Os quatro cavaleiros do apocalipse

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Morte (Darksiders)

Guerra (Darksiders)

O APOCALIPSE NA BÍBLIA

Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo;

O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto.

Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.

João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça e paz seja convosco da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono;

E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,

E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.

Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.

Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.

Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo.

Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,

Que dizia: Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o derradeiro; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e a Esmirna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia.

E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro;

E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro.

E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo;

E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas.

E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.

E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último;

E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.

Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer;

O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas.

Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro:

Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.

E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.

Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.

Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.

Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.

E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu:

Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás.

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.

E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios:

Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.

Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem.

Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio.

Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.

E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente:

Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.

Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.

E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu.

Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.

E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.

Mas eu vos digo a vós, e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina, e não conheceram, como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei.

Mas o que tendes, retende-o até que eu venha.

E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,

E com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai.

E dar-lhe-ei a estrela da manhã.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.

Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus.

Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.

Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.

O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.

Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.

Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.

Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.

A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!

Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;

Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.

Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.

E logo fui arrebatado no Espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono.

E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda.

E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro.

E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus.

E havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal. E no meio do trono, e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos, por diante e por detrás.

E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e tinha o terceiro animal o rosto como de homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando.

E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir.

E, quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre,

Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.

E vi na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos.

E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos?

E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele.

E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele.

E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos.

E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra.

E veio, e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono.

E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.

E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;

E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.

E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares,

Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.

E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.

E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre.
E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê.

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E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.

E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê.

E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.

E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão.

E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.

E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê.

E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.

E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.

E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?

E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.

E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue;

E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte.

E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.

E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;

E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;

Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?
E depois destas coisas vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma.

E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, e que tinha o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar,

Dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos assinalado nas suas testas os servos do nosso Deus.

E ouvi o número dos assinalados, e eram cento e quarenta e quatro mil assinalados, de todas as tribos dos filhos de Israel.

Da tribo de Judá, havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben, doze mil assinalados; da tribo de Gade, doze mil assinalados;

Da tribo de Aser, doze mil assinalados; da tribo de Naftali, doze mil assinalados; da tribo de Manassés, doze mil assinalados;

Da tribo de Simeão, doze mil assinalados; da tribo de Levi, doze mil assinalados; da tribo de Issacar, doze mil assinalados;

Da tribo de Zebulom, doze mil assinalados; da tribo de José, doze mil assinalados; da tribo de Benjamim, doze mil assinalados.

Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos;

E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro.

E todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus,

Dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém.

E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram?

E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a sua sombra.

Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem calma alguma cairá sobre eles.

Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima.
E, havendo aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora.

E vi os sete anjos, que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas.

E veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para o pôr com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro, que está diante do trono.

E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus.

E o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve depois vozes, e trovões, e relâmpagos e terremotos.

E os sete anjos, que tinham as sete trombetas, prepararam-se para tocá-las.

E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte; queimou-se a terça parte das árvores, e toda a erva verde foi queimada.

E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar.

E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus.

E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas.

E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.

E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite.

E olhei, e ouvi um anjo voar pelo meio do céu, dizendo com grande voz: Ai! ai! ai! dos que habitam sobre a terra! por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que hão de ainda tocar.

E o quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.

E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar.

E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra.

E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus.

E foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem.

E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.

E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens.

E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões.

E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate.

E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses.

E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom.

Passado é já um ai; eis que depois disso vêm ainda dois ais.

E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus,

A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.

E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens.

E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles.

E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre.

Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas.

Porque o poder dos cavalos está na sua boca e nas suas caudas. Porquanto as suas caudas são semelhantes a serpentes, e têm cabeças, e com elas danificam.

E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar.

E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.

E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo;

E tinha na sua mão um livrinho aberto. E pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra;

E clamou com grande voz, como quando ruge um leão; e, havendo clamado, os sete trovões emitiram as suas vozes.

E, quando os sete trovões acabaram de emitir as suas vozes, eu ia escrever; mas ouvi uma voz do céu, que me dizia: Sela o que os sete trovões emitiram, e não o escrevas.

E o anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão ao céu,

E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há, que não haveria mais demora;

Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos.

E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra.

E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel.

E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo.

E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.
E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.

E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.

E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco.

Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.

E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.

Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.

E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará.

E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado.

E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.

E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.

E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.

E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.

E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

É passado o segundo ai; eis que o terceiro ai cedo virá.

E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.

E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus,

Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.

E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva.
E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
om ânsias de dar à luz.

E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.
E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.

E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.

E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.

E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.

E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;

Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.

E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.

E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite.

E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.

Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo.

E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.

E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.

E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar.

E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.

E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.

E eu pus-me sobre a areia do mar.
E vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.

E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.

E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.

E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?

E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.

E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.

E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.

E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

Se alguém tem ouvidos, ouça.

Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.

E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.

E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens.

E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.

E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,

Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.
E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai.

E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão; e ouvi uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas.

E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.

Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro.

E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus.

E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo.

Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.

E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,

Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.

Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem.

E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda.

E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice, e sega; a hora de segar te é vinda, porque já a seara da terra está madura.

E aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi segada.

E saiu do templo, que está no céu, outro anjo, o qual também tinha uma foice aguda.

E saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice aguda, dizendo: Lança a tua foice aguda, e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras.

E o anjo lançou a sua foice à terra e vindimou as uvas da vinha da terra, e atirou-as no grande lagar da ira de Deus.

E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios.
E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.

E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.

Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.

E depois disto olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu.

E os sete anjos que tinham as sete pragas saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos.

E um dos quatro animais deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira de Deus, que vive para todo o sempre.

E o templo encheu-se com a fumaça da glória de Deus e do seu poder; e ninguém podia entrar no templo, até que se consumassem as sete pragas dos sete anjos.
E ouvi, vinda do templo, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide, e derramai sobre a terra as sete taças da ira de Deus.

E foi o primeiro, e derramou a sua taça sobre a terra, e fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.

E o segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente.

E o terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue.

E ouvi o anjo das águas, que dizia: Justo és tu, ó Senhor, que és, e que eras, e santo és, porque julgaste estas coisas.

Visto como derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também tu lhes deste o sangue a beber; porque disto são merecedores.

E ouvi outro do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.

E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo.

E os homens foram abrasados com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.

E o quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e eles mordiam as suas línguas de dor.

E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram do Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.

E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente.

E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.

Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas.

E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.

E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito.

E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terremoto.

E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande babilônia se lembrou Deus, para lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira.

E toda a ilha fugiu; e os montes não se acharam.

Diga como será o apocalipse!

E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande.
E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;

Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.

E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.

E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição;

E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.

E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.

E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.

A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.

Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada.

E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo.

E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.

E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.

Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.

Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis.

E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.

E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.

Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.

E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.
E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.

E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável.

Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.

E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.

Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.

Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro.

Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto; porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto.

Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga.

E os reis da terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio;

Estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo.

E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais compra as suas mercadorias:

Mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a madeira odorífera, e todo o vaso de marfim, e todo o vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore;

E canela, e perfume, e mirra, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e gado, e ovelhas; e cavalos, e carros, e corpos e almas de homens.

E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti; e todas as coisas gostosas e excelentes se foram de ti, e não mais as acharás.

Os mercadores destas coisas, que com elas se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando e lamentando,

E dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata; e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! porque numa hora foram assoladas tantas riquezas.

E todo o piloto, e todo o que navega em naus, e todo o marinheiro, e todos os que negociam no mar se puseram de longe;

E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?

