Pompeia – Crítica

Finalmente um filme bom! O diretor é Paul W.S. Anderson.

A história de amor é uma bosta; o herói mauricinho e sem muito músculos que massacra todo mundo não faz muita diferença – parecia estar em um estúdio fotográfico o tempo todo; o contexto político de Roma não é esmiuçado; o roteiro não tinha nada demais a apresentar, mas pelo menos há muito caos, sangue, mortes e destruição. Todo mundo morre no final, sem frescuras! Assim que eu gosto! Tragédia, drama, angústia, desespero, luta pela sobrevivência. Eu só gostei do filme porque foi um massacre. Não gosto de filme piegas! Gosto de guerra e destruição! Filme para macho!

Tem até um tsunami e os efeitos especiais foram muito bons! O Vesúvio teve a melhor atuação do filme! Não dá para tirar os olhos na parte final, até minha namorada se empolgou – observo que só a partir do meio da película fica interessante, porque os primeiros minutos são decepcionantes, isto é, não passam de mais do mesmo.

Apesar de alguns exageros nas lutas, o soldado romano do mal era mais foda que o protagonista e o amiguinho dele (Adewale Akinnuoye-Agbaje) – pena que não os matou antes do vulcão. O fato do cara do mal ser o mais foda é bom, porque sempre nesse tipo de filmes tem aqueles momentos clichês que depois do herói sofrer e tomar uma surra, ele mata o personagem do mal e faz cara de fodão, rs.

Pompeia filme

Eu teria feito algumas alterações no filme, só não tocaria nas partes dos efeitos especiais e da matança desenfreada. Por exemplo: o mocinho teria que ser um cara de aspecto grotesco; a mocinha (Emily Browning) perderia a beleza e não seria mais desejada pelo mocinho que ficaria com a escrava da mocinha (Jessica Lucas) – muito mais bonita e gostosa; os vilões venceriam e decepariam as bolas do mocinho; Roma não seria retratada como opressora, eu exporia as razões políticas de cada povo envolvido; o combate na arena seria amplamente favorável para os romanos e não deixaria nenhum ato de heroísmo barato para o mocinho; haveria muito sexo e nudez; haveria desfile de mamilos femininos durante o filme e não só de mamilos masculinos (direitos iguais, pô!), etc.

pompeia Jessica Lucas

Bom, tirando a trama, eu gostei do filme.

Pompeia Monte Vesúlvio

pompeiaPompeia Emily Browning-Sexy

6 pensamentos sobre “Pompeia – Crítica

  1. Aurora disse:

    Roma teria que ser retratada como não-opressora?!? kkkkkk Roma foi A capital da opressão, pombas!!!!! >:

    E você esqueceu de mencionar o principal: o vulcão parece meeeeega gigantesco, retratado de forma completamente sensacionalista e surreal. O vulcão visto da cidade de Pompeia é assim, ó: http://static.hsw.com.br/gif/pompeii-landmark-1.jpg – uma reles montanhinha.

    • Adonis disse:

      Roma beneficiava uns e oprimia outros, como todos os impérios.

      Não sei como o vulcão era quando explodiu. É comum que fortes explosões vulcânicas destruam partes do vulcão =p

      • Aurora disse:

        Mesmo que ele fosse maior do que atualmente, não seria daquele tamanho mega exagerado do filme, certeza.

      • Adonis disse:

        Não sabia que na faculdade de letras havia aulas de geologia e semelhantes… =p

      • Aurora disse:

        Tampouco eu sabia que na faculdade de direito havia aulas de geologia😛

      • Adonis disse:

        É que tenho conhecimentos sobre vulcanologia. Quando criança estudei sobre a explosão do monte Santa Helena e as de outros vulcões. =p

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