~~ Fiore Rouge ~~

…watching this makes me want to throw up. This video has been around for a year and there are only over 7.000 views…of course, it’s not interesting to have this viewed by millions, is it? Please watch. It’s the least you can do. The best you can do, in this world where we feel impotent, is to spread the video – and also, alternatively, help Wikileaks – be it with information you possess or with money.

…é de dar nó no estômago. Faz um ano que colocaram o vídeo no ar, e tem pouco mais de 7.000 visitas…tem tanta merda “viral” por aí….ISSO AQUI é que é caso de divulgar para todos!!! É o mínimo que podemos fazer 😦 Ajudar o Wikileaks financeiramente é outra coisa que podemos fazer. Ah, para quem não entende inglês, este vídeo, de 2007, mostra 2 fotógrafos iraquianos que trabalhavam para a empresa Reuters…

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Críticas à série Spartacus. Falhas técnicas e falha na busca por uma série 100% masculina.

Críticas à série Spartacus. Falhas técnicas e falha na busca por uma série 100% masculina.

É a melhor série de todos os tempos. É legal ver sangue para todos os lados, batalhas ferozes, homens em busca de glórias e forjados nas arenas, bem como belas mulheres nuas fazendo sexo o tempo todo. Dá vontade de gritar, de ser um gladiador e de mostrar que vc é o cara. Todavia cabem aqui algumas considerações.

Uma constatação que muito me incomodou nestas três primeiras temporadas de Spartacus é que os homens romanos são absolutamente burros e incompetentes, como Glaber e Varinius, ou essencialmente maus, como Batiatus e todos os romanos da série, com exceção daquele velho que recebeu Spartacus e seus seguidores em seu templo, aos pés do Vesúvio.

Na série, o exército romano em particular é formado por soldados despreparados que não fazem frente aos gladiadores. Um gladiador mata vários soldados romanos sem muita dificuldade. Não acredito que um exército que garantiu o poderio de Roma por tanto tempo tivesse soldados tão ruins. A luta entre gladiadores e soldados romanos chega a ser chata de tão desproporcional e previsível que é. No último capítulo da terceira temporada, os romanos são facilmente derrotados por uma manobra arriscada efetuada por 4 gladiadores, mesmo o exército de Roma estando em superioridade numérica expressiva e mesmo tendo cercado os escravos no vulcão Vesúvio. Impossível que um exército, ainda que mal gerido, seja derrotado do jeito que foi, ainda mais porque os insurgentes estavam esfomeados.

Outra coisa que às vezes me incomoda é que parece fácil matar as pessoas. Sei que é próprio da série a matança e a falta de pudores para mostrar a morte violenta em combate, entretanto qualquer golpe de espada já faz tingir a tela de sangue. Parece que as pessoas são sacos de sangue prontos para serem estourados.

Quanto aos Gladiadores, gostei de todos eles. São muito bem construídos. É legal a rivalidade entre eles. Gannicus é um porra louca, Crixus é um personagem complexo e muitas vezes imprevisível, Onemaeus é um cara honrado e Spartacus engenhoso e inteligente, um verdadeiro estrategista. Entretanto, na série há uma necessidade tão grande de torná-los herois e virtuosos que chega a incomodar. Atos heroicos, porém desnecessários e racionalmente fadados ao fracasso, são constantes na série, como o resgate de Naevia ou a extrema preocupação de Spartacus com a família deixada por Varro.

Sobre as mulheres da série, há dois grupos: as romanas e as escravas. Estas são chatas. Trazem discussões e problemas femininos para a série. Infelizmente, hoje não há nada 100% para homens. Sempre existe alguma questão feminina para estragar filmes e seriados feitos para homens. Nada contra as questões femininas, mas hoje em dia em todo o lugar, em tudo há discussões sobre o papel da mulher no mundo sendo discutidas, em um círculo vicioso. As mulheres já têm novelas como “Rebeldes”, a teledramaturgia global e a saga Crepúsculo para serem o centro do universo. Custa deixar filmes como 300 e séries como Spartacus fora disso? Ninguém que se propõe a assistir Spartacus quer ver os conflitos existenciais da Mira, que se resumem a querer ser mais do que a “puta” de Spartacus. Spartacus amava a esposa dele, que morreu de forma trágica, depois dela o que vier é lucro. Não sei porque os diretores da série insistiram tanto em fazer com que ela, para não ser considerada meramente a puta de Spartacus, participasse das batalhas e tivesse fundamental importância em algumas empreitadas, como o resgate de Crixus e Oenomaus na arena. Forçaram a barra! Eu sei que o que se quer se atingir é o público feminino, mas pô, que negócio chato. Já está sendo comida por um dos caras mais importantes da história e que não a amava, está bom. Aproveite, tenha filhos e seja feliz. Ainda bem que ela não estará na série na última temporada.

