Lúcifer e a conspiração dos arcanjos – Partes 1, 2, 3 e 4

Esta galeria contém 18 imagens.

Para quem estava acompanhando a história antes (eu havia publicado as partes 1, 2 e 3), observo que fiz alguns acréscimos e supressões no texto, sem contudo, mexer na estrutura dela. Esta é a versão definitiva que está em processo de registro na Biblioteca Nacional (para o fim de evitar lesão a direitos autorais). Com […]

Dia da Saudade – Trinta de Janeiro – Fábula – A história interrompida dos três gatinhos

Esta galeria contém 12 imagens.

 Era uma vez um gatinho chamado Minhauzinho. Um dia ele conheceu uma gatinha barraqueira chamada Minhauzona. Esta desdenhava do gatinho, mas era apaixonada por ele, tanto que invadia a privacidade de Minhauzinho e agia como psicopata às vezes. Depois de muitas idas e vindas ambos finalmente ficaram juntos e viveriam felizes para sempre não fosse […]

Luz e Escuridão – Telefone

Esta galeria contém 4 imagens.

Luz, o sempre objetivo, direto, conciso, pontual, claro, preciso e nada prolixo elfo, general do Mundo das Fadas, responsável pela monitoração dos movimentos dos orcs, inimigos crueis, implacáveis, violentos, desordeiros, embusteiros e traiçoeiros, chegou para mais um dia de trabalho. As águias gigantes do mundo das fadas eram incumbidas de enviarem informações e de transmitirem […]

Dia mundial da água 22 de março

Esta galeria contém 4 imagens.

O galante elfo, paladino da justiça e protetor do meio ambiente, Luz, voltou triunfante para o Mundo das Fadas. O glorioso e digno ser ambiental retornou do campo de batalha depois de mais uma árdua e triste batalha contra os orcs invasores. Dessa vez, a luta campal e sanguinolenta teve como objeto de disputa a […]

Natal, Feliz Natal, Papai Noel, Presentes, Mamãe Noel, Trenó do Papai Noel, Presente de Natal, Conto de Natal.

Esta galeria contém 10 imagens.

– Papai Noel, Papai Noel! – Entrou um exaltado duende. – Chegaram as correspondências de Natal. São cerca oitocentos milhões de cartas, Vossa Senhoria só tem vinte três dias para lê-las. – Oh, sim, claro, pode trazê-las. – Disse resignado o bom velhinho. O duende abriu uma porta e milhões de cartas caíram ao lado […]

Grandes batalhas XLI: Virgens!!!! Qual a virgem do Olimpo que você gostaria de possuir?

Atena

Héstia

Ártemis, ou Diana, e suas lendas.

Acteão e Órion:

Acteão:

Psicólogo: – Vossa Divindade não se arrepende? Não tem remorso?

Ártemis: – Não.

Psicólogo: – Mesmo sabendo que ele era o melhor caçador humano de seu tempo?

Ártemis deu de ombros.

Psicólogo: – Acteão era filho do rei Cadmo, era jovem e ainda tinha uma vida pela frente.

Ártemis: – Eu sou filha de Zeus e tenho toda a eternidade para vivenciar.

Psicólogo: – Mas ele não teve culpa!

Ártemis: – Nem eu.

Psicólogo: – Mas Vossa Divindade o puniu sem que ele tivesse qualquer culpa no cartório!

Ártemis: – Ele me viu nua.

Psicólogo: – Mas precisava matá-lo?

Ártemis:- Eu não o matei.

Psicólogo: – Vossa Divindade o transformou em um alce em meio a dezenas de caçadores e cães de caça! E os caçadores eram os amigos dele! Como Vossa divindade não o matou?

Ártemis: – Sou casta, bela, divina e do sexo feminino. Acteão era pervertido, feio, humano e do sexo masculino. Não tinha porquê não matá-lo. Além disso, fui misericordiosa, permiti que ele visse todo meu corpo atlético e perfeito antes de transformá-lo em caça. Até dei uma voltinha para ele ver meu bumbum.

Psicólogo: – Vossa Divindade é uma psicopata! Fria, narcisista e sexista! Acha que a sua castidade vale mais do que uma vida humana! Acha que a imagem do seu corpo nu é imaculada, quando não passa de mais um corpo malhado entre tantos outros! Vossa divindade discrimina os seres humanos, especialmente os homens! A vaidade que manifesta e ostenta é nojenta! Você não pode ser chamada de divindade, mas sim de assassina! Monstro, saia imediatamente do meu consultório!

