Grandes batalhas CXI: O que dá o maior vazio no peito?

Esta galeria contém 6 imagens.

 

Grandes batalhas CIII: Zeus vs Cronos – Batalha de gerações: Juventude vs experiência

Esta galeria contém 6 imagens.

Frequentemente ouço dizerem que antigamente as “coisas” (músicas, programas de TV, etc) eram melhores, que havia mais respeito e moral na sociedade. Nunca concordei, mas esse tipo de colocação sempre volta à tona. De outo lado, na antiguidade, os gregos temiam perderem a primazia sobre os seus filhos, embora tal fato fosse inexorável em razão da […]

Top 10 da mitologia grega! Veja as entidades mais poderosas da mitologia grega!

Esta galeria contém 11 imagens.

Leiam A Nova Teogonia Livro I e Livro II, livro de minha autoria. (quem leu, gostou) A Nova Teogonia tem na Livraria Cultura também! xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 10º Atena: Deusa da guerra, da civilização, da estratégia, da sabedoria e da habilidade. Filha de Zeus e Métis, a titã da sabedoria. Teve um nascimento singular. Nasceu da cabeça de Zeus […]

Percy Jackson e o mar de monstros – Crítica Filme – Não vá ao cinema. É perda de tempo!

Esta galeria contém 9 imagens.

Percy Jackson e o mar de monstros = Bosta. Inacreditável! Esse filme conseguiu ser pior que o primeiro. Já colocaram ou anteciparam a batalha final contra Cronos, que ocorre só no quinto livro, neste segundo filme. seria uma tentativa desesperada de criar algum atrativo? E sobre a batalha final, ela causa mais estranheza e vergonha […]

Grandes Batalhas LXXI: Na sua opinião, qual destes foi o pai mais exemplar? – Dia dos pais – Feliz dia dos pais

Uma homenagem a todos os pais do mundo. Feliz dia dos pais!

AndromedashuCronos comilãouranus_by_genzoman-d3hp08ttantalo

Titã, Titanas, τιτάνες, 泰坦, タイタン, titanes, титанов

Uma homenagem aos titãs, que são sempre esquecidos, como se não tivessem tido seus dias de glória. Geralmente só se lembram de Atlas e Cronos, mas há outros onze titãs da primeira geração e mais tantos da segunda. Aqui vai uma homenagem a eles. Só foram derrotados porque os olimpianos tiveram ajuda de outras criaturas poderosas, embora sem a majestade peculiar aos deuses e aos titãs: os hecatonquiros (centimanos Briareu, Coto e Giges, hoje guardiões dos portais do Tártaro) e os ciclopes (Arges, Brontes e Estéropes, mortos por Apolo)

Seguem os nomes dos titãs da primeira geração: Atlas (apesar de não ser filho de Urano, ele era fodão), Cronos, Febe, Têmis, Tétis, Mnemosine, Hipérion, Jápeto, Crio, Céos, Oceano, Réia, Teia.

ATLAS

Eu queria ser este Atlas. Ele é feliz.

Seios

Esse não.

Agora com seriedade: qual a pior pena eterna? Vote na enquete abaixo, para mais informações vá ao post próprio da enquete.

Céos

Ceos, Ceo ou Coios (do grego Κοῖος, “questão”), Coeus em latim, ou ainda Polos (“Eixo Celeste”) era um titã relacionado aos oráculos e ao Norte.

Como os outros titãs da primeira geração, Ceos era filho de Urano e Gaia. Quando os titãs, a pedido de Gaia, decidiram depor Urano, Ceos e três dos seus irmãos armaram uma emboscada colocando-se nos quatro pontos cardeais para agararrar o pai enquanto Cronos o castrava. Ceos se pôs no norte, Hipérion no Oeste, Jápeto no leste e Crio no sul.

Ceos está associado eixo celestial em torno do qual as constelações parecem girar e aos oráculos celestiais, enquanto sua irmã e esposa Febe (“Brilho”) estava relacionada a Delfos, tida como eixo e centro da Terra, e a seu oráculo terrestre.

