Grandes batalhas XLV – Corrida maluca. A verdadeira Fórmula 1! Meios de transporte mitológicos. Escolha o seu e venha para a pista!

Vishnu on Garuda

Dagda, Dana, Mitologia celta, gaulês e irlandesa

DAGDA

Apesar de filho de Dana e Bile, o “Deus Bondoso”, Dagda é o patriarca dos deuses, o mais poderoso e significativo deles. Seu nome quer dizer “o que golpeia com grande eficácia”, já que leva consigo um martelo com o qual dá vida, ressuscita e mata. É um deus da abundância. Veste uma túnica curta, refletindo ao mesmo tempo autoridade e benevolência. Foi e ainda é o deus mais venerado entre os druidas. Senhor dos elementos (água, fogo, ar, terra e eletricidade), da sabedoria e da adivinhação, mestre da música, arte, poesia e eloquência, excelente guerreiro, deus simples e agradável que tem como tarefa garantir a transição durante as diferentes etapas da vida e depois até a “pós vida”. Enfim, Dagda é um bom partido. Possui um caldeirão mágico onde pode ressuscitar os mortos em batalha (Freya, Hades e Odin não gostam nada disso). De sua união com Boann teve Oengus Mac Og, deus do amor, concebido e nascido em apenas um dia (bota prematuro nisso). Dono de grandes proezas de guerra e aventuras, conta-se que certa vez capturou com uma mão um ser com 100 pernas e 4 cabeças. Também simboliza a fertilidade, a abundância e regeneração. Por vezes sua imagem é quase grotesca, mas mesmo assim, é querido e respeitado. Come grandes quantidades de comida (rivaliza com Thor). Com Morrigan formava um casal. Possui uma harpa mágica com a qual controla o inicio e fim das estações celtas. Foi pai da deusa Brigitt, do deus Oghma, do deus Mider, do deus Angus Mac Og e de Bodb, O Vermelho, que o sucedeu como governante dos deuses.

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DANA

Esposa de Bile, o deus bondoso, principal deus gaulês, Dana, também conhecida como Ana ou Brigite, era a deusa mãe ou rainha. Nascida entre os deuses da vida, da luz e do dia. Considerada a deusa da literatura. É a divindade mais antiga mencionada pelos celtas, de cuja divindade derivam todos os outros deuses (seria uma espécie de Gaia?). É a Mãe Universal e mãe de todos os deuses. Relacionada à lua, era a governante das marés. Protegia o gado, a saúde e garantia a prosperidade. Os rios e lagos também estavam sob sua curatela. Esta era a deusa invocada para conseguir abundância, sabedoria e prosperidade.

 

 

“A mãe celeste, que dança na espiral das serpentes das estrelas, é a fonte de onde nasceu aquele povo antigo, que trouxe o druidismo a terra da esmeralda, seu nome Dana, significa bailarina brilhante” Cathbad

Grandes batalhas XLIV – Poder Judiciário. Forseti, Éaco, Radamanto, Minos e Osíris – O julgador mais eficiente, imparcial e justo é…

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Forseti

Filho de Balder e Nanna, Forseti era o mais sábio, eloquente e mais gentil dos deuses. Quando tornou-se conhecido em Asgard, os deuses lhe convidaram à sala de conselhos para que fosse o patrono da justiça e seriedade, dando-lhe o palácio de Glinir como morada. Em sua função, resolvia os problemas entre os deuses, os homens, os gigantes e entre todas essas espécies, escutando pacientemente a ambos os lados (contraditório, ampla defesa e devido processo legal) e proferindo sentenças tão justas que ninguém era capaz de encontrar erro em seus decretos (as decisões eram todas fundamentadas, de forma a afastar o arbítrio). Tamanha era sua eloquência e poder de persuasão que nunca falhava em reconciliar os piores inimigos (É que ele não conhece a sanha dos bancos brasileiros). Todos os que eram levados a sua presença podiam estar seguros de que, dali em diante, poderiam viver em paz, pois ninguém ousava desobedecer um juramento feito diante dele, a não ser que quisessem sofrer sua justificada cólera e serem punidos por morte imediata (Uau, acho que isso fere o princípio da proporcionalidade e da razoabilidade – individuação – das penas). Como deus da justiça e da lei eterna, era natural que Forseti comandasse todas as assembleias judiciais – Asgard também tem um judiciário atolado de processos, parece que isso é assim em todo o lugar.

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No Hades as almas eram julgadas por três juizes, com responsabilidades específicas: Minos, tinha o voto decisivo, Éaco, julgava as almas européias e Radamanto, julgava as almas asiáticas. Nem mesmo Hades interferia no julgamento deles, a não ser em raras ocasiões.

