga de seus pais a propósito de Hércules. Decidiu então o jovem deus intervir a favor de sua mãe, acabando assim por sofrer as consequências da ira de Zeus, que o atirou violentamente para fora do monte Olimpo. Hefesto viria a cair de noite em Lemnos, ilha vulcânica no mar Egeu, depois de um dia inteiro em queda da montanha sagrada. Mas respirava, tendo sido socorrido pelos Cíntios, um povo que habitava naquela ilha. Na Ilíada de Homero surge no entanto outra explicação para a deficiência de Hefesto. Envergonhada pela diminuição física do filho, quis Hera escondê-lo dos outros deuses, tendo por isso atirado Hefesto do Olimpo abaixo, para o mar. Aqui foi recolhido por Tétis e Eurínome, que o salvaram e criaram nos nove anos seguintes numa gruta submarina. A estas ninfas ficou sempre grato, fazendo-lhes belas joias na sua forja. Uma lenda recorda também que Tétis criara Hera, o que fez com que se aventasse a ideia que a esposa de Zeus o teria atirado para o mar para que aquela ninfa o criasse. No entanto, Hefesto terá guardado um grande rancor a sua mãe, pois já adulto lhe terá forjado um magnífico trono em ouro que mais não era do que uma armadilha. Hera, recebendo o presente do filho, ali se sentou e não mais saiu, acorrentada por correias que não deixavam dali levantar-se quem lá se sentasse. Nem os deuses de lá conseguiram tirar Hera, pois só Hefesto conhecia o segredo para a soltar daquele trono. Os deuses acabaram assim por convidar Hefesto a regressar permanentemente ao Olimpo, pensando que assim o deus ferreiro viesse a libertar Hera. Mas Hefesto era teimoso, e só a embriaguez que Dioniso, seu amigo, lhe provocara fez com que soltasse sua mãe daquele maldito engenho. Rezam as lendas que Hefesto terá entrado triunfalmente no Olimpo montado num burro, e só aí terá soltado Hera. Hefesto combateu diante de Troia com uma chama, como na luta dos Gigantes, em que matara o gigante Clítio com um ferro em brasa. Para Tétis terá feito também as armas de Aquiles, o que demonstra a sua perícia como ferreiro, cimentada que fora com o trono que ofertara a Hera. Muitas foram as mulheres que tivera, apesar da sua deficiência física e do seu trabalho duro. Homero atribui-lhe algumas nas suas duas obras: na Ilíada, Cáris (a mais importante das Graças), por exemplo, e na Odisseia, a bela Afrodite (deusa do amor, Vénus em Roma). Já Hesíodo o liga também a uma das Cárites, Aglaia. Foi, todavia, Afrodite a sua paixão mais famosa e atribulada. Com ela teve uma relação tumultuosa, como seus pretensos pais, Zeus e Hera. Apesar de seu pai o ter unido a Afrodite, esta apaixonou-se por Ares (deus da guerra, Marte entre os romanos). Hélio, o Sol, viu os dois amantes um dia deitados e foi logo contar a Hefesto, seu marido. Com o seu génio inventivo, logo Hefesto tratou de algo fazer para castigar Afrodite, tecendo uma rede invisível que pôs à volta da cama da deusa. O ardil não demorou a resultar, pois no encontro seguinte naquela cama entre os dois amantes, fechou-se a rede e ficaram presos Ares e Afrodite. Para completar a vingança, convocou Hefesto todos os outros deuses para verem os dois amantes imobilizados. Foi grande então o riso que se apoderou dos deuses. Afrodite, mal se conseguira libertar, logo fugiu plena de vergonha e embaraço. Hefesto apaixonara-se também por Atena. A esta terá ajudado em tempos a libertar-se de Zeus, depois de a este ter rachado a cabeça com um machado. Da cabeça do deus saiu então Atena, deusa virgem. De facto, Zeus tinha engolido a mãe de Atena, ao saber que estava supostamente grávida de uma outra poderosa divindade. Mas apesar de todos estes esforços de Hefesto, Atena recusou o seu amor. Por isso, conta a lenda que o sémen de um desejo de Hefesto foi então derramado sobre a Terra, acabando por conceber a serpente Ericton, nascido da terra assim fertilizada. Vários foram os pretensos filhos de Hefesto, para além de Ericton, uma figura secundária da mitologia grega. Entre aqueles, contam-se, por exemplo, o Argonauta Palémon, Árdalo (escultor lendário) ou Perifetes, um bandido de má fama que Teseu matou. Outra criação de Hefesto terá sido Pandora, por ele modelada em barro, segundo a tradição. Hefesto está também relacionado com o tormento de Prometeu, o qual agrilhoou no Cáucaso, vindo diariamente um abutre comer-lhe o fígado como castigo dos deuses.