E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando, e dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência; porque numa hora foi assolada.

Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela.

E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada.

E em ti não se ouvirá mais a voz de harpistas, e de músicos, e de flautistas, e de trombeteiros, e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e ruído de mó em ti não se ouvirá mais;

E luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.

E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.
E, depois destas coisas ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia! Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Deus;

Porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta, que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.

E outra vez disseram: Aleluia! E a fumaça dela sobe para todo o sempre.

E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram-se e adoraram a Deus, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!

E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.

E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! pois já o Senhor Deus Todo-Poderoso reina.

Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.

E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos.

E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus.

E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.

E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.

E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.

E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.

E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.

E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.

E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.

E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus;

Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.

E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército.

E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.

E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.

 

E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão.

Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.

E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo.

E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.

Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição.

Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.

E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão,

E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha.

E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os devorou.

E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.

E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.

E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.

E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.

E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.

E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.
E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.

E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.

E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.

E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.

Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.

Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro.

E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu.

E tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente.

E tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.

Do lado do levante tinha três portas, do lado do norte, três portas, do lado do sul, três portas, do lado do poente, três portas.

E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.

E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro.

E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais.

E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo.

E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro.

E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda;

O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.

E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente.

E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.

E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.

E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra.

E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite.

E a ela trarão a glória e honra das nações.

E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.
E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.

No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.

E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.

E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome.

E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão para todo o sempre.

E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.

Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.

E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar.

E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.

E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.

Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.

E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.

Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro.

Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.

Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.

Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.

E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.

Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;

E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.

Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.

Deméter ou Ceres e as lendas a ela relacionada (Eresictão, Despina e Perséfone)

Uma das 12 divindades máximas do Olimpo, a morada dos deuses gregos, Deméter era a responsável pela fertilidade da terra. A deusa – de cujo nome romano, Ceres, vem da palavra cereal – amava os campos e preferia passar o tempo em longos passeios pelas plantações, permanecendo no Olimpo apenas o necessário para participar de conselhos e julgamentos. Generosa em sua atribuição de prover o alimento era mais amada do que temida pelos homens.

Deméter é considerada a deusa da agricultura na Mitologia Grega, ela era quem nutria a terra. Era também considerada como a protetora do casamento, deusa da gestação e das leis sagradas. Uma das doze divindades do Olimpo, filha de Cronos e Réia. Com Iásion, teve um filho chamado Pluto, que morreu após ser atingido por um raio que Zeus enviou por descobrir que que Deméter e Iásion eram amantes. Zeus teria cegado Pluto por ele ser tão generoso e só conceder suas riquezas as pessoas honestas, e cego ele não poderia se diferenciar – Pluto havia herdado de sua mãe a generosidade.

De um romance com o supremo Zeus, Deméter teve uma filha, Perséfone, uma deusa tão bela quanto Afrodite ou Nêmesis. Certo dia, Perséfone colhia flores quando foi notada por Hades, o senhor do mundo subterrâneo, lugar por onde as almas vagavam após a morte. Impressionado pela beleza de Perséfone e influenciado por uma seta lançada por Cupido, Hades se apaixonou e a raptou.

Deméter ficou furiosa. Sua dor e indignação foram tamanhas que o próprio Zeus se dispôs a impedir o casamento. Não conseguiu trazer sua filha de volta, porque ela havia comido uma Romã do Inferno (diz a lenda que quem come algum grão nas profundezas não pode mais de lá sair), mas depois de muita negociação e para evitar uma guerra civil, os deuses chegaram a um acordo: Perséfone viveria nove meses com a mãe, na terra, e três meses com Hades, no reino dos mortos – em certas versões seriam seis meses em cada lugar. A partir daí, durante o tempo em que fica sem a filha, a desolação de Deméter a impede de exercer sua influência benéfica sobre a natureza: são os tempos invernais, em que a vida se recolhe e nada floresce.

Também teve dois filhos com Poseidon que a desejava muito – Deméter então em uma tentativa de tirar Poseidon de sua vida se transformou em égua, mas ele soube de seu plano e se transformou em cavalo e assim nasceu Aríon*, que era um cavalo mágico que podia falar, e Despina.

Nessa mesma época que Poseidon teve essa atitude, foi a época da fome, pois Deméter ficou muito indignada e saiu do Olimpo, então a terra ficou estéril. Foi então que ela recebeu outros nomes como, a Negra por ter ficado de luto e também o nome de Erínia por causa de sua ira. Então Deméter decidiu se banhar no rio Ládon, que era o rio que tinha o poder de apagar as mágoas, foi assim que Deméter resolveu voltar para o Olimpo.

*Árion:
Era um cavalo de crinas azuis, nascido com o poder da fala e de ver o futuro. Talvez o cavalo terrestre, mais rápido da mitologia grega, possuía o dom de salvar os heróis rapidamente e com bravura, e levá-los para locais seguros longe do perigo.

Deméter e Eresictão

Qualquer mortal sensato sabia que o respeito era a principal oferenda que se devia a Démeter, a deusa da fertilidade. Sem os favores dessa importantíssirna divindade, qualquer criatura estava ao desamparo. Tudo ao seu redor virava secura e desolação, ate que o desgraçado se decidisse a tambem venerar a exigente deusa. Além do mais, não havia razão alguma para que se faltasse com este dever, pois ela era, dentro do panteão das divindades, uma das mais simpáticas e dignas.

Havia muitos bosques consagrados a Démeter, e é num deles que esta história começa. Era geralmente durante as primeiras horas do dia que os devotos de Démeter vinham fazer as suas oferendas, para agradecer a boa colheita ou para pedir que a próxima fosse mais abundante. Ao centro da floresta postavam-se us fiéis. Modestos camponeses, homens e mulheres, trazendo pequenos cestos com urna ou duas frutas, apenas, forrados com flores que as crianças colheram no próprio bosque, pana tornar sua oferta um pouco mais caprichada. Outros, ainda, ofereciam a Démeter apenas simulacros de ofertas: no lugar de pães, pequenos arranjos redondos de terra, recobertos com uma leve mão de farinha. Oficiando o culto, costumava ficar a sacerdotisa de Démeter, envolta em seu manto e segurando um feixe de espigas.

A deusa, em algum lugar, a tudo observava. De repente, porém, ouviu-se, vindo de fora do bosque, um rumor de vozes masculinas, nas quais gritos entremeiam-se a cantos. Não são, contudo, cantos sacrificais. O ruído do vozerio aumenta a ponto de a sacerdotisa ver-se obrigada a interromper o culto. Logo surge por entre as árvores um grupo de homens que tem o ar descontraído e folgazão. Eles portam grandes machados sobre os ombros e olham divertidamente, cutucando-se uns aos outros, ao perceber o que se passa. — Vai demorar muito ai, dona sacerdotisa? — pergunta um deles, com o grande dente de ferro do seu machado faiscando no ar e com um olhar de impaciência. — O tempo suficiente para que o silencio se restabeleça e possamos reco¬meçar nosso culto — respondeu a sacerdotisa, calmamente, dando-lhe as costas.

Um homem gordo e imenso — que parecia ser, de fato, o líder do grupo afasta com uma das mãos o lenhador, como quem afasta um galho do rosto. Depois, adiantando-se, torna a palavra: — A senhora pode prosseguir com sua ladainha, que nós cumpriremos a nossa tarefa, a nosso modo disse. — Adiante, vamos colocar abaixo estas árvores! Esse homem contundo era Eresictão, homem rico e poderoso. Ele estava decidido a construir um novo palácio para si com a madeira de toda a floresta. —0 que pensa que está fazendo? — gritou, indignada, a sacerdotisa. Mas sua voz humana já não é o bastante para se sobrepor ao ruído dos machados, que estalam com vigor sobre os troncos das árvores. Démeter, que tudo ve, decide ela própria tornar a palavra, falando pela boca de sua sacerdotisa. — Fora, invasores! — gritou a deusa, cuja voz vibrante silenciava todos os machados.

