Crítica Star Wars – O despertar da força = Texto repleto de spoilers, rs

Filme bonitinho. Padrão Disney. Totalmente mercadológico. Visa abocanhar o maior público possível, mas tem boas sequências e prende a atenção das crianças e adolescentes.

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Nada de política intergalática no filme:

Película para crianças e família, sem qualquer complexidade. Chega a ser um atentado à inteligência às vezes. O que importa mesmo é a história da família Skywalker.

Destruição de planetas pela base starkiller:

Sem graça. Nem fiquei com pena das vítimas. Acho que até mereciam ser destruídas, pois ou viram a construção de uma arma de destruição em massa e nada fizeram ou eram muito incompetentes para ver ou fazer.

starkiller

Morte de personagens e coadjuvantes.

Sem graça. Nada de sangue ou drama.

Descompromisso total com conceitos científicos:

1) Aquela Galáxia era menor que o nosso sistema solar de tão rápidas que eram as viagens, rs.

2) E o Han Solo parando a nave que estava à velocidade da luz (segundo a versão dublada) exatamente sobre a floresta na base starkiller. Fascinante kkkkkk

3) O pior momento científico de todos: o recarregamento da base Starkiller. Ela suga toda uma estrela em poucos minutos(!) e armazena toda matéria dentro do planetoide em que está. Não era mais fácil sugar os planetas inimigos ou pelo menos a atmosfera deles? 0.0 Depois que a base explode, a estrela sugada por último volta a existir, mas em tamanho menor do que a original, ou seja, fica do tamanho do planetoide que era umas quinhentas vezes menor que a estrela original.

Acho que houve fraude na construção da Starkiller. Houve desvio de dinheiro público. Fizeram o mais difícil e mais custoso. A construção da Stakiller é mais despropositada que qualquer escândalo de corrupção aqui no Brasil. Totalmente desnecessária. Alguém saiu ganhando por aí.

4) Planetas alvos da Starkiller próximos uns aos outros. Aff…

5) A velocidade da luz é lenta. Não serve para viajar pela galáxia.

Clichês:

Morte previsível do Han Solo pelo filho. Era tão previsível que mal acreditei quando finalmente aconteceu o fato.

Rey = cópia da Hermione (chata, séria e mais esperta que o elenco masculino).

Stormtroopers = continuam servindo só para levar tiro.

História de heróis clássica: dois zé manés saem dos buracos em que vivem e salvam a galáxia, em poucos dias.

Encontros e desencontros convenientes entre personagens.

Vilão.

Fraco. Pede a batalha para uma jedi sem treinamento e tem dificuldade para derrotar um stormtrooper.

Star-Wars

Diversidade:

Poe Dameron, interpretado por um ator latino, parecia um americano típico. Sempre chegava para salvar todo mundo e sempre estava otimista. Típica arrogância americana. Agia como se tudo fosse normal e como se tudo estivesse sobre controle. Não tinha nada de latino, a não ser a origem.

Capitã Phasma?! Qual a relevância dela na trama? Totalmente despicienda a necessidade de demonstrar, neste filme, que existe uma vilã, e não um vilão. 0.o

Cadê os jedis gays protagonistas? E a protagonista fora dos padrões de beleza?

Pontos positivos do filme:

Markenting

J.J. Abrams não complica a trama; faz o arroz e feijão tradicional.

 

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