Ambos estavam associados a dragões. Ceos estava ligado ao “dragão celestial”, a constelação do Dragão, cujas estrelas principais foram as estrelas polares na Alta Antiguidade: Thuban ou Alpha Draconis até 1793 a.C. e Ketu ou Kappa Draconis até cerca de 1000 a.C. Febe estava ligada à “dragoa terrestre”, a Píton, guardiã do oráculo e do Eixo do Mundo até ser morta por Apolo.

Ceos e Febe tiveram duas filhas, Leto e Astéria, ambas também associadas à profecia. Leto e seu filho Apolo herdaram o aspecto celeste ou olímpico das práticas de adivinhação (inclusive a astrologia), enquanto Astéria e sua filha Hécate estavam ligadas a seu lado terrestre ou ctônico (ou seja, a necromancia). Apolo também herdou a associação do avô com o Pólo Norte, através de sua ligação com os hiperbóreos.

Em tradições mais tardias, os Titãs foram confundidos com os Gigantes que também desafiaram Zeus e Ceos foi incluído entre eles.

Na religião órfica, Ceos, junto com Métis, é o regente do planeta Mercúrio. (Fonte: fantastipedia)

Crio

Crio ou Crios (do grego Krios, “Carneiro”) era um dos titãs, filhos de Urano e Gaia, também chamado Megamedes (“Grande Senhor”, em grego). Está relacionado ao sul e à constelação de Áries, na qual a ascensão do Sol no início da primavera, vindo do sul para o norte, marcava o início do ano grego.

Crios teve como esposa a meia-irmã Euríbia (“Força Ampla”), filha de Ponto e Gaia e deusa de forças e processos naturais relacionadas à navegação, tais como o nascer das constelações, do clima sazonal e do vento. Teve com ela três filhos: Astreu, deus das estrelas e da astrologia e pai dos Ventos; Perses, deus da destruição e pai de Hécate; e Palas, deus-titã da guerra. Pausânias dá também a dragoa Píton como sua filha.

Segundo a Teogonia de Hesíodo, os irmãos, instigados por Gaia e liderados por Cronos, conspiraram contra o pai e prepararam uma emboscada quando desceu para deitar-se com a Terra. Crios, Coios, Hipérion e Jápeto se puseram nos quatro cantos do mundo, para segurá-lo enquanto Cronos, escondido no centro, o castrava com uma foice.

Nesse mito, os quatro irmãos provavelmente representam os quatro pilares cósmicos que nas cosmogonias do Oriente Médio separam o céu da terra. Neste caso, Crios é o o pilar do sul, enquanto os irmãos Coios, Jápeto e Hipérion correspondem ao norte, leste e oeste, respectivamente.

Na religião órfica, Crios, junto com Dione, é o regente do planeta Marte. (Fonte: fantastipedia)

Cronos

Na mitologia grega, Cronos era o deus da agricultura e também simbolizava o tempo. Filho de Urano (céu) e Gaia (terra) era o mais jovem da primeira geração de titãs. De acordo com a mitologia, Cronos tirou seu pai do poder, casou-se com a irmã Réia e governou durante a Idade Dourada da mitologia. Seu poder perdurou até ser derrubado pelos filhos Zeus, Poseidon e Hades.

De acordo com a mitologia, Cronos temia uma profecia segundo a qual seria tirado do poder por um de seus filhos. De temperamento violento e negativo, Cronos passou a matar e devorar todos os filhos gerados com Réia. Porém, a mãe conseguiu salvar um deles, Zeus, escondendo-o numa caverna da ilha de Creta.  Para enganar Cronos, Réia deu a ele uma pedra embrulhada num pano que ele comeu sem perceber.

Ao crescer, Zeus libertou os titãs e com a ajuda deles fez Cronos vomitar os irmãos (Hades, Hera, Héstia, Poseidon e Deméter). Zeus, com a ajuda dos irmãos e dos titãs, expulsou Cronos do Olimpo e governou como o rei dos deuses gregos. Como tinha derrotado o pai Cronos, que simbolizava o tempo, Zeus tornou-se imortal, poder estendido também aos irmãos.