— Como ousam destruir este bosque, consagrado exclusivamente a mim? — Preciso destas árvores, dona — disse Eresictão. — Ninguém tocará nestas árvores, sob pena de terrível castigo — advertiu Démeter. — Dona, não fique nervosa. vi milhares de bosques espalhados por toda esta região. Escolha outro e deixe-nos trabalhar em paz. — Você insiste em me desafiar? — disse a deusa, encolerizando-se. O homem, ao perceber que Démeter avançava para si, empunhou com vigor o machado. — Para trás, mulher, ou a farei em pedaços! Démeter, então, resolveu aparecer com a sua própria aparência. — Maldito! — gritou a deusa. — A partir de agora você está sob o peso da minha maldição… Eresictão, diante daquela assustadora intervenção, deu um grito de terror, lançou para o alto o machado e pôs-se a correr, espavorido, juntamente com os seus homens. Chegando a seu castelo, Eresictão correu para os seus aposentos.

Decidiu andar um pouco pelo quarto, para dissipar o medo. Ali vagou durante longos cinco minutos, ate que uma fome repentina o obrigou a sair. Pé ante pé, Eresictão retornou ao salão. Tinha um vago receio de que algo pavoroso tivesse acontecido. NÃO, tudo parecia em ordem. A sua querida mesa ainda estava lá, embora terrivelmente vazia. Ainda era cedo, mas a correria e o terror adiantaram o relógio do seu estômago. — Cozinheiros! — troveja Eresictão. — Pois não, senhor? — responderam os quatro cozinheiros. — Estou morto de fome. Adiantem o almoço. — Sim, senhor — e voltaram à cozinha. Urna fome terrível lhe devorava as entranhas. Nunca sentira fume parecida. — Vamos, tragam logo a comida! — rugia Eresictão, sentindo um vácuo crescer-lhe no estômago. Imediatamente os criados surgiam com os primeiros pratos, que desapare¬ceram em questão de minutos em sua goela voraz.

Sua fome gigantesca, porém, em nada foi aplacada. — Mais comida! — rugiu outra vez Eresictão. Os quatro cozinheiros preparavam tudo o que enxergaram na despensa, enquanto os criados levavam para o salão imensas travessas repletas de comida. Instantes depois retornavam com elas completamente limpas. — Mais comida! — ouvia-se, ainda. Nada parecia bastar ao apetite bestial de Eresictão, que começava a se tornar colérico. — O que está havendo ai dentro? — gritou, com a boca cheia. — Tragam comida de verdade! Numa medida extremada, o chefe dos cozinheiros ordenou que o maior dos javalis fosse abatido e assado imediatamente sobre uma grande fogueira, montada às pressas no pátio. O dia fez-se noite quando a fumaça do assado levantou-se das brasas e cobriu o sol como uma imensa nuvem de incenso. Eresictão, sentado à mesa, despejou sobre ela uma cachoeira de saliva, enquanto aguardava, impaciente, o prato principal. Dez escravos carregaram numa imensa bandeja de prata o monstro doura¬do e fumegante, coberto de ervas aromáticas e guarnecido por fatias de duzentos abacaxis. O maravilhoso prato chegou aos olhos de Eresictão como uma sublime oferenda de buro. Em dez minutos a travessa retornou a cozinha contendo so¬mente OS ossos do javali, empilhados junto as suas presas.

— Mais comida! — era o refrão incessante que se ouvia no salão. Florestas inteiras de verduras já haviam entrado para dentro do estômago do patrão; uma plantação inteira de batatas também sumiu nos abismos daquela caverna sem fundo. Sua fome colossal era acompanhada de urna terrível sede, que o obrigava a beber sem parar imensas jarras de vinho, que ele lançava, de¬pois de esvaziadas, a cabeça confusa dos seus escravos. — Tragam mais! Eresictão não se levantava da mesa. Quanto mais comia, mais insistentes tornavam-se os seus pedidos. Os cozinheiros já não sabiam mais o que colocar nas panelas Todas as aves de criação já haviam passado pelo holocausto das chamas. No terror das exigências, treze gatos, vinte cachorros e ate mesmo a parelha de cavalos que puxava o carro de Eresictão foram lançados vivos na fornalha. Ele não distinguia mais nada, engolindo ate us ossos. Quando chegou a noite, Eresictão ainda estava a mesa. Seu rosto, no en¬tanto, estava um tanto mais magro, e sua pança parecia ter recuado um pouco para dentro do manto. Por incrível que parecesse, Eresictão estava emagrecen¬do! Preso a mesa,o pobre homem, implorava: — Comida, meus escravos… Por Zeus, mais comida…

A noite passou-se em comelanças. Não tendo mais, enfim, o que comer em casa, Eresictão saiu em desespero pelas estalagens, devorando tudo o que encontrava nessa selvagem expedição noturna. Quando o sol retornou, encontrou-o devorado por uma fome infinitamente maior do que aquela com a qual se sentara pela primeira vez à mesa. Seu corpo estava debilitado. Suas faces começaram a encovar-se. Suas mandíbulas, de tanto comer, doíam a ponto de não poder mais movê-las. Suas vestes pendiam do corpo. Eresictão estava a meio caminho de se tornar um espectro de Si mesmo. Seus pais, alarmados, quiseram saber o que se passava com seu pobre filho. — Meu filho, o que houve com você? — exclamou a mulher. Horrorizada, ela arrancou os cabelos, tirando sangue do rosto com as unhas. Seu pai, com o passar dos dias, gastou também tudo o que tinha na vã tentativa de alimentar o seu insaciável filho. Ate o touro que sua esposa engordava para sacrificar a Hestia, a deusa virgem do lar e do fogo, foi sacrificado ao altar desta horrenda fome. A miséria chega, afinal, para o desgraçado Eresictão.

O seu pai, não podendo mais fazer nada pois tornara-se miserável, tam bem , abandona-o a própria sorte, reduzido a mais negra sorte. Passava os dias sentado nas praças, recolhendo de forma vil os restos que ate os cães cobertos de sarna refugam. 0 Único consolo é ter ainda ao seu lado Metra, sua dedicada filha. — Minha querida filha, faça-se a mais bela que puder — disse, um dia, Eresictão. — Por que, meu pai? — indagou Metra, acariciando-lhe a face encovada. — Vou vendê-la. — Vender-me? — E preciso… Eu preciso — justificou o velho, fraco e faminto. No mesmo dia a bela e encantadora Metra foi feita escrava nas mãos de um horripilante comerciante. Depois de passar pelo suplicio das carícias daquele homem abominável, Metra, a noite, remeteu a Posídon as suas mais ardentes preces, enquanto o seu odioso amo, ao lado, roncava: — Poderoso Posídon, livra-me disto! — rogou, lançando um olhar a seu algoz.