Como referenciar este artigo:
Hefesto. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-11-17].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$hefesto&gt;.

Hermes

Filha de Atlas e Plêione, a ninfa Maia era uma das sete Plêiades. Vivia no monte Cilene, onde ela e Zeus tiveram um caso. Assim nasceu Hermes, o mensageiro dos deuses, em particular de Zeus. Hermes era aquele que calçava as sandálias aladas, Pétaso. Este foi o único filho de Zeus que não foi rejeitado por sua mulher Hera, pois era muito inteligente e digno.

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Ártemis

Embora Ártemis, deusa da caça e irmã gêmea de Apolo, apareça muitas vezes como uma moça jovem, levando um arco, ela também era protetora dos filhotes de animais. Ela gostava mais de animais selvagens do que de pessoas.
Ártemis era casta, virgem, e enfurecia-se quando ameaçada ou quando o corpo atlético era visto por olhos masculinos.
Nota: No templo de Éfeso, há uma estátua com muitos seios que a caracteriza como deusa do parto.

Artemis

Calisto era uma das ninfas que serviam a Ártemis. Enquanto ela dormia sozinha, exausta após a caçada, Zeus a viu e estuprou-a. Calisto tentou esconder de Ártemis a perda de sua castidade, mas depois de alguns meses a deusa percebeu a gravidez da outra quando se banhavam. Com raiva, Ártemis exilou Calisto, expondo-a ao ciúme de Hera. Quando Calisto teve um filho, Arcas, Hera descobriu a transgressão de seu marido, Zeus, e, furiosa, porque não admitia não virgens ao seu lado, transformou Calisto em um urso. Ela então foi atingida por Arcas e transformada na constelação Ursa Maior. (em construção)

Níobe, esposa de Anfião, rei de Tebas, era filha de Tântalo e neta do titã Atlas. Teve sete filhos e sete filhas, as nióbides, e gabou-se de ser mais afortunada que Leto, a mãe de Ártemis e Apolo, que só tinha dois filhos. Leto ficou com raiva e mandou seus filhos punirem Níobe. Ártemis matou as sete garotas e Apolo, os sete meninos.

Ártemis tesão total:

O MITO DE ACTEÃO:

Psicólogo: – Vossa Divindade não se arrepende? Não tem remorso?

Ártemis: – Não.

Psicólogo: – Mesmo sabendo que ele era o melhor caçador humano de seu tempo?

Ártemis deu de ombros.

Psicólogo: – Acteão era filho do rei Cadmo, era jovem e ainda tinha uma vida pela frente.

Ártemis: – Eu sou filha de Zeus e tenho toda a eternidade para vivenciar.

Psicólogo: – Mas ele não teve culpa!

Ártemis: – Nem eu.

Psicólogo: – Mas Vossa Divindade o puniu sem que ele tivesse qualquer culpa no cartório.

Ártemis: – Ele me viu nua.

Psicólogo: – Mas precisava matá-lo?

Ártemis:- Eu não o matei.

Psicólogo: – Vossa Divindade o transformou em um alce em meio a dezenas de caçadores e cães de caça! E os caçadores eram os amigos dele! Como Vossa divindade não o matou.

Ártemis: – Sou casta, bela, divina e do sexo feminino. Acteão era pervertido, feio, humano e do sexo masculino. Não tinha porque não matá-lo. Além disso, fui misericordiosa, permiti que ele visse todo meu corpo atlético e perfeito antes de transformá-lo em caça. Até dei uma voltinha para ele ver meu bumbum.

Psicólogo: – Vossa Divindade é uma psicopata! Fria, narcisista e sexista! Acha que a sua castidade vale mais do que uma vida humana! Acha que a imagem do seu corpo nu é imaculada, quando não passa de mais um corpo malhado entre tantos outros! Vossa divindade discrimina os seres humanos, especialmente os homens! A vaidade que manifesta e ostenta é nojenta! Você não pode ser chamada de divindade, mas sim de assassina! Monstro, saia imediatamente do meu consultório!

Ártemis: – Precisava ouvir isso, obrigada! Lá no Olimpo ninguém fala a verdade na minha frente. Na próxima sessão conversaremos sobre Órion, ok?