Febe

Febe (do grego Φοιβη, Phoibê, “Brilho”), dita “de grinalda de ouro”, era uma das Titânides, filhas de Urano e Gaia e foi tradicionalmente associada com a Lua. O nome Febe veio a ser usado também como sinônimo de Ártemis, assim como Febo era um epíteto de Apolo. Está associado, em grego, a phoibos, “brilhante” ou “radiante”, phoibaô, “purificar” e phoibazô “profetizar”.

Segundo a Teogonia, seu esposo e irmão foi Ceos, com quem ela teve duas filhas: Leto, mãe de Artemis e Apolo, e Astéria, mãe de Hécate. Na poesia homérica, não é citada e no lugar dela – no hino homérico a Apolo de Delos – Dione, mãe, na versão homérica, da deusa Afrodite, nascida sem mãe na versão hesiódica, é citada na lista de Titânidas oraculares presentes no nascimento de Apolo.

Depois da Teogonia, a menção mais importante a Febe está na tragédia Eumênides de Ésquilo, na qual a sacerdotisa de Delfos diz que Febe recebeu de Têmis o controle do Oráculo.

O mito faz três atribuições do poder sobre o Oráculo de Delfos, correspondentes às três gerações de deuses. Sob o “reinado” de Urano, pertenceu a Gaia, sua esposa e deusa primordial, depois Cronos o teria concedido à sua irmã Têmis. Quando chegou a vez de Zeus redistribuir os poderes, não poderia tê-lo conferido diretamente a Apolo, ainda não nascido – daí, possivelmente, a interposição de Febe por Ésquilo.

Hipérion

Hipérion (do grego hyper, “acima” e iôn, “que vai”, ou seja, “o que vai por cima”) é um dos titãs, filho de Urano e Gaia, associado com a luz. Às vezes, foi chamado simplesmente Titã (“Tensão”), como se fosse “o titã” por excelência.

No mito hesiódico (Teogonia), Hipérion tinha como esposa Teia (“Visão”, “Profecia”), senhora do éter, o azul brilhante do céu, que com ele foi mãe das principais luzes do céu: Eos, a manhã; Hélios, o sol; e Selene, a lua. No mito homérico, Teia é chamada Eurifaessa (“Brilho Amplo”)

Hipérion foi um dos quatro irmãos que conspiraram com Cronos para castrar seu pai Urano. Quando este desceu para se deitar com a Terra, Hipérion, Crios, Coios e Jápeto, um em cada cando do mundo, seguraram o pai enquanto Cronos o castrava com uma foice. Os quatro titãs personificam os pilares que nas cosmogonias do Oriente Médio separam o céu da terra e, como pai do Sol, da Lua e da Manhã, Hipérion é sem dúvida o pilar do leste. Seus irmãos Coios, Crios e Jápeto representam, respectivamente, o norte, o sul e o oeste.

Na Ilíada, Hipérion é apenas um epíteto de Hélios, o deus-sol. Na Odisséia e no hino homérico a Deméter, porém, o Sol é chamado Hiperônida, “filho de Hipérion”, como também na Teogonia.

Na mitologia órfica, Hipérion é o regente do Sol, juntamente com sua esposa Téia.

Na versão evemerista da mitologia dada por Diodoro da Sicília, Hipérion teria sido o primeiro astrônomo, o primeiro homem a observar e descrever os movimentos do sol, da lua, das estrelas e das estações, e por isso teria sido divinizado como o pai desses corpos.

Na Descrição da Grécia, de Pausânias, há a seguinte passagem

Depois de cruzar novamente o rio Asopo [perto de Titane, Siciônia] e alcançar o topo da colina, chega-se ao lugar onde os nativos dizem que Titã primeiro habitou. Eles dizem que ele era o irmão de Hélios e que o lugar tomou dele o nome de Titane. Penso que ele se mostrou hábil em observar as estações do ano e o tempo de (a radiação de) o sol aumentar e amadurecer sementes e frutos e por isso foi considerado irmão de Hélios.

Nessa passagem, Titã, como nome próprio, parece ser considerado idêntico a Hipérion, ainda que tomado como irmão e não pai de Hélios. Provavelmente nesse sentido que, nos Oráculos Sibilinos, Jápeto é considerado, junto com Cronos e Titã, um dos três filhos de Gaia e Urano cada um dos quais teria recebido um terço da Terra – neste caso, os quatro pontos cardeais são reduzidos ao nascente e ao poente.