O deus, apiedado, decidiu atender as suas suplicas. Para tanto, converteu-a nurna jumenta. Assim, enquanto seu amo ainda ressonava, Metra levantou-se do leito, firmou bem as quatro patas e, dando um grande salto, escapou pela janela. No mesmo instante correu, feliz, ao encontro de seu pai. — Meu querido pai, voltei! — disse, lambendo a face escaveirada do seu progenitor. — Minha adorada filha! Como estou feliz em tê-la de volta! Depois, voltando-se para um carroceiro que passava: — Ei, quanto quer por esta magnífica jumenta? Um urro de dor partiu da infeliz Metra, que foi levada embora outra vez. Mas também deste novo amo conseguiu escapar, metamorfoseada num cão e retornando novamente para os braços do pai, que a vendeu outra vez. Transformada, assim, em fonte inesgotável de recursos, a infeliz Metra percorreu toda a escala zoológica, ate que um dia, metamorfoseada numa linda borboleta, desapareceu para sempre no ar.

Eresictão, perdendo sua Ultima fonte de renda e devorado por uma fome absolutamente insuportável, decidiu tomar uma atitude que seu orgulho insensa¬to até então impedira. Entrando naquele mesmo bosque que maculara com sua blasfêmia, pediu perdão a vingativa Démeter. — Démeter poderosa! — começou a dizer Eresictão, com as mãos postas. — Concede-me a graça do seu perdão, Oh deusa, cujos olhos brilham com graça e majestade por todo o Olimpo! Ouve-me, por piedade, oh magnífica deusa! A deusa, no entanto, não lhe deu ouvidos. Tornado pelo desânimo, Eresictão sentou-se, derrotado, à sombra das árvores. Era noite e caia urna chuva forte, filtrada para dentro do bosque sob a forma de cordas d’água que se balançavam do alto. Os relâmpagos intensos varavam a escuridão, iluminando inteiramente o seu corpo um esqueleto coberto apenas por urna fina camada de pele. Eresictão estava sentado, com os olhos pousados sobre o próprio pé. Vislumbrou ali urna protuberância, que sugeria a presença de um pouco de carne. Sem hesitar, arre¬ganhou os dentes e cravou-os com força sobre o membro, arrancando-o e engolindo inteiro. Durante a noite inteira o ímpio Eresictão saciou-se de si mesmo, Sob a luz dos relâmpagos, até que na manhã seguinte nada mais restava de si sobre a face da Terra.

Para quem acha Deméter o máximo, veja o lado negro da deusa. Ela faz distinções odiosas entre as filhas.

Despina

Despina (ou Despoina), na mitologia grega, era uma deusa, filha de Poseidon e Demeter. Foi abandonada pela mãe após o nascimento, sem receber sequer um nome, pois a deusa estava muito preocupada em achar sua filha perdida Perséfone, que havia sido raptada por Hades. A criança foi adotada por Anitos, titã cujo nome lhe escolheu.

Perséfone é a filha amada de Deméter, e Despina a rejeitada. Note que Despina foi abandonada logo após o parto. Não teve culpa nenhuma! Deméter não poderia alegar falha de caráter ou ingratidão de Despina para justificar o abandono. Pouco importa que a deusa da agricultura tinha ojeriza a Poseidon! A criança era inocente, meu Zeus!

O abandono traz marcas profundas, tanto que Despina tornou-se uma deusa das sombras relacionada a fenômenos invernais como as geadas. Era temida. Era ela quem cuidava da natureza enquanto sua irmã estava no mundo dos mortos, destruindo assim o que a Perséfone e sua mãe tanto amavam, a primavera e as flores. Também odiava seu pai, Poseidon, porque foi omisso e conivente, lagos congelados eram sinais de sua presença em represália ao seu pai.

Tinha alguma influência sobre o domínio de seus pais, mas preferia destrui-los do que fortalecê-los, porque sua vida havia sido destruída por sucessivos abandonos dos ascendentes e pelo fato de sempre viver à sombra de Perséfone. Deméter nem ligava para Despina. Era tão temida que era chamadahamavam-na apenas de “senhora”, em sinal de respeito. Passou a ser vista como a ovelha negra da família e mesmo do Panteão grego. Não havia solução para ela. Os outros deuses preferiam ignorá-la ou colocá-la no ostracismo. Não tinham culpa do péssimo comportamento dos pais da deusa largada a própria sorte. Não tinham como punir Poseidon e Deméter. Também não podiam se culpar pela desgraça alheia. O que passou, passou, é o que diziam.

Assim, toda vez que presenciar uma geada ou uma nevasca, lembre-se de Despina e das crianças inocentes abandonadas por mães e pais irresponsáveis.

Deméter

Bom, em outro post, o da deusa celta Flidais (https://fenixdefogo.wordpress.com/2012/06/16/flidais-ou-flidias/), mandei Demeter ir tomar no cu. Ela viu, ficou furiosa e para não fazer comigo o mesmo que fez com Eresictão, determinou que eu colocasse nesse espaço a ela dedicado dicas de agricultura, seja familiar, seja relativa ao agronegócio. Não sei como vou fazer isso, porque não sei nada de agricultura ou agronomia, se vcs puderem me ajudar… A morte de Eresictão foi muito feia, uma das piores que já vi. Por favor, ajudem-me! É sério! Mandem dicas para que a agricultura seja estimulada e aperfeiçoada que eu as deixarei neste espaço. Estaremos, assim, divulgando informações sobre agricultura para todos. A difusão de informações sobre aquilo que importa para a deusa é a melhor oferenda que posso, como simples mortal, fazer, rs. Se não tivesse internet, eu estaria fodido, hehehe.  Não quero passar por um processo de autofagia.

Bom, como primeiro ato para cumprir a condição imposta pela deusa, eu vou tecer alguns comentários sobre cédulas de crédito rural =). Mas não hoje.

Amanhã, talvez, ou quando ela mandar, rs.

Valquírias, Valkyrie

De proêmio, ajude as Valquírias clicando aqui.

Putz, esse post será grande, tem muito arquivo bom. Preciso contratar alguém para me ajudar a atualizar os posts permanentemente, fazer remissões recíprocas entre aqueles que apresentam pertinência temática e organizá-los melhor. Para então eu escrever alguma coisa útil e avassaladora.

Agora entendo porque os vikings se matavam… As escandinavas são muito lindas.

Blog do Lina

Salve Soberania !

Impressionante as imagens que podem ser encontradas na internet sobre o massacre de cães na Ucrânia.

Pelo menos 250 mil animais entre cães e gatos foram mortos por tiros, envenenados e incinerados em crematórios móveis. A crueldade é tamanha que não me espantaria se alguém descobrisse que animais também foram incinerados vivos.

A explicação não-oficial do governo ucraniano, é que a matança serve para limpar as ruas para o evento. Querem impressionar o mundo com suas ruas bem cuidadas.

Que palhaçada…

Os jogos estão sendo transmitidos pelo SporTV e pela Band, portanto, não espere que tais emissoras façam alguma menção sobre o assunto. Não surpreende tal postura. Interessante foi ver que a ESPN, que transmite os jogos pela rádio ESPN/Estadão, também não deu importância ao caso, diferentemente do que fez em 2010 quando em uma brilhante reportagem sobre os bastidores da copa da África, mostrou as mazelas…

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Hinduísmo – Deuses hindus – Brahma, Vishnu e Indra, panteão hindu, Vedas, Ramayana, Garuda

A representação moderna das três saktis da trimurti hindu, também chamada de tridevi (as três deusas) ou trisakti (os três poderes). As shaktis (esposa, poder, lança) são as esposas dos deuses do panteão hindu. Esta trimurti no feminino representa ao centro  Parvatī (a chefona), Lakṣhmi à esquerda e Sarasvati à direita, as esposas de Shiva (renovação), Viṣhṇu (preservação) e Brahma (criação), respectivamente.

Sarasvati é a Deusa associada ao conhecimento, à música e às artes.