Outra escrava chata e que traz à tona questões femininas que não combinam com a série, que deveria ser dirigida ao público masculino, é aquela magrela feia da Naevia. Ela é fraca, magra, delicada e cheia de mimimis. Foi resgatada e o custo disso foi a morte de vários gladiadores e ainda assim fica com frescura. Depois, ela simplesmente mata Ashur, um gladiador que a estuprara, em uma batalha. Sabe vingancinha? Sabe aquelas imagens que querem demonstrar que as mulheres são fortes e capazes também? Não que não sejam, mas uma moça que na série mal consegue levantar uma espada e que nunca foi treinada com rigor matar um gladiador que sempre lutou contra os melhores e ainda sim saiu vivo? Ah, pelo amor de Zeus, né? É fato notório que existiam gladiadoras também, mas Naevia não era e jamais teria condições de matar Ashur e este jamais teria sido negligente e baixado a guarda.

Entretanto, gostei das mulheres romanas. Essas são más, lindas, ardilosas e manobram os homens romanos por meio de sexo. São muito gostosas. Não são chatas como as escravas. Não têm pudores como as escravas. Tem mais independência e não medem esforços para conseguir o que querem. Tudo bem que às vezes o excesso de conspiração e de reviravoltas entre elas (principalmente Lucretia e Ilithyia) enchiam o saco, mas não foi nada tão cansativo como os problemas existenciais das escravas. São incompatíveis com uma série 100% masculina. Homens não querem saber de sentimentos comuns de mulheres, querem vê-las poderosas e más, sem essa de que mulher é boazinha, justa e que não é interesseira.

Enfim é isso: as escravas são chatas e femininas demais em uma série que deveria ser 100% masculina; as romanas são víboras e só fazem maldades; os homens romanos são estúpidos e os gladiadores são muito heroicos.

Grandes batalhas XXXIII: Fujin vs Raiden – Elementais japoneses em conflito

A constante suavidade do vento (força eólica) ou a violência pontual do raio (descarga elétrica)?

Grandes batalhas XXXII: Quem é o verdadeiro Deus do Trovão: Thor, Raiden ou Zeus?

Cuidado, pois nesta enquete vai sobrar raio para todos os lados.

Great battles XXXII: Who is the true God of Thunder: Thor, Raiden or Zeus?

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Grandes batalhas XXXI (31) – Ares vs Tyr – A guerra dos deuses da guerra

Deuses da guerra de ideologias opostas!

A guerra interpretada em sentido literal, aquela que ignora o termo humanidade, como propõe Ares, ou a guerra que observa valores humanos, como defende Tyr?

PS: seja sincero(a).

Please correct my English. I’m learning yet.

 

Great battles XXXI (31) – Ares vs Tyr – The war of the gods of war

 

Ares. The war for war. Fight and annihilate mercilessly enemy. The only ethics of war is the destruction of the enemy, no matter what the cost, damn it!

 

Tyr. Value, sacrifice and honor. War is not beautiful, but it is necessary to ensure fairness. Courage and respect to our enemy are the attributes that should move the soldier.

Grandes batalhas XXX: Circe vs Morgana – A bruxa mais influente da história é…

Aqui estão as duas bruxas mais influentes da história. Qual aquela que melhor lhe apraz? A doce Morgana que tentou  conviver com a feroz e intolerante expansão do cristianismo ou a sensual Circe, que usava todo seu potencial feminino para controlar e subjugar os homens, transformando-os, inclusive, em animais.

Obs.: Morgana, da mitologia celta e das lendas arthurianas, lutou contra a força mais poderosa e opressora que existe: a crença irresponsável e radical em uma entidade celestial que jamais se manifestou perante os homens, mas que, ainda sim, tudo justifica, sendo a panaceia universal para todas as razões e escopos políticos, religiosos, militares, expasionistas e etc.

Obs.: Circe transformava os homens em animais considerando a personalidade deles, por isso a maioria era transformada em porcos, rs. No meu caso, entretanto, fiquei sabendo, por fontes seguras, que eu seria transformado em um tigrão  =), abençoado por Hebe, deusa da juventude, para sempre manter minha vitalidade e potência física, rs.

Please correct my English. I’m learning yet.

Great battles XXX: Circe vs. Morgana – The most influential witch story is …

 

Circe is feminist, she turned men into pigs, daughter of the sun god Helios, lived on the island of Eana. It is the goddess of black magic and witchcraft, mother of all witches.

 

Morgana is feminist, worship a goddess, not a god, and lives in an enchanted island called Avalon. She is a priestess. She fought against Christianity.

Deuses, gods, panteão grego, deuses egípcios, hinduísmo, deuses gregos, genealogia

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Todos os deuses juntos IoI Escolha a galera que vc mais gosta! Leiam A Nova Teogonia Livro I e Livro II, de minha autoria. A Nova Teogonia tem na Livraria Cultura também! xxxxxxxxxxxxxxx Na Grécia Antiga, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estes, apesar de serem imortais, possuíam características de comportamentos e atitudes […]