Vale notar, também, que embora o nome de “titã” fosse usado genericamente para os titãs originais e seus descendentes, era também usado como nome alternativo de Hélios, descendente de Hipérion, assim como “titânia” era um nome alternativo de Selene, assim como Ártemis, com quem era freqüentemente sincretizada. (Fonte: fantastipedia)

Jápeto ou Iápeto

Jápeto ou Iápeto era um dos titãs filhos de Urano e Gaia. Seu nome deriva do grego iaptô, “ferir”, “furar”, “estocar” (com lança ou dardo).

Segundo a Teogonia de Hesíodo, Jápeto uniu-se a Clímene (do grego klymenos, “famosa”, epíteto também dado a Hades e Hefesto) ou Ásia, filha de Oceano, e teve com ela quatro filhos: Atlas (“suportar”), Prometeu (“pensamento previdente”), Epimeteu (“pensamento tardio”) e Menécio (“poder condenado”, ligado à raiva e imprudência). Estéfeno de Bizâncio atrbuía-lhe ainda a filha Anquíale, deusa do calor do fogo e o pseudo-Apolodoro deu-lhe como filho o deus-rio Búfago (morto por Ártemis quando tentou violentá-la), que teve com Tornax (nome de uma montanha entre Esparta e Selásia). Pausânias dá o nome de Ásia à esposa de Jápeto.

Jápeto e seus irmãos, liderados por Cronos, conspiraram contra seu pai Urano, preparando-lhe uma emboscada quando desceu para se deitar com a Terra. Crios, Coios, Hipérion e Jápeto se puseram nos quatro cantos do mundo para segurar o deus do céu enquanto Cronos, escondido no centro, o castrava com uma foice.

Nesse mito, Jápeto e os três irmãos representam os quatro pilares cósmicos que nas cosmogonias do Oriente Médio separam o céu e a terra. Jápeto era o pilar do oeste, posição depois ocupada por seu filho Atlas.

Jápeto, “o perfurador” pode também ter sido visto como o deus-titã do tempo de vida humano e da mortalidade, principalmente da morte violenta e também está associado à habilidade artesanal. O oeste e o ocaso eram associados com a morte e o mundo dos mortos e seus filhos Prometeu e Epimeteu tiveram o papel de demiurgos, deuses artesãos criadores da humanidade e dos mortais.

Nos Oráculos Sibilinos, Jápeto é considerado, junto com Cronos e Titã, um dos três filhos de Gaia e Urano cada um dos quais teria recebido um terço da Terra.

Mais tarde, alguns intérpretes e escritores cristãos (inclusive John Milton, no Paraíso Perdido) identificaram o titã Jápeto com Jafé (do hebraico יֶפֶת, Japheth), filho de Noé, com base na similaridade do nome e na tradição bíblica que considerava todos os povos do mundo como descendentes dos três filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, sendo o último o ancestral de povos europeus, inclusive os gregos. Ainda nessa linha de interpretação, Cam, filho de Noé relacionado a povos africanos (entre outros), foi identificado com Júpiter Amon, ou seja, o deus egípcio Amon. ((Fonte: fantastipedia))

Mnemosine

Oceano ou oceanus

Oceano (do grego Ὠκεανός, Okeanós) era um dos titãs, filho de Urano e Gaia, personificação de um imaginário rio de água doce que rodearia o mundo habitado. Ésquilo em Prometeu Acorrentado, 138-140, refere-se a Oceano, cujo curso, sem jamais dormir, gira ao redor da Terra imensa. Unido à sua irmã Tétis (titânida), que aparentemente distribuía suas águas por meio de cavernas subterrâneas aos filhos do casal que, segundo a Teogonia de Hesíodo, incluíam três mil deuses-rios e de igual número de oceânidas.

Oceano também foi visto como o deus que regulava o nascer e o pôr dos astros que, segundo se supunha, emergiam e submergiam em seu reino aquoso nos confins da terra.