Lakshmi é uma deusa associada à riqueza, à prosperidade e à generosidade, protegendo seus devotos de problemas financeiros. Também está associada à beleza e encanto.

Parvati é a deusa associada a Shiva. Ela é considerada uma representação da Shakti, ou Grande Deusa, especialmente nos seus aspectos de Mãe divina. Parvati também tem aspectos terríveis, como Durga, Kali, Chandi. Ela também tem dez aspectos complementares, as Mahavidyas. Suas formas benevolentes são Mahagauri, Shailputri e Lalita.

Tridevitridevi lakshmi, parvati e sarasvati

 

Vote em Kama!

 

Vaya ou Vayu: Deus do ar, dos ventos, condutor dos sons, dos perfumes. É o pai da música. Pode-se considerar também o deus da tempestade, pois se associa à Indra. Parceiro de Indra é um grande bebedor de soma, a bebida dos deuses hindus e elixir da imortalidade. Foi o primeiro a beber tal bebida.

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Varuna: Aquele que lê. Era um deus arquiteto e ferreiro, devido a isso possuía um conhecimento infinito. Organizou os ciclos do Sol, colocou cada rio em seu caminho, ordenou as fases da Lua, estruturou o relevo da Terra e se encarregou de nunca deixar o oceano cheio demais. Por tudo isso ele tornou-se o rei dos deuses e assim pode dominar também o destino dos homens; sustentando a vida e a protegendo do mal. Porém um grande monstro desafiou os deuses e também a Varuna. E uma profecia revelou que Varuna não poderia vencê-lo. O único capaz de vencer o monstro seria Indra, que ainda nasceria, e após vencer, tomaria o lugar de Varuna. Varuna tentou impedir o nascimento de Indra, mas isso foi impossível. O jovem deus nasceu e tendo poder sobre os raios e tempestades venceu o monstro e se tornou o novo rei dos deuses. Varuna então se tornou o rei dos oceanos e senhor da Noite, dividindo o céu com Surya, o deus do Dia. Varuna é um termo sânscrito, referente a uma divindade védica; Senhor da Consciência Vasta, representando a pureza etérea e a amplidão oceânica da Verdade infinita; destrói tudo o que interfere adversamente no crescimento da Consciência-Verdade na mente do homem.

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Agni: Deus do fogo (não só físico como de qualquer outro tipo: espiritual e amoroso ou relativo a sacrifícios) e deus mensageiro. Irmão de Indra. Ele é imortal e a aparência jovial.  Vívido e hiper ativo. Segundo em importância na mitologia vética, depois de Indra. Vivia em combustão. Leva consigo uma grinalda de frutas

 

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Cidades lendárias hinduísta!

Shambala

No budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria. É mencionado no Kalachakra Tantra e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião Bön o chama de Olmolungring.

Shambhala significa em sânscrito “um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade”, e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala,Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova Idade de Ouro.

Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra. Também é considerada a capital do Reino deAgartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo, por oito cidades etéricas.

Inspiração para a criação literária do inglês James Hilton Lost Horizon (1925), passa a ser também conhecida e referida como Shangri-la

Entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o avatar Kalki , que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina.

Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar .

Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama (em exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: “por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive” .

 

Surya em sânscrito सूर्य (sūrya) é o Deus do Sol, adorado nos Vedas, as Escrituras Sagradas da Índia.

Surya: É o deus sol. Casado com Sanjna, a consciência. O calor e a luz que o corpo de Surya eram tão intensos que queimavam e deixavam cansado qualquer um, principalmente a esposa. Representado como um cara avermelhado, de três olhos e quatro braços. Levas duas tochas em suas mãos. Envia benções e gestos de proteção nas outras.

Filho de Aditi (Espaço), a Mãe de todos os deuses.

Esposo de Sañjñā (Consciência Espiritual).

Seus seguidores eram conhecidos como Sūryabhaktas.

Habitava a esfera solar(Sūryaloka) e seu Reino se estendia até Sūryamaṇḍala, a extensão do espaço até onde os raios do Sol alcançam.

Segundo a lenda Surya banha-se todo pôr do sol nos sagrados rios Ganges e Yamuna.

surya e sanjaSun_God___Surya_by_DevaShard surya

Garuda!

Garuda (em sânscrito: गरुड ) é uma figura mitológica presente nos mitos do hinduísmo. Pássaro solar brilhante como o fogo, é a montaria do deus Vishnu, que é ele próprio de natureza solar.

Um dia a mãe de Garuda e a mãe dos Nagas fizeram uma aposta de qual seria a cor do cavalo divino que estava saindo da batedura do oceano e quem perdesse se tornaria prisioneira da outra, a mãe dos Nagas ganhou a aposta. Querendo a liberdade de sua mãe, Garuda foi até os Nagas e perguntou o que ele poderia fazer para libertá-la, os Nagas disseram que ele teria que roubar e entregar para eles a água da imortalidade dos deuses. Garuda voou até à montanha na qual a água estava guardada, mas para consegui-la ele teve que enfrentar um exército de deuses e dois dragões que guardavam a água. Feito isso, Garuda entregou a água da imortalidade para os Nagas e estes libertaram sua mãe, mas, antes que os Nagas pudessem beber da água, os deuses vieram e a tiraram deles.

Garuda é o emblema nacional da Tailândia e da Indonésia.

Ajude Garuda, a montaria de Vishnu, na enquete abaixo! Para mais detalhes sobre a enquete, clique aqui!

GARUDA_by_gotgitueygarudaVishnu on Garuda

OS VEDAS

O que são os Vedas?
Os Vedas são as escrituras Hindus. A palavra Veda significa “conhecimento”.
Há quatro Vedas, a saber: o Rig-veda, o Yajur-veda, o Sama-veda e o Atharva-veda.

O RIG-VEDA é considerado um dos mais antigos Veda, consiste em mais de 1.000 hinos, e, praticamente, todos os outros Vedas baseiam-se nele. É costume datá-lo em torno de 1.500 a.C..

No SAMA-VEDA nós iremos encontrar uma espécie de releitura do Rig-veda, pois contam os versos do Rig-veda na forma de cânticos, representando, segundo a tradição védica, o êxtase e a benção da chamada auto-realização.

O YAJUR-VEDA é o real precursor de todos os outros Vedas, uma vez que todos estavam inicialmente reunidos nele, dedica-se a purificação da mente e o “despertar” da consciência.

O ATHARVA-VEDA contém cânticos e processos mágicos visando acalentar os deuses e as forças da natureza, com grande ênfase na arte da cura. Seus mantras visam afastar todo o mal, os inimigos, as doenças, a má sorte.

