Grandes batalhas XLI: Virgens!!!! Qual a virgem do Olimpo que você gostaria de possuir?

Atena

Héstia

Ártemis, ou Diana, e suas lendas.

Acteão e Órion:

Acteão:

Psicólogo: – Vossa Divindade não se arrepende? Não tem remorso?

Ártemis: – Não.

Psicólogo: – Mesmo sabendo que ele era o melhor caçador humano de seu tempo?

Ártemis deu de ombros.

Psicólogo: – Acteão era filho do rei Cadmo, era jovem e ainda tinha uma vida pela frente.

Ártemis: – Eu sou filha de Zeus e tenho toda a eternidade para vivenciar.

Psicólogo: – Mas ele não teve culpa!

Ártemis: – Nem eu.

Psicólogo: – Mas Vossa Divindade o puniu sem que ele tivesse qualquer culpa no cartório!

Ártemis: – Ele me viu nua.

Psicólogo: – Mas precisava matá-lo?

Ártemis:- Eu não o matei.

Psicólogo: – Vossa Divindade o transformou em um alce em meio a dezenas de caçadores e cães de caça! E os caçadores eram os amigos dele! Como Vossa divindade não o matou?

Ártemis: – Sou casta, bela, divina e do sexo feminino. Acteão era pervertido, feio, humano e do sexo masculino. Não tinha porquê não matá-lo. Além disso, fui misericordiosa, permiti que ele visse todo meu corpo atlético e perfeito antes de transformá-lo em caça. Até dei uma voltinha para ele ver meu bumbum.

Psicólogo: – Vossa Divindade é uma psicopata! Fria, narcisista e sexista! Acha que a sua castidade vale mais do que uma vida humana! Acha que a imagem do seu corpo nu é imaculada, quando não passa de mais um corpo malhado entre tantos outros! Vossa divindade discrimina os seres humanos, especialmente os homens! A vaidade que manifesta e ostenta é nojenta! Você não pode ser chamada de divindade, mas sim de assassina! Monstro, saia imediatamente do meu consultório!

Ártemis: – Precisava ouvir isso, obrigada! Lá no Olimpo ninguém fala a verdade na minha frente. Na próxima sessão conversaremos sobre Órion, ok?

Psicólogo: – Ok. Ah, só uma coisinha.

Ártemis: – O quê?

Psicólogo: – Deixe uma flecha lunar de prata com a secretária. Sabe, minha filha é sua fã e…

Ártemis: – Entendi. Pode deixar.

Psicólogo: – Obrigado.

Órion:

Apolo e Ártemis, como de hábito, estavam juntos. Ambos os irmãos se gostavam muito e eram extremamente unidos e trocavam confidências. No entanto, tal proximidade e intimidade acarretava em um problema grave: Apolo tinha um enorme ciúmes da adorável irmã.

Naquele dia, ambos viram passar, andando pela superfície as águas, um grande e belo ser: Órion.

Ártemis imediatamente se interessou pelo gigante. Apolo explicou para ela que Órion, um exímio caçador, era filho de Poseidon e que por isso tinha a capacidade de trafegar pela superfície da água sem afundar. Contou que Órion era amaldiçoado, pois outrora tentara possuir Mérope à força, a filha de Eunápio, rei de Quios. O mencionado rei queria que ocorresse o casamento entre ambos, mas sempre adiava a data do casório, o que fez Órion tomar a mencionada atitude. Como punição, o rei ofendido pediu ao deus Dionísio que embriagasse o caçador para então cegá-lo durante seu sono. Órion, vítima da armadilha, ficou cego. Posteriormente um Oráculo lhe disse que se partisse para o Oriente e deixasse o Sol nascente banhar seus olhos, o sentido da visão seria restaurado. Com a ajuda de um dos ciclopes de Hefesto, Órion chegou ao Oriente e recuperou a visão. Quando voltou, tentou se vingar do rei Eunápio, mas este não foi encontrado.

Logo, aquele que andava sobre as águas chegou perto dos deuses irmãos e Ártemis, empolgada, convidou-o para ser parceiro de caça, o que foi imediatamente aceito pelo filho de Poseidon.

Com o tempo Órion se apaixonou pelas ninfas acompanhantes de Ártemis, as plêiades. As sete ninfas não tinham mais sossego, pois Órion, na “seca”, era muito chato e persistente. Precisava de qualquer jeito afogar a concupiscência. As plêiades, em ato de desespero, e sem o amparo de Ártemis, que gostava de Órion e o achava extremamente útil e competente no mister de caçar, procuraram Zeus, que a transformaram em pombas e depois em uma constelação.