Nas margens do Oceano e em suas ilhas, encontravam-se muitos lugares míticos, inclusive o Reino de Hades. Tal conceito torna compreensível geografia das gestas de Héracles e de Odisseu, que se deslocam de um ponto cardeal a outro pelo Oceano, bem como a localização dos Jardins das Hespérides, das Górgonas, de Ogígia e dos Hiperbóreos.

Oceano pode ter sido identificado com Ofião, titã que nos mitos órficos governou os céus antes de ser derrotado e atirado por Cronos ao rio que circunda o mundo.

A partir da época helenística, quando mudaram as concepções cosmológicas dos gregos, Oceano passou a ser identificado com os grandes corpos de água salgada que vieram a ser conhecidos pelos gregos, o Atlântico (também conhecido como “Mar Oceano”) e o Índico , enquanto Posídon passou a ser considerado como o deus do Mar Mediterrâneo. Oceano passou a ser representado com atributos marinhos, Tétis se tornou representação da fecundidade do mar e as oceânidas, ninfas do mar aberto. (Fonte: fantastipedia)

Oceano

Segundo a mitologia, Oceano recusou-se a ficar ao lado de Cronos em sua revolta contra o pai Urano. Na maioria das variantes da guerra entre os Titãs e os Olímpicos, a Titanomaquia, Oceano, assim como Prometeu e Têmis, também não toma partido e permanece à margem do conflito.

Na Ilíada, o escudo de Aquiles, forjado por Hefesto, é cercado, como o próprio mundo que representa, pelo Oceano: Na orla esculpiu do enorme rijo escudo / A ingente força do Oceano rio. Hera, ao pedir licença a Zeus para ausentar-se, alega que vai visitar Oceano para reconciliá-lo com Tétis:

Concede-me os desejos com que dornas

Humanos e imortais: aos fins do globo

Visitar o Oceano pai dos deuses

E a Tetis madre vou, que em seus palácios,

Tomada a Reia, me criaram, quando

Exul a terra e ao mar ínsemeável

A Saturno arrojou previsto Jove:

Congraçá-los pretendo; há largo tempo

Do amor se abstém, de cólera assaltados.

Se os reduzo no leito a se afagarem,

Ser-lhes-ei cara sempre e veneranda.

Em sua viagem às Hespérides, Héracles forçou Hélios a emprestar-lhe sua tigela dourada para cruzar o Oceano. Quando este começou a sacudir a tigela, Héracles o ameaçou e acalmou suas águas. A jornada de Héracles na tigela do sol sobre Oceano é um tema frequente nas pinturas de vasos áticos.

Fonte: Fantastipédia

Oceanus

Reia (na segunda imagem ela está turbinada, rs)

Na mitologia grega antiga Réia, deusa de origem pré-helênica, associada à cultura cretense e aos ritos agrícolas, filha de Urano (céu) e de Gaia ou Géia, o casal primordial, céu e terra, sendo, por isso, uma das Titãs ou Titânides, mãe de todos deuses do Olimpo. Conhecida como Mãe dos Deuses e a própria Terra, Réia Foi irmã e esposa de Cronos e mãe da maior parte dos deuses de primeira grandeza como DeméterHadesHeraHestiaPossêidon e Zeus, segundo a Teogonia de Hesíodo.
Cansada de ver todos seus filhos devorados por seu marido, Cronos, devido a profecia de que este seria destronado por um dos filhos, ela foi para Creta e, numa caverna do monte Dicte, deu à luz o caçula Zeus, que foi amamentado pela cabra Amaltéia. Depois ela deu uma pedra enrolada em panos lugar de Zeus, enganado o marido, que a engoliu sem perceber a troca. Criado por ninfas, quando Zeus cresceu, induzido pela mãe, destronou o próprio pai prendendo-o no Tártaro, obrigando-o a vomitar todos os irmãos engolidos e ganhando assim o cetro do universo.
Cronos ou Saturno, apesar de pai dos principais deuses, não teve entre os poetas o título de Pai dos Deuses, talvez devido à crueldade que exerceu sobre os filhos, enquanto que sua esposa, era chamada a Mãe dos Deuses, a Grande Mãe, e era venerada com esse nome. Na Grécia clássica foi cultuada em alguns pontos da Grécia, principalmente em Creta, na Arcádia, na Beócia e em Atenas. Na mitologia romana foi identificada como Cibele, a Magna Mater deorum Idae e, também, identificada como uma deusa relacionada com a fertilidade, e nas cerimônias dos cultos e crenças religiosas, parece ter sido o mito mais honrado.
Na cultura ocidental a figura da “mãe de deus” sempre é honrada. Não foi diferente entre os gregos onde nasceu a cultura ocidental. Quando vivemos esse arquétipo Réia ou deusa-mãe?  Quando estamos gestando: um filho, projetos, cursos, amigos, pais idosos, enfim somos a DEUSA-MÃE (independente e sexo porque gerimos no sentido figurado) quando estamos gerando, nutrindo e cuidando de “aspectos” muito especiais para o nosso útero/coração