FRASES DOS VEDAS

“Como dois pássaros dourados pousados no mesmo galho, intimamente amigos, o ego e a Consciência habitam o mesmo corpo. O primeiro ingere os frutos doces e azedos da árvore da vida; o segundo tudo vê em seu distanciamento”. RIG VEDA

“Quem é insensível em face do miserável faminto, do doente, não encontra ninguém que o lamente. Generoso é quem dá ao mendigo vagabundo, magro, faminto. Quem o socorre, chamando-o na estrada, adquire um amigo para os dias futuros”. RIG VEDA

“A Verdade é uma, os sábios chamam-na por diversos nomes”. RIG VEDA

“O Universo inteiro é uma família”. RIG VEDA

“Ele que dá a vida, que dá a força, cuja sombra é a imortalidade, cuja sombra é a morte… quem é esse deus que veneramos pelos sacrifícios?” RIG VEDA

“A água na verdade é um curador. A água destrói as doenças, e a água cura todas as (doenças) de todos os seres. Possa esta água atuar como remédio para você e faze-lo feliz”. RIG VEDA

“Om. Contemplemos o excelente esplendor do divino Sol vivificante, presente na terra, na atmosfera e no céu. Que Ele inspire a nossa visão”. RIG VEDA

“Quem verdadeiramente conhece e quem pode aqui declarar de onde nasceu e de onde veio essa criação? Os deuses são posteriores a essa produção do mundo. Quem sabe então como se originou?” RIG VEDA

“Várias são as nossas intenções, e várias também são as vocações que os homens seguem. O carpinteiro procura a madeira; o médico procura a doença; o sacerdote espreme o suco do Soma” RIG VEDA

“Muito antes do aparecimento dos deuses, mesmo antes das três eras, haviam estas ervas antigas, coloração clara e cento e sete em numero”. RIG VEDA

“A respiração tece o homem”. ATHARVA VEDA

“A Terra é a minha mãe e eu sou seu filho”. ATHARVA VEDA

“O Uno abraça esta terra. O Uno abrange a atmosfera que sustenta o céu. No Uno, todas as direções são uma só”. ATHARVA VEDA

“Quando os sábios, em seu pensamento, criaram a palavra, como se estivessem peneirando grãos, os amigos souberam o que é amizade. A beleza apareceu na linguagem”. ATHARVA VEDA

“Ó Brahman, indica-nos o caminho da felicidade eterna! A fim de sermos dignos de morar em teu império, lava-nos, Brahman, das impurezas dos pecados que cometemos”. YAJUR VEDA

“A mente é um instrumento único e sagrado, presente em todos, que o sábio usa para seus atos nobres”. YAJUR VEDA

“O senhor soberano é o senhor de todos os mundos! Mais rápido que o pensamento, único, eterno! Nenhum outro deus pôde criá-lo, Brahman precedeu-os na criação”. YAJUR VEDA

“Ó Vishnu, qual é o teu nome sagrado, quando dizes: ‘Eu sou todo glorioso’? Não ocultes tua força radiosa e permanece conosco nos campos de batalha”. SAMA VEDA

“Agni divino, louvam-te estes homens a fim de adquirirem força. Destrói seus inimigos, cura-os das duas doenças” SAMA VEDA

“Ó Soma, purifica para Indra o licor saboroso, doce e bem filtrado, o licor poderoso que difunde a luz. Ó senhor do alimento, multiplica nossas provisões, aumenta nossa fama”. SAMA VEDA

”Todos os amigos têm olhos e ouvidos, mas são diferentes na energia do seu pensamento. São como os lagos; alguns chegam à boca, outros às axilas, um contém água somente para as abluções”. ATHARVA VEDA

“Não diminui a riqueza de quem faz donativos. O avarento não encontra ninguém que o lamente.” ATHARVA VEDA

“Ó mãe terra, bondosamente me leva a um lugar bem firme! Com o céu cooperando, ó tu que és sábia, põe-me na felicidade e prosperidade!” ATHARVA VEDA

“Não devemos usar o corpo que Deus nos deu para matar as criaturas de Deus, sejam elas humanas, animais ou o que for”. YAJUR VEDA

“Meu corpo, vil matéria, será desfeito ao vento. Minha alma será salva por Brahman, sabedor de todos os meus atos, de todas as minhas intenções”. YAJUR VEDA

 

O deus Shiva eu já coloquei em outra plaga. Para vê-lo clique aqui.

shiva Lord_Shiva____by_wolfscream

 

Observo que Shiva deve ser procurado, porquanto faz parte da Santíssima Trindade do Hinduísmo, ao lado de Brahma e de Vishnu.

Adoro essas alegorias do hinduísmo. Elas são redondas, parecem bolachas trakinas, e são coloridas. Deuses são azuis e deusas são rosas. Geralmente estão meditando ou em repouso. É diferente da civilização ocidental, cujos deuses são animais prontos para guerra.

Brahma, o criacionista.

Deus da criação. Integra a Trimurti, o trio mais foda do hinduísmo. Tem quatro cabeças. Nasceu de um ovo que boiava na sopa primordial. Depois que Brama cria o universo, ele permanece em existência por um dia de Brama, que vem a ser aproximadamente 4 320 000 000 anos em termos de calendário hindu. Ele é poderoso, mas pouco atuante, aliás é preguiçoso, por isso deve ficar em quarto lugar. E quando atua só faz besteira. Normalmente ele confere poderes a demônios que acabam se tornando um verdadeiro perigo para todo o universo. Sempre sobra para Parvati ou Shiva a função de acabar com esses males. A esposa de Brama é Sarasvati, a Deusa da Sabedoria, da música e da poesia, integrante da Tridevi. Na Índia, é pouco cultuado, pois, na visão hindu, sua função já se acabou depois que o universo foi criado.

Vishnu, harmonia é seu sobrenome (no desenho Shurato, vishnu é uma mulher, Shiva um travesti e Brahma uma armadura. Indra não é um deus. Adoro desenho japonês – anime). Pode se manifestar como avatar. Já o fez por meio de dez avatares diferentes, sendo os mais populares Rama e Krishna. A lista completa dos dez avatares é a seguinte:

1. O peixe Matsya
2. A tartaruga Kurma
3. O urso Varaha
4. O homem-leão Narasimha
5. O anão Vamana
6. O padre guerreiro Parashurama
7. O príncipe Rama
8. O pastor de animais Krishna
9. Buddha-Mayamoha
10. O cavaleiro Kalki

avatares de vishnu

Avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito Avatāra, que significa “descida”, normalmente denotando uma (religião) encarnações de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade.

Muitos não-hindus, por extensão, usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.

Quando essa forma despersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, Ele – ou Ela – é conhecido então como a encarnação ou Avatara.

Em uma concepção mais abrangente, a encarnação poderia ser descrita como o corpo de carne. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos matérias de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, Seu corpo e Sua alma transcendem a matéria e embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a Sua essência espiritual.

ESCOLHA A TRISHULA

O que é Ramayana?

O Ramayana foi escrito pelo sábio Valmiki. É uma obra que narra a maravilhosa história do herói Rama e da contenda entre ele e Rávana, o monstruoso gigante demoníaco, que os deuses não podiam matar, mas somente os homens. O poema conta a história do príncipe Rama de Ayodhya, cuja esposa Sita é raptada pelo demônio rei de Lanka, Ravana, e finalmente resgatada.

Ramayana pode ser traduzido como o “Veiculo da Virtude” ou “a viagem de Rama”. O Ramayana consiste de 24.000 versos em sete cantos (kandas). Na sua forma atual, o Ramayana de Valmiki data variadamente de 500 a.C. a 100 a.C., ou quase contemporâneo às versões mais antigas do Mahabharata. Como os épicos mais tradicionais, passou por um longo processo de interpolações e é impossível datá-lo com precisão. Mas, como o seu primo épico Mahabhárata, o Ramayana não é só uma história ordinária. Contém os ensinamentos dos antigos sábios hindus e os apresenta através de alegorias na narrativa e a intercalação do filosófico e o devocional. Os personagens Rama, Sita, Lakshmana, Bharata, Hanuman e Ravana são todos fundamentais à consciência cultural da Índia.

Rama era o primogênito e herdeiro do trono e tinha três irmãos. Para o hindu, Rama é considerado o sétimo avatar ou encarnação divina.
O livro conta a história do homem hindu ideal, Rama, que vê sua esposa Sita ser raptada por um demônio chamado Ravana e a empreitada que ele realiza para a sua libertação. O assunto do Ramayama é simples – é a história do príncipe Rama, deposto do seu trono, que vê a sua fiel esposa Sita arrebatada pelo demônio Ravana. Rama se alia com os bons macacos e constrói com o auxílio deles uma ponte por sobre o mar para chegar à ilha onde Sita está cativa, ele vence e mata Ravana.

