Deusa Atena – Peça de colecionador

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Essa é a deusa Atena da minha coleção de miniaturas. Linda, não? É a deusa da sabedoria, da estratégia e da guerra. Logo chegará a miniatura da deusa Hera (deusa do casamento e das mulheres elitistas, exclusivistas, moralistas e conservadoras). Quiçá, também chegará a Afrodite, deusa de quem ama de verdade – se o cara dos EUA responder […]

Top 10 da mitologia grega! Veja as entidades mais poderosas da mitologia grega!

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Leiam A Nova Teogonia Livro I e Livro II, livro de minha autoria. (quem leu, gostou) A Nova Teogonia tem na Livraria Cultura também! xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 10º Atena: Deusa da guerra, da civilização, da estratégia, da sabedoria e da habilidade. Filha de Zeus e Métis, a titã da sabedoria. Teve um nascimento singular. Nasceu da cabeça de Zeus […]

Grandes Batalhas LXXXII: Que filho(a) vc pretende ou pretendia ter?

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Daqui dois ou três anos vou ter um filho ou uma filha e já começo a me indagar como será. Friozinho na barriga, rs. Amaterasu Hórus Balder Freya (adorei esse desenho) Hebe Eros Atena Ganesha Jesus Adônis Prometeu Guan Yu Ostara Morgana Aine

Grandes batalhas XLI: Virgens!!!! Qual a virgem do Olimpo que você gostaria de possuir?

Atena

Héstia

Ártemis, ou Diana, e suas lendas.

Acteão e Órion:

Acteão:

Psicólogo: – Vossa Divindade não se arrepende? Não tem remorso?

Ártemis: – Não.

Psicólogo: – Mesmo sabendo que ele era o melhor caçador humano de seu tempo?

Ártemis deu de ombros.

Psicólogo: – Acteão era filho do rei Cadmo, era jovem e ainda tinha uma vida pela frente.

Ártemis: – Eu sou filha de Zeus e tenho toda a eternidade para vivenciar.

Psicólogo: – Mas ele não teve culpa!

Ártemis: – Nem eu.

Psicólogo: – Mas Vossa Divindade o puniu sem que ele tivesse qualquer culpa no cartório!

Ártemis: – Ele me viu nua.

Psicólogo: – Mas precisava matá-lo?

Ártemis:- Eu não o matei.

Psicólogo: – Vossa Divindade o transformou em um alce em meio a dezenas de caçadores e cães de caça! E os caçadores eram os amigos dele! Como Vossa divindade não o matou?

Ártemis: – Sou casta, bela, divina e do sexo feminino. Acteão era pervertido, feio, humano e do sexo masculino. Não tinha porquê não matá-lo. Além disso, fui misericordiosa, permiti que ele visse todo meu corpo atlético e perfeito antes de transformá-lo em caça. Até dei uma voltinha para ele ver meu bumbum.

Psicólogo: – Vossa Divindade é uma psicopata! Fria, narcisista e sexista! Acha que a sua castidade vale mais do que uma vida humana! Acha que a imagem do seu corpo nu é imaculada, quando não passa de mais um corpo malhado entre tantos outros! Vossa divindade discrimina os seres humanos, especialmente os homens! A vaidade que manifesta e ostenta é nojenta! Você não pode ser chamada de divindade, mas sim de assassina! Monstro, saia imediatamente do meu consultório!

Ártemis: – Precisava ouvir isso, obrigada! Lá no Olimpo ninguém fala a verdade na minha frente. Na próxima sessão conversaremos sobre Órion, ok?

Psicólogo: – Ok. Ah, só uma coisinha.

Ártemis: – O quê?

Psicólogo: – Deixe uma flecha lunar de prata com a secretária. Sabe, minha filha é sua fã e…

Ártemis: – Entendi. Pode deixar.

Psicólogo: – Obrigado.

Órion:

Apolo e Ártemis, como de hábito, estavam juntos. Ambos os irmãos se gostavam muito e eram extremamente unidos e trocavam confidências. No entanto, tal proximidade e intimidade acarretava em um problema grave: Apolo tinha um enorme ciúmes da adorável irmã.

Naquele dia, ambos viram passar, andando pela superfície as águas, um grande e belo ser: Órion.

Ártemis imediatamente se interessou pelo gigante. Apolo explicou para ela que Órion, um exímio caçador, era filho de Poseidon e que por isso tinha a capacidade de trafegar pela superfície da água sem afundar. Contou que Órion era amaldiçoado, pois outrora tentara possuir Mérope à força, a filha de Eunápio, rei de Quios. O mencionado rei queria que ocorresse o casamento entre ambos, mas sempre adiava a data do casório, o que fez Órion tomar a mencionada atitude. Como punição, o rei ofendido pediu ao deus Dionísio que embriagasse o caçador para então cegá-lo durante seu sono. Órion, vítima da armadilha, ficou cego. Posteriormente um Oráculo lhe disse que se partisse para o Oriente e deixasse o Sol nascente banhar seus olhos, o sentido da visão seria restaurado. Com a ajuda de um dos ciclopes de Hefesto, Órion chegou ao Oriente e recuperou a visão. Quando voltou, tentou se vingar do rei Eunápio, mas este não foi encontrado.