E o tempo passou. Ártemis e Órion estavam cada vez mais unidos e isso abalava muito Apolo, que parecia ter perdido a companhia da irmã deusa da floresta. Precisava se livrar daquele cara para ter a maninha de volta só para ele.

Um dia Apolo aproximou-se de Ártemis, que só estava, e lhe propôs um desafio: acertar com as flechas de prata lunares um distante ponto negro no mar. Ártemis, que adorava ser desafiada, topou e imediatamente atirou. A flechada atingiu o ponto negro e Apolo sorriu.

Dali a instantes as ondas do mar trouxeram para a praia o lívido corpo de Órion.

Ártemis ficou furiosa, pois percebeu o embuste, a vilania e o ardil do funesto irmão, mas momento depois se reconciliou com ele, afinal de contas ambos se amavam fraternalmente e não tinham remorso de seus crimes – e já haviam praticado outros.

Ártemis, ainda assim e para homenagear o amigo que matara, pediu para Zeus que Órion fosse transformado em uma constelação e o que foi feito. Desde então, a caçada às plêiades foi reiniciada no zodíaco (gargalhada maligna).

Grandes batalhas XL: Deméter vs Pã (Bancada ruralista vs ambientalistas)

Tendo em vista a reforma do Código Florestal, gostaria de saber de que lado você está. É a favor da produção maciça de alimentos ou da preservação do meio ambiente?

Eu sei que o ideal é o desenvolvimento sustentável e que não haveria o “verde” sem a existência da Humanidade. Sei que as florestas são grandes filões de remédios e produtos naturais e também sei que a melhoria nas técnicas de cultivo e a expansão da agricultura podem, se houver boa vontade e organização, acabar com a fome. Sei que você sabe que eu sei de tudo isso, mas vota aí vai. Por favor! 0.0

Não fique em cima do muro. =)

Campanhas:

Deméter frase:

– EU QUERO VER O QUE VOCÊS VÃO COMER QUANDO O BUCHO RONCAR!!!! – resposta enfática à campanha dos ambientalistas, liderada por Pã, que a acusa de destruição das matas ciliares e das florestas para plantar trigo, café, soja e etc. Deméter conta com o carisma de Perséfone e com a fortuna de Hades para tocar a campanha, cujo tom é agressivo. Idun é simpatizante.

Pã frase:

– Salve as árvores! – mote da campanha de Pã. – Ártemis, Flidais, Gaia e Jord estão ao lado de Pã. Obs.: apesar de Pã poder soltar um grito ensurdecedor e arrepiante, ele está se valendo de um tom ameno e amigável na campanha.

Grandes batalhas XXXIX – Deuses zoados: Bes vs Dionísio. Quem é o deus mais singular ou porra-louca?

Tu sabes o que é uma pessoa “porra-louca”?

R: Pessoa espontânea, extravagante; que age e reage aos fatos e circunstâncias de forma livre; de acordo com o próprio jeito e vontade. Pessoa sem preconceito, que se comporta de modo não formal; não comum. Pessoa que não se preocupa com a opinião dos outros na hora de tomar uma atitude.

Em suma, é uma pessoa zoada e sem noção, segundo o vulgo. Sabe aquela pessoa que desconhece qualquer regra de etiqueta? Que foge completamento do meio termo? (Meio termo é a soma das esquisitices dos indivíduos dividida pelo nº de sujeitos) Que chama atenção por circunstâncias ou comportamentos pouco usuais? Ou que simplesmente fala “coisas” fora do padrão e do que é esperado? (Esse último exemplo é o meu caso).

Na mitologia também havia divindades que recebiam a pecha de estranhas por serem pouco ou nada formais. Será que elas mereciam esses qualificativos? Ou será que ninguém respeitou suas singularidades?

Já fui chamado de sem noção – mais de uma vez – e por isso resolvi fazer este post. Não para me defender ou justificar minha alcunha, ou mesmo para exaltá-la, mas apenas para chamar atenção das pessoas que se julgam comuns ou que já colocaram a pecha de sem noção, estranho ou porra-louca em outrem (evitem fazer isso, por favor), e para avisar para todas as vítimas desses apelidos que elas não estão sozinhas. Clamem por respeito, brandem por liberdade, invoquem todos os seus direitos e sejam felizes. Diga não ao Bullying!

Veja a situação aviltante a que ambos os deuses eram sujeitos e diga quem teve a vida e, como corolário lógico, o comportamento mais singular ou mais porra-louca.

O Inferno de Dante Alighieri, a Divina Comédia

Inferno de Dante Alighieri

Obs.: Você pode notar como há justiça na religião católica. Só porque o cara nasceu antes de Cristo tem que ir para o primeiro círculo do Inferno. Lamentável.