No épico, Rama é ajudado por seu bravo irmão Lakshamana e por seu fiel amigo Hanumam (o deus que tem a forma de um macaco). Nesta narrativa, durante a batalha final entre o Rama e as forças de Ravana, Lakshmana, o irmão mais novo de Rama, foi ferido mortalmente.

Hanuman foi encarregado de trazer, ao amanhecer do dia seguinte, a erva chamada Mrutsanjeevi, que, como o nome significa, traz de volta os mortos. Esta erva era para ser encontrada em uma montanha próximo ao Monte Kailash, encravado nos Himalaia. Hanuman voou célere sobre o mar e a terra (a batalha estava se desenrolando em Lanka), mas, surpresa, quando ele alcançou a montanha designada, ele não reconheceu a erva curativa. Desde que nada é impossível para o nosso herói, ele pegou a montanha inteira e voou de volta com ela! Tão pronto a fragrância da erva Mrutsanjeevi alcançou Lakshmana e todos aqueles que haviam morrido no campo de batalha, ele e os demais ressuscitaram. Rama encontra de novo Sita, e volta com ela, muito feliz, para o seu reino depois de o ter reconquistado.

O povo estava satisfeito, mas não demorou muito, até que sussurros a respeito da longa estadia de Sita em Lanka se espalhassem pela cidade, e Rama ouvisse sussurros de que uma escassez no país foi devido à culpa de Sita, que tinha sofrido as carícias de Ravana durante o cativeiro. Na pressão dos cidadãos, Rama a baniu para a floresta.

Sem um murmúrio, a infeliz Sita se arrastou para a floresta, e, arrasada com a aflição de corpo e espírito, encontrou o eremitério de Valmiki, em que deu à luz filhos gêmeos, Lava e Kusha. Aqui ela os criou, com a ajuda do ermitão, que foi o seu professor, e, sob esses cuidados, cresceram belos e fortes.

Aconteceu que, durante o tempo em que os jovens tinham vinte anos, Rama começou a pensar que os deuses estavam zangados com ele por ter matado Ravana, que era o filho de um brâmane. Rama ficou determinado a lhes propiciar por meio de Ashvamedha, o grande sacrifício, em que ele fez com que um cavalo fosse solto na floresta. Quando os seus homens foram buscá-lo de volta, ao fim do ano, eles o encontraram pego por dois jovens fortes e belos que resistiram a todos os esforços para capturá-los.

Quando os seus homens não puderam recapturar o cavalo, Rama foi à floresta pessoalmente, onde descobriu que os homens eram os seus filhos gêmeos, Lava e Kusha. Golpeado por remorso, Rama lembrou do sofrimento da sua esposa Sita, e, descobrindo que ela estava no eremitério de Valmiki, a chamou para vir com ele.

Sita teve tempo de se recuperar do amor da juventude, mas o prospecto de vida com Rama não era completamente agradável para ela. Ela apelou à Terra: se ela nunca amou nenhum homem se não Rama, se a sua verdade e pureza foram conhecidas pela Terra, que abra o seu seio e a leve. Enquanto as pessoas tremiam de terror, a terra se abriu, um belo trono apareceu, e a deusa da Terra, sentada nele, levou Sita com ela e a carregou aos reinos da felicidade eterna, deixando as pessoas arrependidas.

O Ramayana é recheado de histórias onde a lealdade, a devoção e a amizade são o foco principal.

Fonte do texto aqui.

Indra

Panteão hindu

Armas da mitologia indiana*:

“Arco e flecha (bana-dhanus): A flecha representa a energia masculina e o arco, a feminina. Além disso, a flecha simboliza o poder do amor enquanto o arco, o desejo de morte. As cinco flechas do deus do amor Kama significam os cinco sentidos. O arco geralmente tem um nome próprio (exemplo: arco Gandiva de Arjuna).
Bordão ou maça (gada): uma das armas mais antigas, que dá proteção ao usuário e, ao mesmo tempo, um símbolo do poder do tempo e das leis naturais que tudo destroem em sua passagem. Arma usada por Duryodhana e Bhima em célebre luta no Mahabharata
Escudo (khetaka): Protege contra os ataques inimigos quando os deuses lutam com oponentes de mesmo calibre.
Espada (khadga): símbolo da sabedoria, da batalha contra a ignorância e da força da destruição.
Lança (shula): arma de Skanda e Agni, Tradicionalmente, a lança foi feita para ser a arma invencível de Vishvakarma, o arquiteto do universo.
Machado (parashu): a arma que conquista a escuridão e a ignorância, libertando o homem dos laços que o prendem aos assuntos mundanos. É um atributo característico de Ganesha, arma de Parashurama, o avatar de Vishnu (Rama com o machado)
Roda ou disco (chakra): como roda do sol, esse objeto tornou-se o símbolo do ciclo da vida e da morte. Quase sempre representada com raios, ela pode, também aparecer com um formato de um disco ou do sol. É atributo encontrado particularmente em Vishnu (sudarshana chakra)
Seta de relâmpago (vajra): símbulo da invulnerabilidade e da invencibilidade. Como arma, expulsa os demônios. Originalmente, foi a arma de Indra, geralmente retratada como um punhal de dois gumes
Tridente (trishula): Arma de Shiva cujos três dentes representam os três aspectos do deus: criação, proteção e destruição.

No Mahabharata há disputa das armas divinas (divyastras) entre os Pandavas e Kauravas para a guerra (pashupastra, brahmastra, etc). Todas esses astras deveriam ser acompanhados pela entoação do mantra correto para serem utilizados. Também no Mahabharata descreve as formações de manobras dos exércitos. Exemplos são Chakra-Vyuha (exército disposto em forma de roda), Makara-Vyuha (forma de crocodilo), Sakata-Vyuha (forma de círculo), etc.”

*Fonte: comunidade “Mitologia indiana” do Orkut. Autor: अन्द्रे मेलाजि

Ajude Ganesha neste enquete!

Deuses nórdicos: 3ª parte. Frey (Frei ou Freyr), Idun, Njord, Jord e Balder

Balder, o deus bonzinho, cuja morte desencadeou o Ragnarok

Balder ou Baldur (Balðr no original), é uma divindade do panteão nórdico. Segundo algumas fontes, este deus seria filho de Odin e Frigga, segundo outras seria apenas um “protegido” destes. Era, em qualquer dos casos, uma divindade da justiça e da sabedoria, e embora não pertencesse ao núcleo de deuses superiores, Aesir, era-lhe permitida a permanência em Asgard.

Balder é marido da bela Nanna, uma deusa benevolente e bela, que se atirou em sua pira funerária para habitar em Hel com seu marido. São pais de Forseti, uma divindade da justiça, que alguns dizem presidir as Things (assembléias dos homens livres).

Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de Loki, um filho de gigantes que tramava sempre o mal.

Um dia, Balder passou a ser atormentado por estranhos pesadelos, um sinal de sua morte iminente, e isso acabou perturbando todos os deuses. Depois de muito investigar, Odin descobre das völva (sereias feiticeiras do submundo) o destino de Balder e toma algumas precauções para evitá-lo, enviando Frigga com a missão de obter um juramento de todos os seres vivos e não vivos de que jamais fariam mal a Balder. Porém, Loki se disfarça de mulher e tem uma conversa com Frigga, descobrindo que de todos os seres, apenas uma pequena planta, o visco, não prestara o juramento, pois Frigga a julgara pequena e inofensiva por esta ser ainda muito jovem.

