Top 10 deusas e mais 15

Observação, o resultado final não levou apenas em consideração o poder de combate, mas também a carga genética, a função e a influência política, sexual e intelectual das deusas, bem como a proximidade delas da cúpula do seu panteão. Deusas que só têm uma dessas qualidades ficaram no final da lista. Deusas mais completas, ficaram no começo da fila. Em breve colocarei um texto para cada uma delas. Não o fiz desde logo, pois este blog é direcionado à pessoas que já entendem de mitologia.

Outra observação: post longo.

Menções honrosas: Bastet, Nix, Ishtar, Cibele e Friga.

Bastet

Na mitologia egípcia, BastetBastUbastiBa-en-Aset ou Ailuros(palavra grega para “gato”) é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. Também tinha o poder sobre os eclipses solares. Quando os gregos chegaram no Egito, eles associaram Bastet com Artemis e ela deixou de ser a deusa do sol para ser a deusa da lua.

Era representada como uma mulher com cabeça de gato, que tinha na mão o sistro, instrumento musical sagrado. Por vezes, tinha na orelha um grande brinco, bem como um colar e um cesto onde colocava as crias. Podia também ser representada como um simples gato.

Por vezes é confundida como Sekhmet, adquirindo neste caso o aspecto feroz de leoa. Certa vez, Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa, que é representada com cabeça de leoa, executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.

O seu centro de culto estava na cidade de Bubastis, na região oriental do Delta do Nilo. Nos seus templos foram criados gatos que eram considerados como encarnação da deusa e que eram por essa razão tratados da melhor maneira possível. Quando estes animais morriam eram mumificados, sendo enterrados em locais reservados para eles.

Nix

Ishtar

Cibele

Friga

Antes da lista, algumas enquetes com as deusas. Ajude-as:

20 – Nemesis

19 – Belona

18 – Gaia

17 – Serket

16 – Hela

Hel é a deusa da morte. De seu salão, Eljudnir, ela reina sobre os que morreram por doenças, velhice ou pena capital. Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preocupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hel podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrível em decomposição. Em seus domínios, o poder de Hel é tal que ela pode desafiar outros deuses, inclusive Odin. Hel foi banida por Odin para o mundo inferior, localizado nas profundezas do Nifheim, às margens do Rio Nastronol (equivalente ao Rio Aqueronte dos gregos), e foi feita a governante desse lugar. Irmã de Fenrir e Jormungand. Seu reino é guardado por Garm, seu lobo branco de estimação. Trolls e guerreiros não heroicos habitam seu reino, prestando-lhe vassalagem.

15 – Izanami

14 – Sekhmet

A poderosa deusa com cabeça de leoa é filha de Rá e reflete o aspecto destrutivo do Sol (radiação, erupções solares, ventos solares). Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa da desobediência do povo perante os deuses. Sekhmet executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança de sua cor com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana. É a Deusa egípcia associada à guerra. Para os egípcios o leão era o predador mais feroz de que tinham conhecimento (eu particularmente sou mais fã dos tigres). Ela era vista como a deusa que protegia o Egito nas batalhas. Na mitologia egípcia, o vento quente do deserto era atribuído a sua respiração. Sekhmet era representada como uma leoa ou como uma mulher com cabeça de leoa que vestia trajes vermelhos, da cor do sangue.

13 – Ártemis

Embora Ártemis, deusa da caça e irmã gêmea de Apolo, apareça muitas vezes como uma moça jovem, levando um arco, ela também era protetora dos filhotes de animais. Ela gostava mais de animais selvagens do que de pessoas.
Ártemis era casta, virgem, e enfurecia-se quando ameaçada ou quando o corpo atlético era visto por olhos masculinos.
Nota: No templo de Éfeso, há uma estátua com muitos seios que a caracteriza como deusa do parto.

12 – Amaterasu

Amaterasu (天照), também conhecida como Amaterasu-Oho-No-Kami (天照大神), cujo nome significa “Grande Deusa Augusta que ilumina o céu“, é a Deusa do Sol, divindade japonesa que vela sobre os homens e os enche de benefícios. Nasceu do olho esquerdo de Izanagi (伊邪那岐) e domina o panteão xintoista, em que figura um certo número de personificações das forças naturais. É representada empunhando um disco solar. O Kojiki (古事記), o documento mais antigo sobre a história do Japão não usava pronomes ou gêneros. Alguns livros como Hotsuma Tsutae descrevia a divindade como homem.