Téia

Têmis

Tétis ou thetys

Todos juntos, exceto Atlas.

Hades, 阎王, ハデス, ад, άδης, Plutão, Persefone, Persephone

As escassas referências a Hades nas lendas gregas, em comparação com os outros grandes deuses, revelam o temor que essa divindade infundia ao povo.

Hades era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Poseidon.

Destronado Cronos, coube a Hades o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si.

Reinava, em companhia de sua esposa Perséfone, sobre as forças infernais e sobre os mortos, no que freqüentemente se denominava “a morada de Hades” ou apenas Hades.

Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, Hades não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias.

Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante.

Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos).

Seu nome significa, em grego, “o invisível”, e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade.

O nome Plutão (“o rico” ou “o distribuidor de riqueza”), que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.

Fonte: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br

Quem seria o sucessor de Zeus na administração do Olimpo, caso ele, por alguma razão, sumisse? Hades ou Poseidon?

Ajude seu deus aqui.

Help Hades here.

Aqui está o Deus grego mais poderoso, complexo e sombrio (Só não é mais sombrio que o Erebus). Veja a multiplicidade de facetas criadas para esse Deus. Não é igual ao Zeus, o deus midiático que só é visto com um pano branco sobre o corpo e com um raiozinho. Hades é muito mais complexo, mesmo sendo o mais poderoso e aquele que roubou as armas de Cronos, expondo-se ao perigo, preferiu levar uma vida longe dos holofotes. Não é um esbanjador como Zeus, nem um animal como Poseidon, que, embora também seja mais poderoso que Zeus, inexplicavelmente se submete ao Deus dos deuses. Bom, tudo bem que Zeus é o mais político dos três, mas isso, e o fato de ter sido salvo por sua mãe e libertado seus irmão, não dá a condição de deus mais poderoso. Vê se que ao longo da história, ele sempre evitou confrontos com seus irmãos, pois sabia que poderia perder o trono. Enfim esse é Hades que, se um dia quiser mover guerra contra o céu, vencerá, ainda mais porque dos três irmãos que governam a Terra é o de melhor índole, o mais perspicaz e cauteloso, embora seja o mais rancoroso de todos. Além disso, é o guardião do Tártaro e sobre as criaturas poderosas que nele habitam tem, porque não, um certo controle, tipo assim, junte-se a mim e ganhe liberdade.

Por essas e por outras, afirmo peremptoriamente que Hades é o mais foda.

Sem falar que é o Deus mais rico. Tem a sua disposição recursos minerais infinitos. Ser Hades é ganhar na loteria toda semana, ganhar na mega sena várias vezes.  O cara é um verdeiro tio patinhas, está cercado de moedas de ouro. Compra qualquer ser imortal com sua fortuna.

Hades e o mito do rapto de Perséfone.

http://manuelcarvalho.8m.com/deana11.htm

VOTE NO CAPACETE DE HADES, A HADEIA!!!

Ajude Hades aqui também!

http://www.seuhistory.com/deuses/panteao/grego/hades.html

Hades monstrando que tem pegada. Não nego razão para ele. Olha que gata.

Olha a garota caindo no truque.

Filho de Réia e Cronos, irmão de Zeus e Posseidon. Senhor do Submundo, terra dos mortos.

Tem como esposa Perséfone, que foi raptada por ele.