Logo, aquele que andava sobre as águas chegou perto dos deuses irmãos e Ártemis, empolgada, convidou-o para ser parceiro de caça, o que foi imediatamente aceito pelo filho de Poseidon.

Com o tempo Órion se apaixonou pelas ninfas acompanhantes de Ártemis, as plêiades. As sete ninfas não tinham mais sossego, pois Órion, na “seca”, era muito chato e persistente. Precisava de qualquer jeito afogar a concupiscência. As plêiades, em ato de desespero, e sem o amparo de Ártemis, que gostava de Órion e o achava extremamente útil e competente no mister de caçar, procuraram Zeus, que a transformaram em pombas e depois em uma constelação.

E o tempo passou. Ártemis e Órion estavam cada vez mais unidos e isso abalava muito Apolo, que parecia ter perdido a companhia da irmã deusa da floresta. Precisava se livrar daquele cara para ter a maninha de volta só para ele.

Um dia Apolo aproximou-se de Ártemis, que só estava, e lhe propôs um desafio: acertar com as flechas de prata lunares um distante ponto negro no mar. Ártemis, que adorava ser desafiada, topou e imediatamente atirou. A flechada atingiu o ponto negro e Apolo sorriu.

Dali a instantes as ondas do mar trouxeram para a praia o lívido corpo de Órion.

Ártemis ficou furiosa, pois percebeu o embuste, a vilania e o ardil do funesto irmão, mas momento depois se reconciliou com ele, afinal de contas ambos se amavam fraternalmente e não tinham remorso de seus crimes – e já haviam praticado outros.

Ártemis, ainda assim e para homenagear o amigo que matara, pediu para Zeus que Órion fosse transformado em uma constelação e o que foi feito. Desde então, a caçada às plêiades foi reiniciada no zodíaco (gargalhada maligna).

Pandora, A caixa de Pandora

Sim, a culpa foi dela. Se vc, caro leitor, é essa pessoa tosca, antiquada, preconceituosa, chata, arrogante, metida, ignorante, mal educada, preguiçosa, presunçosa, gulosa, vaidosa, materialista, irritada, estressada, egoísta, vazia e etc, a culpa foi de Pandora. Ela condenou a raça humana à mesquinharia e à perdição eterna. Custava deixar a caixa fechada?! Para que ser curiosa?! Se alguém, com conhecimento de causa, te diz para não fazer algo, não faça. Simples assim.

Obs.: Veja o que Hesíodo, o sábio, diz na Teogonia sobre Pandora (590-93):

Dela vem a raça das mulheres e do gênero feminino:
dela vem a corrida mortal das mulheres
que trazem problemas aos homens mortais entre os quais vivem,
nunca companheiras na pobreza odiosa, mas apenas na riqueza.

Vale ressaltar:

“nunca companheiras na pobreza odiosa, mas apenas na riqueza.”

kkkkkkkkkkkk Já era assim naquele tempo? kkkkkkkkkkkkkkk

Bom, vcs não devem estar entendendo nada. Pois bem, a partir da agora, vou contar como tudo aconteceu. Daí vcs entenderão minha revolta.

Era uma vez… (continua algum dia)

Grandes batalhas XI – Atena vs Morrigan

Considerando a pouca difusão da mitologia celta no Brasil, coloquei dois posts logo abaixo relacionados à Morrigan com o objetivo de  enraizar e enfatizar o nome e algumas idiossincrasias desta deusa irlandesa na mente de vcs, leitores e leitoras. Com isso, espero que o duelo entre Atena e Morrigan seja equilibrado. Não quero mais um massacre aqui no meu blog, como está acontecendo com Hércules – que está apanhando feio de Thor algumas enquetes atrás, rs. Portanto, quando forem votar entre a violência de Morrigan e sua capacidade tripla e a sabedoria de Atena, pensem bem. Quero imparcialidade! Lembrem-se que Atena nunca está sozinha. A deusa da vitória está com ela – talvez a competência pelas vitórias não seja de Atena, mas de sua companhia. É só uma divagar despretensiosa, rs. E lembrem-se que ninguém é imbatível, nem mesmo Niké – porque se fosse, ela seria a soberana do Olimpo e não Zeus, ela teria derrotado Tifão, mas foi Zeus que acabou com o filho de Geia e Tártaro, ela é só um plus para as virtudes de Atena, não uma garantia de vitória. Bom chega de divagações, não quero parecer imparcial. Vote.

* Adotei uma corrente doutrinária sobre o caráter tríplice da deusa Morrigan. A explicação se encontra no post sobre a deusa em questão.

** Complemento da segunda alternativa: …”pelos celtas”