“Amaterasu vivia em uma gruta, em companhia de suas criadas, que lhes teciam cotidianamente um quimono da cor do tempo. Todos os dias de manhã, ela saía para iluminar a Terra. Até o dia em que seu irmão, Susanoo, (deus do Oceano) em acesso de fúria destruiu campos de arroz (em outra versão descreve a ira de Deus, após uma negociação fracassada para remediar uma disputa entre os três irmãos de Amaterasu). Susanoo, insatisfeito jogou um cavalo morto celestial sobre os teares das criadas tecelãs. Assustadas, elas se atropelaram, e uma delas morreu, perfurado por sua própria lançadeira. A deusa Amaterasu não apreciou a brincadeira. Zangada, recolheu-se em sua caverna celestial e a luz desapareceu. O mundo congelou e os campos murcharam. E o pânico foi semeado até no céu, onde viviam os deuses e deusas, que como os humanos, também não enxergavam nada. Os deuses temendo a escuridão eterna organizaram uma festa na entrada da caverna. Eles se reuniram e bolaram uma estratagema. O deus da inteligência, Omoikane, pediu a todos que comparecessem ao redor da caverna e colocar um espelho apontando para a entrada. Pediram a Uzume, a mais engraçada das deusas, que os distraísse diante da gruta fechada em que Amaterasu estava amuada. Uzume não usou de meios termos: pôs-se a dançar provocantemente, exibindo suas partes íntimas com caretas irresistíveis. Estava tão divertida que os deuses desataram na gargalhada… Curiosa, Amaterasu não aguentou: entreabriu a pedra que fechava a gruta, e os deuses lhe direcionaram um espelho onde ela viu uma mulher esplêndida. Surpresa, ela se adiantou. Então os deuses agarraram-na e Amaterasu saiu para sempre de sua caverna celestial. O mundo estava salvo.”

11 – Nu wa

Deusa mãe criadora da Humanidade e que livrou o mundo de um desastre anunciado,  afastando o céu da terra e encontrando uma escora para o firmamento – é mais difícil construir ou reparar do que destruir. No início do tempos, Zhu Rong, deus do fogo, derrotou Gong Gong, deus das águas. Este, furioso, provocou uma grande enchente que colocou o planeta e a Humanidade em perigo. Como dito, Nu wa, deusa mãe primordial, precisou intervir para salvar a todos e a tudo. Nu wa tem bom gosto e é inteligente, porque casou com Fu xi, seu irmão e deus criador da escritura. Nu wa também foi, ao lado de Fu xi, a única sobrevivente de um dilúvio inicial e criou o ser humano da argila. Às vezes é representada com corpo de serpente e sempre é associada às chuvas, poças de águas e lagos.

10 – Iansã

9 – Freya

Freya é a Deusa-Mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica. Filha de Njord, o deus do mar, e Skade (Skadi), a deusa da montanha, e irmã de Frey, ela é a deusa, da guerra, do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor da beleza e da atração, da luxúria, da música e das flores. De caráter arrebatador, teve vários deuses como amantes e é representada como uma mulher atraente e voluptuosa, de olhos claros, baixa estatura, sardas, trazendo consigo um colar mágico, emblema da deusa da terra. Ela usava o colar de Brisingamen, um tesouro de grande valor e beleza que obteve dormindo com os quatro anões que o fizeram. É também a deusa da magia e da adivinhação, da riqueza (as suas lágrimas transformavam-se em ouro) e líder das Valquírias (condutoras das almas dos mortos em combate). Ela compartilhava os mortos de guerra com Odin. Metade dos homens e todas as mulheres mortas em batalha vão para seu salão Sessrumnir, o que representa possuir um grande exército.

Como Deusa da Beleza, Freya, igual a todas as mulheres, era apaixonada por vestidos e joias preciosas. Um dia, enquanto se encontrava em Svartalfrein, o reino debaixo da terra, viu quatro gnomos fabricando um belo colar. Quando a Deusa o viu pela primeira vez, decidiu que deveria ser seu, mas os gnomos, artesões conhecidos como Brisings, não o queriam vender. No entanto, eles, Allfrigg, Dvalin, Berling e Grerr, a presenteariam com o colar se ela passasse uma noite com cada um deles. Sem hesitar, Freya concordou e tornou-se proprietária de Brinsingamen (colar), um poderoso equilíbrio da Serpente Midgard e um símbolo de fertilidade. Tais atributos correspondem à Lua Cheia.

Freya também era orgulhosa proprietária de um manto de plumas de falcão. Quando Freya aparecia envolta em seu manto de plumas de falcão e não usando nada a não ser seu colar mágico de âmbar, ninguém podia resistir a ela. O manto de penas, lhe permitia voar entre os mundos. Já o colar mágico da Deusa, tinha o dom de fazer desaparecer os sentimentos dolorosos. Este colar se rompeu uma vez, segundo uma lenda, por ira da Deusa ao tomar conhecimento de que um gigante havia roubado o martelo de Thor e pedia sua mão para devolver a arma do Deus do Trovão.