Obs. 2: É estranho essa ideia de que as nossas escolhas nesta vida terão reflexo no pós morte. Aliás, acho isso ridículo. Primeiro pela razão tempo. A vida do ser humano não é nada perto da eternidade, porque um lampejo de vida irá gerar consequências para o resto da vida pós morte? As escolhas das pessoas são em grande parte influenciadas pelas circunstâncias em que elas se encontram, pela educação e exemplos que teve. Se eu passasse fome, iria roubar para sobreviver. Se eu não tivesse educação, não daria tanto valor à vida. Seria punido eternamente por isso? Em segundo lugar, qual a finalidade de se manter uma estrutura como o Inferno? Punir, punir, punir. O capeta seria muito mais inteligente se militarizasse o seu povo para mover guerra contra o céu, de onde foi expulso por tentar quebrar a hierarquia e o continuísmo de lá – assim como foram quebradas muitas ditaduras por aí. Terceiro: pecado é relativo. Cada tempo tem seu pecado. Hoje, adultério não é mais crime, masturbação não é mais considerada doença, ter uma religião diferente da católica é direito. Quarto: ninguém sabe se há vida após a morte e a natureza das coisas indica que não há. Quinto questionamento: dizem que todos aqueles que crêem em Deus vão para o Paraíso. Basta crer em Deus? Como ficam os psicopatas? É um critério justo esse? Posso ser um filho da puta desde que acredite em Deus? Reservarei um lugarzinho no céu mesmo que venda lugares nele para ignorantes? E quantos aqueles que são ignorantes? Eles têm aptidão para saber o que é certo e errado? Alguém tem essa aptidão? Sexta questão: somos humanos, num dia escolhemos um caminho, noutro podemos escolher um diverso. Podemos e costumamos voltar. Também podemos ficar parados. Quem nunca se arrependeu um dia? Quem nunca voltou atrás? Quem nunca mudou de opinião? Quem nunca fez escolhas diferentes em situações semelhantes? Se podemos ser tão contraditórios, e de fato somos, porque uma escolha pode gerar repercussões para o resto de nossas vida após morte? Se ainda fosse limitada à nossa vida… Podemos mudar sempre, e pagarmos eternamente por uma escolha… é justo, razoável ou proporcional? Sete: somos apenas seres humanos, não temos super poderes, somos uma conjunção de sentimentos, aprendizados, circunstâncias – a maioria aleatória -, herdeiros da cultura pretérita… Por que dar tanta importância para decisões erráticas de seres erráticas? (continuo algum dia).

Anjos vs demônios

ESPARTA


1- Vejamos ainda outros usos opostos aos do resto da Grécia que Licurgo estabeleceu em Esparta. Nos outros Estados, todos se enriquecem tanto quanto podem: um cultiva a terra, outro arma um navio, um terceiro faz comércio, os outros vivem de diferentes ofícios.

2- Em Esparta, Licurgo proibiu os homens livres de tocar em quaisquer assuntos de dinheiro; assegurar a liberdade do Estado, essa é, segundo ele, a única ocupação que devem considerar como sua.

3- E de facto, porque se procuraria a riqueza ali, onde o legislador, ordenando distribuir a mesma porção à mesa comum e viver do mesmo regime, fez as coisas de modo a que não se deseje a riqueza para levar uma vida luxuosa. Também não é pelas roupas que se deseja enriquecer; o adorno de um espartano não está no luxo das vestimentas mas na boa constituição do seu corpo.

4- Também não é para…

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Poderosa Ísis (The Secrets of Isis), mitologia egípcia, e Mulher Maravilha, mitologia grega – DC comics

Curti, rs. Essa Ísis é muito gata. Pena que o seriado só teve 22 capítulos!

Poderosa Ísis

PS: eu ainda não havia nascido quando da produção do seriado.

Smac!

Outra séria cuja protagonista era uma heroína ligada à mitologia e à DC Comics foi a “Mulher Maravilha”, atualmente filha de Zeus, segundo o reboot da DC.

uau!

Quem ganha na porrada?

Zeus, Hera, Poseidon, Atenas, Hades, Perséfone, Ares, Hebe, Deméter, Olimpo, 24.08.06 – 1ª Parte

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Mais um trecho do livro: 24.08.06 – 1ª Parte ————————————— 24.08.06, nesta data o Olimpo estava em festa. Comemorava-se o décimo milênio da derrota do monstro Tifão, última ameaça séria aos deuses olimpianos. Com efeito, Zeus, Poseidon, Hades e os demais deuses gregos, após um sem número de batalhas, que se iniciaram com a primeira […]