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Juíz dos mortos: Osíris

Filho de Nut e Geb e marido de Isis, Osíris foi um dos deuses mais populares e importantes de todo o panteão egípcio. Chefe da tríade formada por Osíris, Isis e Hórus, nos textos funerários aparece como Rá. É um deus rei, apesar de sua soberania ser exercida no reino dos mortos. De qualquer forma, era um deus agrário. Representa a renovação, o renascimento da terra após a inundação do Nilo (já que morria na estação mais seca e renascia após a retirada das águas do crescimento, enquanto Seth reinava como um deus caótico do deserto). Chegou a ser rei do Egito e ensinou a civilização através da amabilidade e persuasão. Ensinou a agricultura aos homens, estabeleceu um código de leis e fez com que os homens respeitassem e adorassem os deuses. Em seguida, viajou por outros países para continuar seus ensinamentos, deixando Isis no governo. Ao retornar, Seth e seus 72 companheiros fizeram com que Osíris se trancasse em uma arca e o lançaram no Nilo. Ísis o trouxe de volta, porém Seth o encontrou e cortou-lhe em pedaços, espalhando as partes por todo o Egito. Depois de ter seu corpo recomposto e retornado à vida graças a esposa, Ísis concebeu Hórus com ele e o filho vingou sua morte governando o Egito e enviando Seth ao deserto. Osíris não pode retornar a Terra e permaneceu como deus do mundo inferior. Como Hórus representava o faraó em vida, ao morrer transformava-se em Osíris, sob a forma que era conhecido e adorado na terra. Este deus preside o Tribunal do Juízo da alma e decide o veredito.

Na mitologia egípcia, Osíris assumia uma importante função. Era o responsável pelo julgamento dos mortos no “Tribunal de Osíris”. Neste tribunal, Osíris pesava o coração do morto para avaliar se este mereceria uma vida no além. Anúbis era o auxiliar de Osíris.

Forseti

Osíris

Obs.: Anúbis era o oficial de justiça (funcionário) do juiz Osíris

Os três juízes (Éaco, Radamanto e Minos)

Sif, a esposa de Thor. Mitologia germânica, escandinava, nórdica

A deusa Sif, esposa de Thor, simboliza a fidelidade, a riqueza material, o bem-estar familiar e a paz e a abundância das colheitas – não a guerra como a corrente minoritária, impressionada pela editora Marvel, tenta impor. Ostentava longos cabelos dourados (que representavam o crescimento do trigo). Talvez ela esteja por traz da derrubada da Floresta Amazônica para fins de expansão do grande latifúndio de monoculturas.

 

Sif tinha grande orgulho da longa cabeleira, que lhe cobria da cabeça aos pés, como um véu brilhante (mais um pouco ficaria similar a de Rapunzel). Era o símbolo da Terra, como Jord. Thor também era muito orgulhoso da linda esposa e seus longos cabelos, pois gostava de… bom deixa para lá. Portanto, quando encontrou-a dado dia totalmente careca, como as terras áridas castigadas pelo inverno, se enfureceu.

 

Descobriu que Loki havia sido o responsável. Agarrou a Mjolnir e foi atrás do fanfarrão. O que o irmão de criação estaria fazendo com Sif? Como ele teve a oportunidade de cortar os fios dourados da deidade sem que ela fizesse oposição? Seria Thor corno?!

 

Loki lhe implorou perdão assim que capturado pelo deus do Trovão, e prometeu uma nova cabeleira, tão linda e resplandecente quanto a primeira para a diva. Loki então adentrou o centro da terra e implorou ao anão Dvalin que o ajudasse. Além disto, Loki  pediu que  o anão fabricasse um presente para aplacar a fúria de Odin contra ele, pois este deus era o suprassumo de Asgard e não toleraria imaturidade no seu reino, principalmente se a infantilidade tivesse como origem um dos próprios filhos. O anão também ajudou Loki nesse ponto.

 

Fabricou a lança Gungnir, que nunca erra o alvo. Também construiu o navio Skidbladgar: um veículo híbrido que podia navegar por mar, céu e terra. O barco de grandes dimensões (maior que o Titanic) ainda podia ser dobrado e se tornava tão pequeno que cabia na palma da mão. Finalmente, usando fios de ouro, Dvalin criou uma cabeleira para Sif que quando tocou a cabeça da bela, cresceu como se fosse seu próprio cabelo.

 

Loki estava salvo, Odin e Thor calmos e Sif bonita.

 

Veja Sif em ação:

A Sif dá Marvel está adorável.

 

Grandes batalhas XLIII – Jesus vs Prometeu – O maior paladino da Humanidade foi…

Prometeu, o padroeiro da Humanidade.

Prometeu

Frase sobre Pandora: “Dela descende a geração das femininas mulheres”, escreveu Hesíodo, “dela é a funesta geração e grei das mulheres, grande pena que habita entre homens mortais, parceiras não da penúria cruel, porém do luxo.” Ri alto. Existem certas coisas que não mudam mesmo se passando milênios.