Dagda, Mitologia celta. Dagda, o deus bondoso

Textos retirados da internet. Depois eu os revisarei e os complementarei.

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O deus supremo do panteão celta é Dagda (mas em certas regiões e épocas sua consorte Danu parece ocupar essa posição). O Dagda é uma figura paternal, protetor da tribo e o deus “básico” do qual outros deuses masculinos seriam apenas variantes. Deuses célticos são entidades não muito específicas e talvez devam ser vistos mais como preferências de cada clã do que como um panteão formal. De certa forma todos são semelhantes ao deus grego Apolo que era um deus ligado a várias áreas.

Contos irlandeses descrevem Dagda como uma figura de força imensa, armado de uma clava e associado a um caldeirão (o Caldeirão de Sangue, que continha diversas propriedades mágicas).

dagda lutando

Apesar de filho de Dana e Bile, o “Deus Bondoso”, Dagda é o patriarca dos deuses, o mais poderoso e significativo deles.

Seu nome quer dizer “o que golpeia com grande eficácia”, já que leva consigo um martelo com o qual dá vida, ressuscita e mata. É um deus da abundância. Veste uma túnica curta, refletindo ao mesmo tempo autoridade e benevolência. Foi e ainda é o deus mais venerado entre os druidas. Senhor dos elementos (água, fogo, ar, terra e eletricidade), da sabedoria e da adivinhação, mestre da música, arte, poesia e eloquência, excelente guerreiro, deus simples e agradável que tem como tarefa garantir a transição durante as diferentes etapas da vida e depois até a “pós vida”. Enfim, Dagda é um bom partido. Possui um caldeirão mágico onde pode ressuscitar os mortos em batalha (Freya, Hades e Odin não gostam nada disso). De sua união com Boann teve Oengus Mac Og, deus do amor, concebido e nascido em apenas um dia (bota prematuro nisso). Dono de grandes proezas de guerra e aventuras, conta-se que certa vez capturou com uma mão um ser com 100 pernas e 4 cabeças. Também simboliza a fertilidade, a abundância e regeneração. Por vezes sua imagem é quase grotesca, mas mesmo assim, é querido e respeitado. Come grandes quantidades de comida (rivaliza com Thor). Com Morrigan formava um casal. Possui uma harpa mágica com a qual controla o inicio e fim das estações celtas. Foi pai da deusa Brigitt, do deus Oghma, do deus Mider, do deus Angus Mac Og e de Bodb, O Vermelho, que o sucedeu como governante dos deuses.

dagda mais um

É dado que a mitologia gala contém mais de cem deidades, a variedade está assegurada. Isto é, que ao lado dos anteriores, considerados pelos narradores de mitos como sanguinários, existem outros de características radicalmente opostas.

Dagda era conhecido pelo atributo do caldeirão da abundância. Entre os celtas, o caldeirão era um dos objetos carregados de simbolismo mágico e mítico, pois no seu fundo se guardavam as essências do saber, da inspiração e da extraordinária taumaturgia, com o qual alimentava todas as criaturas. E não só ficavam satisfeitos de forma material, mas também, os que acudiam ao caldeirão generoso de Dagda, sentiam saciadas as suas apetências de conhecimento e sabedoria.

Outra qualidade do deus Dagda era a sua relação direta com a música e com o seu poder evocador. Um dos seus atributos era precisamente a harpa, instrumento que manejava com habilidade e arte e que lhe servia para convocar as estações do ano. Arrancava também tão suaves melodias deste instrumento que muitos mortais passavam deste mundo para o outro como num sonho, e sem sentir dor alguma, sem sequer repararem nisso.

De certa forma similar ao Júpiter romano, apesar de não se encontrar, como este, somente na cúpula do Olimpo, ele é Eochaid U Oathair, mais conhecido pelo apelido de Dagda, “o bom deus”. Trata-se de uma divindade poderosa e um tanto bonachona representada principalmente por um grande martelo – o que o tomou parecido com o gaulés Sucellos, literalmente “aquele que golpeia duro” com seu martelo – e as vezes por uma lança mágica de duas pontas: com uma matava e com a outra era capaz de ressuscitar os mortos. Essa capacidade também foi atribuída a ser caldeirão mágico, no qual banhava durante a noite os guerreiros mortos em batalhas durante o dia para que recuperassem a vida ao amanhecer do dia seguinte. O mesmo caldeirão era fonte inesgotável de alimentos para suas tropas.

Da união de Dagda com Boann, a mulher do deus das águas, Nechtan, nasceu Angus, ou Mac Og. Ele é o mais parecido com um deus do amor que podemos encontrar entre os celtas. Mais tarde, sua mãe violou a proibição de visitar a fonte de Nechtan e, em conseqüência disto, apareceu afogada. Og metamorfoseou-se com o objetivo de se transformar no Boyne, o rio-modelo da mitologia irlandesa.