Psicólogo: – Ok. Ah, só uma coisinha.

Ártemis: – O quê?

Psicólogo: – Deixe uma flecha lunar de prata com a secretária. Sabe, minha filha é sua fã e…

Ártemis: – Entendi. Pode deixar.

Psicólogo: – Obrigado.

O MITO DE ÓRION:

Apolo e Ártemis, como de hábito, estavam juntos. Ambos os irmãos se gostavam muito e eram extremamente unidos e trocavam confidências. No entanto, tal proximidade e intimidade acarretava em um problema grave: Apolo tinha um enorme ciúmes da adorável irmã.

Naquele dia, ambos viram passar, andando pela superfície as águas, um grande e belo ser: Órion.

Ártemis imediatamente se interessou pelo gigante. Apolo explicou para ela que Órion, um exímio caçador, era filho de Poseidon e que por isso tinha a capacidade de trafegar pela superfície da água sem afundar. Contou que Órion era amaldiçoado, pois outrora tentara possuir Mérope à força, a filha de Eunápio, rei de Quios. O mencionado rei queria que ocorresse o casamento entre ambos, mas sempre adiava a data do casório, o que fez Órion tomar a mencionada atitude. Como punição, o rei ofendido pediu ao deus Dionísio que embriagasse o caçador para então cegá-lo durante seu sono. Órion, vítima da armadilha, ficou cego. Posteriormente um Oráculo lhe disse que se partisse para o Oriente e deixasse o Sol nascente banhar seus olhos, o sentido da visão seria restaurado. Com a ajuda de um dos ciclopes de Hefesto, Órion chegou ao Oriente e recuperou a visão. Quando voltou, tentou se vingar do rei Eunápio, mas este não foi encontrado.

Logo, aquele que andava sobre as águas chegou perto dos deuses irmãos e Ártemis, empolgada, convidou-o para ser parceiro de caça, o que foi imediatamente aceito pelo filho de Poseidon.

Com o tempo Órion se apaixonou pelas ninfas acompanhantes de Ártemis, as plêiades. As sete ninfas não tinham mais sossego, pois Órion, na “seca”, era muito chato e persistente. Precisava de qualquer jeito afogar a concupiscência. As plêiades, em ato de desespero, e sem o amparo de Ártemis, que gostava de Órion e o achava extremamente útil e competente no mister de caçar, procuraram Zeus, que a transformaram em pombas e depois em uma constelação.

E o tempo passou. Ártemis e Órion estavam cada vez mais unidos e isso abalava muito Apolo, que parecia ter perdido a companhia da irmã deusa da floresta. Precisava se livrar daquele cara para ter a maninha de volta só para ele.

Um dia Apolo aproximou-se de Ártemis, que só estava, e lhe propôs um desafio: acertar com as flechas de prata lunares um distante ponto negro no mar. Ártemis, que adorava ser desafiada, topou e imediatamente atirou. A flechada atingiu o ponto negro e Apolo sorriu.

Dali a instantes as ondas do mar trouxeram para a praia o lívido corpo de Órion.

Ártemis ficou furiosa, pois percebeu o embuste, a vilania e o ardil do funesto irmão, mas momento depois se reconciliou com ele, afinal de contas ambos se amavam fraternalmente e não tinham remorso de seus crimes – e já haviam praticado outros.

Ártemis, ainda assim e para homenagear o amigo que matara, pediu para Zeus que Órion fosse transformado em uma constelação e o que foi feito. Desde então, a caçada às plêiades foi reiniciada no zodíaco (gargalhada maligna).

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Eleições no Olimpo!

ESCOLHA OU O ARCO DE APOLO, OU O ARCO DE ÁRTEMIS OU OS AUTOMATOS DE HEFESTO OU A PÉTASO DE HERMES E VÁ PARA A GUERRA!

Olímpiadas Rio 2016 – Arco e Flecha

6 pensamentos sobre “Os filhos de Zeus: Apolo, Ares, Ártemis, Atenas, Dionísio, Hefestos e Hermes.

  1. Alan Oliveira disse:

    “Matei a mãe do bambi.” Que sacanagem hein, eu chorei por causa disso….. ;-;

  2. andyfarway disse:

    gostei ate sabe? gosto ate tambem de cavaleiros do zodiaco so que nao passa mais aqui

  3. Rebeka disse:

    fala serio kkkkkkkkkkk “matei a mãe do bambi?” que puta falta de sacanagem todo mundo vai odiar a artemis por isso…

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