Crítica: Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos

Melhor filme de todos os tempos! E não é porque eu sou fã do jogo que estou dizendo isso. Só joguei os jogos de estratégia em tempo real. Jamais joguei WOW. Não gosto de jogo em primeira pessoa em que se deve ficar fazendo buscas e cumprindo tarefas. Gosto de jogos de construir para destruir.

O filme foi feito para fãs e há poucas coisas que eu mudaria. O filme respeitou na medida do possível o enredo do primeiro jogo (Warcraft: Orcs & Humans) e não ficou com nhenhenhe de explicações e mais explicações e aprofundamento banal de personagens. Não precisa disso! Aqui é warcraft! É GUERRA! Quer explicações e diálogos profundos vai nos cinemas culturais em que só se passam filmes em que nada acontece ao longo de duas horas.

Os orcs estão demais! São um show a parte! E as tradições e o modo de vida deles ficaram bem bacanas! Eu me identifico muito com a cultura Orc. Honra e batalha! GUERRA TOTAL! As cenas de batalhas são espetaculares e o vilão do orc é sinistro.

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Durotan meu ídolo! Melhor personagem ao lado do Gul’dan.

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As outras criaturas também ficaram bacana, especialmente a grifo e o lobo.

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O único defeito sério do filme foi a Garona, tanto pela função dela ao longo da película como pela retratação visual dela. A existência dela foi forçação de barra. O filme seria melhor se ela fosse retirada da história, porque ela é totalmente desnecessária.

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Além disso, eu teria escolhido um rei menos coroinha também. O rei do filme é muito virginal. A bondade dele é algo irritante.

Também acho que a relação de Lothar com seu filho ficou a desejar. Aliás, esse tipo de clichê era desnecessário neste filme.

Eu faria um filme de Warcraft nos moldes de Mad Max – Estrada da Fúria com ação do começo ao fim e sem muita conversa, com diálogos objetivos e justificativas ainda mais objetivas: destruir o inimigo; matar traidores; etc. Verbo e complemento, enfim guerra total!

No mais, os esfeitos especiais relativos às mágicas ficaram bacanas e os cenários são lindos.

Não vejo a hora de chegar a versão estendida do filme e a continuação! Talvez nessa versão existam as tão reclamadas explicações e aprofundamento que os críticos tanto querem.

 

PS: Pela Horda!

Um pensamento sobre “Crítica: Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos

  1. Adonis disse:

    pps: dane-se a Aliança!

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