Dagda 0001 www.templodeapolo.net - Johnson

Apesar de filho de Dana e Bile, o “Deus Bondoso”, Dagda é o patriarca dos deuses, o mais poderoso e significativo deles. Seu nome quer dizer “o que golpeia com grande eficácia”, já que leva consigo um martelo com o qual dá vida, ressuscita e mata. É um deus da abundância. Veste uma túnica curta, refletindo ao mesmo tempo autoridade e benevolência. Foi e ainda é o deus mais venerado entre os druidas. Senhor dos elementos (água, fogo, ar, terra e eletricidade), da sabedoria e da adivinhação, mestre da música, arte, poesia e eloquência, excelente guerreiro, deus simples e agradável que tem como tarefa garantir a transição durante as diferentes etapas da vida e depois até a “pós vida”. Enfim, Dagda é um bom partido. Possui um caldeirão mágico onde pode ressuscitar os mortos em batalha (Freya, Hades e Odin não gostam nada disso). De sua união com Boann teve Oengus Mac Og, deus do amor, concebido e nascido em apenas um dia (bota prematuro nisso). Dono de grandes proezas de guerra e aventuras, conta-se que certa vez capturou com uma mão um ser com 100 pernas e 4 cabeças. Também simboliza a fertilidade, a abundância e regeneração. Por vezes sua imagem é quase grotesca, mas mesmo assim, é querido e respeitado. Come grandes quantidades de comida (rivaliza com Thor). Com Morrigan formava um casal. Possui uma harpa mágica com a qual controla o inicio e fim das estações celtas. Foi pai da deusa Brigitt, do deus Oghma, do deus Mider, do deus Angus Mac Og e de Bodb, O Vermelho, que o sucedeu como governante dos deuses.

Esposa de Bile, o deus bondoso, principal deus gaulês, Dana, também conhecida como Ana ou Brigite, era a deusa mãe ou rainha. Nascida entre os deuses da vida, da luz e do dia. Considerada a deusa da literatura. É a divindade mais antiga mencionada pelos celtas, de cuja divindade derivam todos os outros deuses (seria uma espécie de Gaia?). É a Mãe Universal e mãe de todos os deuses. Relacionada à lua, era a governante das marés. Protegia o gado, a saúde e garantia a prosperidade. Os rios e lagos também estavam sob sua curatela. Esta era a deusa invocada para conseguir abundância, sabedoria e prosperidade.

“A mãe celeste, que dança na espiral das serpentes das estrelas, é a fonte de onde nasceu aquele povo antigo, que trouxe o druidismo a terra da esmeralda, seu nome Dana, significa bailarina brilhante” Cathbad

Dagda 3d

Dagda: Deus da magia, da poesia, da música, da abundância e da fertilidade. No folclore irlandês, Dagda era chamado de “O Bom Deus”, possuía todas as habilidades sendo bom em tudo, “Eochaid Ollathair” (Pai de todos) e “Ruad Rofhessa” (Senhor de Grande Sabedoria), considerado mestre de todos os ofícios e senhor de todos os conhecimentos. Consorte de Boann, teve vários filhos, entre eles Brighid, Angus, Midir, Finnbarr e Bodb, o Vermelho. Dagda tinha um caldeirão mágico, o Caldeirão da Abundância, que nunca se esvaziava e uma harpa de carvalho chamada “Uaithne”, que fazia com que as estações mudassem, quando assim o ordenasse. Além disso, tinha um casal de porcos mágicos que podiam ser comidos várias vezes e que sempre reviviam, bem como, um pomar que, independente da estação, dava frutos o ano todo.

Dagda Cauldron

Dagda: Filho de Dana e Bile, o “Deus Bondoso”, é o pai dos deuses. Seu nome quer dizer “o que golpeia com grande eficácia”, já que leva consigo um martelo com o qual dá vida, ressuscita e mata. É um deus da abundância. Veste uma túnica curta, refletindo ao mesmo tempo autoridade e benevolência. Foi e ainda é o deus mais venerado entre os druidas. Senhor dos elementos, da sabedoria e da adivinhação, mestre da música, arte, poesia e eloquência, excelente guerreiro, deus simples e agradável que tem como tarefa garantir a transição durante as diferentes etapas da vida e depois até a “pós vida”. Possui um caldeirão magico onde pode ressuscitar os mortos em batalha. De sua união com Boann teve Oengus Mac Og, deus do amor, concebido e nascido em apenas um dia. Dono de grandes proezas de guerra e aventuras, conta-se que certa vez capturou com uma mão um ser com 100 pernas e 4 cabeças. Também simboliza a fertilidade, a abundância e regeneração. Por vezes sua imagem é quase grotesca, pois come grandes quantidades de comida, mesmo assim, é querido e respeitado. Com Morrighan formava um casal. Possui uma harpa magica com a qual controla o inicio e fim das estacoes celtas. Foi pai da deusa Brigitt, do deus Oghma, do deus Mider, do deus Angus Mac Og e de Bodb, O Vermelho, que o sucedeu como governante dos deuses.

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2 pensamentos sobre “Dagda, Mitologia celta. Dagda, o deus bondoso

  1. Adonis disse:

    Acabei de ver que já havia um post de Dagda. Mas não tem problema, pois este está mais completo e é só dele. =p

  2. Netuno disse:

    Primeiro gostaria de dizer que gosto muito de seu blog. Em segundo lugar estou com dificuldades para encontrar os símbolos de Dagda (objetos e imagens), poderia me indicar um site onde eu possa encontrar essas imagens. Obrigado.

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