8 – Morrigan

7 – Hera

6 – Kali

Parvati, Durga e Kali. Integra a Tridevi. Reencarnação de Sáti, a primeira esposa de Shiva. Parvati tem duas formas mais poderosas. Durga, a deusa guerreira, única entidade que foi capaz de derrotar o demônio Durg ou Mahish Asur, que, sabe-se lá porque, não podia ser morto por nenhum deus masculino. Kali era a deusa da morte e da sexualidade. O papel de ceifadora de vidas é absolutamente indispensável para a manutenção do mundo – isso a aproxima de Shiva. A figura da deusa tem quatro braços, pele azul, os olhos ferozmente arregalados, os cabelos revoltos e a língua pendente. No pescoço, traz um colar de cabeças humanas e, nos flancos, uma faixa de mãos decepadas – o que é muito mais interessante que essas $%@#* que a mulherada usa hoje em dia para se enfeitar. Sempre é representada em pé sobre o corpo caído do esposo Shiva (eles fazem trampling). Kali é a destruidora do demônio Raktabija. Este demônio não poderia ser derrotado, pois de seu sangue brotava mais demônios. Durga evoluiu e se transformou em Kali que ao decepar os demônios, lambia seu sangue, o que evitou a proliferação e, enfim, possibilitou o término da luta desesperada contra o demônio. Mãe de Ganesha, Sarasvati e Lakshmi.

5 – Lilith

Mulher bonita e silenciosa (essas são as mais sensuais e perigosas); a Serpente da Sedução; a Mãe da Luxúria (delícia). Demônio feminino, mãe de inúmeros demônios. Possuidora de grande beleza. É a concubina preferida de Lúcifer e possui o título de rainha do Inferno. Lilith é um Succubus. Lilith foi a primeira mulher de Adão; a primeira mulher criada por Deus e que antecedeu Eva. Contudo, ao contrário de Eva que foi criada a partir da costela de Adão, o que significa submissão, Lilith foi gerada do mesmo pó estelar da supernova que deu origem a Adão e, por isso, revelava traços de grande independência, o que desagradou ao seu esposo humano (machista). Lilith era também livre e lasciva e se recusava a sujeitar-se sexualmente a Adão ou sequer a se submeter à sua suposta superioridade, (Lilith recusava-se a ficar por baixo de Adão durante o coito). Porque insuportável a vida em comum, Lilith abandonou o Paraíso e fugiu para o Mar Vermelho, onde conheceu e manteve relações com diversos demônios (orgias). Hoje Lilith odeia toda a prole de Adão, logo, você homem, tome cuidado durante seus sonhos.

4 – Atena

Deusa da sabedoria, Atena nasceu da cabeça de Zeus, depois que este engoliu a mãe dela, Metis, pois tinha medo que o próximo filho dele com Métis gerasse o descendente que o destronaria do poder. Durante o parto de Atena, Hefesto desceu a marretada na cabeça de Zeus para tirá-la de lá. A deusa saiu já na forma adulta. O símbolo desta deusa é a mais sábia das aves, a coruja. Sabia tecer – apesar da lenda de Aracne – e tinha habilidade para as artes, além de ser uma deusa guerreira. Carregava uma lança e um escudo – a égide – ornamentando com a cabeça da Górgone Medusa, que petrificava quem quer que a visse. Atena era a protetora de uma região da Grécia conhecida como Ática, cuja principal cidade recebeu seu nome: Atenas.

3 – Ísis

Ísis é filha de Nut e Geb, esposa e irmã de Osíris e mãe de Hórus. É a rainha dos deuses, da maternidade, do nascimento e da família. É considerada a criadora do casamento. É a protetora dos mortos e a deusa principal em todos os rituais relacionados à morte. Foi também conhecida como “A Grande Maga”, por haver recuperado os pedaços retalhados do cadáver de Osíris, ressuscitando o marido e procriado com ele, gerando Hórus. Criou também, através da magia, a primeira cobra e usou seu veneno para obrigar Rá a revelar seu nome secreto. Com o poder que adquiriu, cura as doenças dos deuses. Governa os encantamentos, tem personalidade terrível e a guarda pessoal é composta por sete escorpiões. Quando Hórus venceu Seth em batalha, Isis intercedeu pela vida do irmão. Possui os poderes também de uma deusa da água, da terra, da colheita e da estrela. Como mulher, reuniu todos os atributos de todas as deusas egípcias. Uma de suas representações mais frequentes é como mãe, amamentando o pequeno Hórus. Costuma também ser representada como uma vaca. Foi denominada “Grande deusa mãe”, “Rainha dos Deuses’, “Força fecundadora da natureza”, “Deusa da maternidade e do nascimento”.

2 – Tiamat

Sou uma deusa criadora e ancestral, mãe de todos os deuses e criadora de todas as coisas, que, para se vingar do parricídio covarde do meu marido, Apsu (ele se tornou um deus caído enquanto dormia), gerei inúmeras criaturas e pus para correr os demais os deuses babilônicos. Só fui vencida por Marduk que, após vencer meus monstros com auxílio de uma rede, jogando-os no submundo, utilizou outra rede em mim, a deusa dos oceanos, um disco solar que me cegou, uma lança e uma flecha. O meu algoz também teve auxílio dos setes ventos. Só fui derrotada porque surpreendida e porque desarmada, Sempre fui excelsa e meu corpo morto deu origem ao planeta Terra. Não sou uma reles figurante parideira e combati na linha de frente. Não preciso de macho para me garantir e sou símbolo de uma era em que a sociedade era matriarcal. Ah!, eu portava as Tábuas do Destino.

1 – Afrodite

 

Mais algumas enquetes:

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