Ártemis: – Precisava ouvir isso, obrigada! Lá no Olimpo ninguém fala a verdade na minha frente. Na próxima sessão conversaremos sobre Órion, ok?

Psicólogo: – Ok. Ah, só uma coisinha.

Ártemis: – O quê?

Psicólogo: – Deixe uma flecha lunar de prata com a secretária. Sabe, minha filha é sua fã e…

Ártemis: – Entendi. Pode deixar.

Psicólogo: – Obrigado.

Órion:

Apolo e Ártemis, como de hábito, estavam juntos. Ambos os irmãos se gostavam muito e eram extremamente unidos e trocavam confidências. No entanto, tal proximidade e intimidade acarretava em um problema grave: Apolo tinha um enorme ciúmes da adorável irmã.

Naquele dia, ambos viram passar, andando pela superfície as águas, um grande e belo ser: Órion.

Ártemis imediatamente se interessou pelo gigante. Apolo explicou para ela que Órion, um exímio caçador, era filho de Poseidon e que por isso tinha a capacidade de trafegar pela superfície da água sem afundar. Contou que Órion era amaldiçoado, pois outrora tentara possuir Mérope à força, a filha de Eunápio, rei de Quios. O mencionado rei queria que ocorresse o casamento entre ambos, mas sempre adiava a data do casório, o que fez Órion tomar a mencionada atitude. Como punição, o rei ofendido pediu ao deus Dionísio que embriagasse o caçador para então cegá-lo durante seu sono. Órion, vítima da armadilha, ficou cego. Posteriormente um Oráculo lhe disse que se partisse para o Oriente e deixasse o Sol nascente banhar seus olhos, o sentido da visão seria restaurado. Com a ajuda de um dos ciclopes de Hefesto, Órion chegou ao Oriente e recuperou a visão. Quando voltou, tentou se vingar do rei Eunápio, mas este não foi encontrado.

Logo, aquele que andava sobre as águas chegou perto dos deuses irmãos e Ártemis, empolgada, convidou-o para ser parceiro de caça, o que foi imediatamente aceito pelo filho de Poseidon.

Com o tempo Órion se apaixonou pelas ninfas acompanhantes de Ártemis, as plêiades. As sete ninfas não tinham mais sossego, pois Órion, na “seca”, era muito chato e persistente. Precisava de qualquer jeito afogar a concupiscência. As plêiades, em ato de desespero, e sem o amparo de Ártemis, que gostava de Órion e o achava extremamente útil e competente no mister de caçar, procuraram Zeus, que a transformaram em pombas e depois em uma constelação.

E o tempo passou. Ártemis e Órion estavam cada vez mais unidos e isso abalava muito Apolo, que parecia ter perdido a companhia da irmã deusa da floresta. Precisava se livrar daquele cara para ter a maninha de volta só para ele.

Um dia Apolo aproximou-se de Ártemis, que só estava, e lhe propôs um desafio: acertar com as flechas de prata lunares um distante ponto negro no mar. Ártemis, que adorava ser desafiada, topou e imediatamente atirou. A flechada atingiu o ponto negro e Apolo sorriu.

Dali a instantes as ondas do mar trouxeram para a praia o lívido corpo de Órion.

Ártemis ficou furiosa, pois percebeu o embuste, a vilania e o ardil do funesto irmão, mas momento depois se reconciliou com ele, afinal de contas ambos se amavam fraternalmente e não tinham remorso de seus crimes – e já haviam praticado outros.

Ártemis, ainda assim e para homenagear o amigo que matara, pediu para Zeus que Órion fosse transformado em uma constelação e o que foi feito. Desde então, a caçada às plêiades foi reiniciada no zodíaco (gargalhada maligna).

Zeus, Hera, Poseidon, Atenas, Hades, Perséfone, Ares, Hebe, Deméter, Olimpo, 24.08.06 – 1ª Parte

Esta galeria contém 9 imagens.

Mais um trecho do livro: 24.08.06 – 1ª Parte ————————————— 24.08.06, nesta data o Olimpo estava em festa. Comemorava-se o décimo milênio da derrota do monstro Tifão, última ameaça séria aos deuses olimpianos. Com efeito, Zeus, Poseidon, Hades e os demais deuses gregos, após um sem número de batalhas, que se iniciaram com a primeira […]