Com a vitória na guerra contra os titãs, os Ciclopes forjaram um capacete que dá a invisibilidade para Hades, assim ele pode sair das profundezas da terra e vir para a superfície sem que ninguém o veja.

Somente Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, porém, utilizou-se desse poder pouquíssimas vezes e, assim mesmo, a pedido da esposa.

Era o deus das riquezas porque dominava nas profundezas da terra, de onde mandava prosperidade e fertilidade; era considerado um deus benéfico.

Fonte: br.geocities.com

Uma das doze divindade gregas do Olimpo, correspondente a Plutão entre os romanos, com características de um deus do mundo inferior, soberano do reino dos mortos ou simplesmente o submundo, cujo nome era usado para designar tanto o deus como os seus domínios, um lugar onde imperava a tristeza. Deus de poucas palavras, o seu nome inspirava tanto medo que as pessoas procuravam não pronunciá-lo.

Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante e extremamente temido, pois em seu reino sempre havia lugar para mais uma alma. Filho de Cronos e de Réia e, portanto, irmão de Zeus e de Possêidon. Quando o pai foi destronado, coube-lhe o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si.

Casou-se com Perséfone, filha de Zeus e Deméter , após um rapto bem sucedido e reinava, em companhia de sua esposa, sobre as forças infernais. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado seu palácio.

Era representado como um lugar lúgubre, escuro e repleto de portões e de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios uma paisagem assombrosa.

O velho barqueiro Caronte conduzia as almas dos mortos através do sinistro rio de águas paradas Estige, até a entrada do reino ou casa de Hades, esse lugar infeliz e sombrio, habitado por formas vagas e sombras, cuja entrada era cuidadosamente guardada por Cérbero, um monstruoso cão de três cabeças e cauda de dragão, que não deixava as almas saírem do reino.

O submundo era dividido em duas regiões:

Érebo, por onde as pessoas passavam imediatamente após a morte, para serem julgadas, e receber o castigo dos seus crimes ou a recompensa das boas ações,

Tártaro, a região mais profunda, onde os Titãs haviam sido aprisionados.

Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, ele não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias.

Em lendas posteriores o mundo inferior passou a ser chamado de Hades e era descrito como o lugar onde os bons eram recompensados e os maus punidos.

O nome Plutão, que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.

Fonte: http://www.sobiografias.hpg.ig.com.br

Hades, na mitologia grega, era o deus dos mortos. Governava o reino dos mortos, que tinha o mesmo nome.

Os antigos romanos coservaram sem alterações quase todos os mitos sobre Hades e seu reino, mas davam ao deus o nome de Plutão.

Hades era filho de Cronos e Réia e irmão mais velho de Zeus, rei dos deuses.

Apesar de Hades ser muitoHades importante para os gregos, estes não lhe devotavam nenhum culto.

Poucos mitos tratam especialmente de Hades.

O reino de Hades era uma região neutra, reservada às almas das pessoas que não mereciam nem castigo nem recompensa após a morte.

Os gregos acreditavam que o Hades era um lugar enfadonho e insípido, mas não necessariamente penoso. As almas dos que tinham levado vidas virtuosas vagavam alegremente pelo Campos Elísios. As almas dos que tinham pecado muito iam para o Tártaro, um lugar muito abaixo da terra, onde sofriam o tormento eterno.

Acreditavam que Hades ficasse sob a terra. Tinha cinco rios: o Aqueronte, o Cocito, o Letes, o Flegetonte e o Estige.

Cada um deles servia de fronteira entre a terra dos vivos e a dos mortos.

O Estige era o rio mais conhecido do Hades. Para atravessá-lo, cada alma deveria ser transportada por Caronte, um barqueiro. Ele exigia pagamento por seus serviços e por isso os gregos colocavam moedas nas bocas de seus mortos antes de enterrá-los.

A casa de Hades ficava nas margens do Estige. Cérbero, um cão monstruoso com três cabeças guardava a casa.

Depois de atravessar o rio, cada alma era designada para o seu devido lar eterno por um dos três juízes: Éaco, Minos ou Radamanto.

Os que fossem culpados de crimes sérios eram atormentados por três deusas chamadas Fúrias ou Erínias..

Fonte: mitologia.tripod.com