Aconteceu então uma festa em que todos os deuses se divertiam atiravando toda sorte de coisas em Balder, as quais sempre se desviavam de seu alvo. Havia um, porém, que não participava da brincadeira,Hodr (ou Hod), o irmão cego de Balder. Loki, disfarçado, pergunta a Hod por que ele também não participa da festa, e este responde que não sabia em que direção atirar. Aceitando a sugestão de Loki, Hod atira uma flecha feita de um ramo de visco no coração de Balder, que no mesmo instante cai morto.

Frigga pede para Hermodr ir ao submundo trazê-lo de volta. Hela concorda, com a condição de que todos os seres vivos derramassem uma lágrima por Balder. Mas a tentativa é novamente frustrada por Loki, que disse que não o faria. Dessa forma, Balder não pôde ser ressuscitado.

Não obstante, esperava-se que Balder retornasse após uma grande catástrofe mundial (o Ragnarok) e governasse um mundo novo. A semelhança dessas expectativas pode ter ajudado na difusão inicial do cristianismo entre os nórdicos.

Baldur balder god of war

Jord, versão nórdica de Gaia.

Jord ou Jörð, é a deusa de Midgard (a Terra na visão dos nórdicos).Algumas lendas dizem que ela é irmã do deus do mar, Njord, embora outras afirmem que ela seja amante de Njord.

É a deusa que permite e que faz todas as coisas crescerem na terra, de árvores à flores. Jord é uma Jotun, embora seja tratada também como uma Æsir, o que mostra como, diferente do que normalmente se pensa, os Jotuns não são criaturas más necessariamente.

Jord também é mãe do deus do trovão Thor mãe também de Meili, sendo Odin o pai.

Diferente dos outros Æsir, ela não permanece em Asgard, mas sim em Midgard para tomar conta da terra.

Ajude Jord nesta batalha.

Njord, deus dos mares

Na mitologia nórdica, Njord, o deus vanir dos Mares, dos ventos e da fertilidade, contraposto a dos Aesir, dos quais Odin era o líder. Njord era o Pai deFreya, a deusa do amor, e de Freyr, deus da fertilidade, e casado com Skade1 .

É o protetor dos pescadores e dos caçadores que, em sua honra, construiam pequenos altares nas falésias e nas florestas, onde depositavam parte do que conseguiam pescar ou caçar. Era visto como um deus pacífico.

Njord casou com Skadi, deusa do Inverno e da caça. Skadi escolheu o seu marido observando os pés dos deuses, sem lhes ver a cara, e começou a procurar os pés mais limpos e bonitos, e escolheu os de Njord, porque seus pés sempre estão limpos por causa da água do mar. Njord e Skadi não tiveram um casamento feliz, e logo se separaram, pois Skadi como uma deusa das montanhas não conseguia viver nas costas oceanicas assim como Njord não conseguia viver nas montanhas, com a constante mudança foram criadas as estações do ano

Freyr

Na mitologia nórdica, Frey, Frei, Freyr ou Freir é filho de Njord e irmão de Freya, e está casado com a gigante Gerda. É um deus representado como belo e forte que comanda o tempo e a prosperidade, a fertilidade, a alegria e a paz. É o deus chefe da agricultura.

É o patrono da fertilidade, o soberano dum país chamado Álflheimr, reino dos elfos da luz (ljósálfar), que são os responsáveis pelo crescimento da vegetação. O Skirnismál (“A Balada de Skirnir”) nos informa que Frey é filho de Njörðr (Njord), o deus da fertilidade. É portanto um deus dos Vanir. Seu cavalo salta qualquer obstáculo e a sua espada mágica, forjada por anões, move-se sozinha nos ares desferindo golpes mortais, mesmo se for perdida em combate. É senhor de um javali de ouro chamado Gulinbursti, criação dos anões Brokk e Sindri, que conduz um carro como se fosse puxado por cavalos, e cujo brilho reluz na noite. Tem também um navio, Skidbladnir (Skidbladnir), que é tão grande que nele cabem todos os deuses, mas pode ser dobrado e guardado na algibeira. É uma das mais antigas divindades germânicas junto com Freyja e Njörðr, e seu nome significa “senhor”.

Apesar de ser um deus pacífico, Frey está destinado a lutar contra Surtur na batalha de Ragnarok. Nesta luta não poderá utilizar a sua espada mágica, porque a deu ao seu escudeiro, Skirnir[

Idun, a deusa da juventude (tenho convênio com ela. Ela me cede algumas maçãs da juventude para eu comer. Por isso aparento ter mais de cinco a menos do que realmente tenho, rs)

Iduna (também conhecida como Idun ou Iðunn) era, na mitologia nórdica, esposa de Bragi e deusa da poesia. De acordo com o Edda em prosa ela era a guardiã do pomar sagrado cujas maçãs permitem aos Aesir restaurarem a sua juventude pela eternidade. Ela é responsável pela imortalidade dos deuses, fornecendo uma maçã por dia, vinda de seu cofre de madeira de freixo, que mantêm a juventude e força. Na “Altercação de Loki”, das baladas édicas, ela é acusada de adultério pelo perverso Loki[1]: “Idun aperta em seus braços o assassino de seu irmão”. Em outras fontes da Mitologia Nórdica temos o episódio no qual o gigante Tiazi por ela se apaixona, seqüestrando-a metamorfoseado em uma águia. Ao que parece, Idun não tinha culto regular entre os nórdicos, era deusa mais figurativa.

Ajude Idun.

Argentina campeã mundial da Copa de 2014 – Messi o melhor da Copa!

A Argentina será a campeã mundial da Copa de 2014 e Messi será o melhor da Copa e o melhor do mundo pela sexta vez kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Não vejo a hora do Brasil perder essa Copa. Vou torcer para que enfrente a Argentina logo nas oitavas ou nas quartas. Não quero que o Brasil chegue até a final. Vou torcer para o Messi, pois ele é o cara. É melhor que Pelé, mas é humilde e fica na dele. Se porta como homem. Não é como essas estrelinhas metrosexuais que não jogam nada, fazem penteados ridículos, dancinhas babacas e um monte de propagandas idiotas, como o Neymar. O Neymar nunca chegará aos pés do Messi. O argentino com 20 anos já era o segundo melhor do mundo. E o Neymar? Nada. É só modinha. Nunca fará 82 gols em uma temporada e nunca será tão regular como o melhor do mundo. Vamos, vamos Argentina, vamos ser campeã em 2012!!!! Vamos Messi, mostre para os jogadores brasileiros o que é ser jogador e como um homem deve se portar. Continue a ser um exemplo a ser seguido e não um produto da mídia e da carência de ídolos. E que se foda a CBF, a Globo, a FIFA e essas empreiteiras gananciosas, bem como os corruptos que estão superfaturando as obras.

 

Poder orc, Orcs

Sempre torci para os orcs dizimarem os humanos nos filmes e nos jogos. Acho que tenho problema. Talvez me identifique com o modo de organização deles. Um Estado hierarquizado e militarizado, no qual a força é a lei suprema e a lealdade é a virtude única. E cada vez gosto mais dos orcs, visto que estou cansado dos humanos e seus pecados capitais, reiterados diariamente. Logo, o massacre de humanos vai continuar nos jogos. Os orcs sempre vencerão e se eu perceber que vou perder para os humanos, vou desligar o jogo e reiniciar tudo de novo. =)

Jogo com orcs 1