Poseidon – Deuses nos games “Gods in games”

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Qual a melhor representação de Poseidon nos games na sua opinião? Eu gosto mais do Poseidon de Smite!   Age of Mythology Gods of Rome God of War Smite Saint Seiya – Soldiers’ Soul Abaixo, algumas enquetes deste blog em que Poseidon está presente. Vote depois de comentar sobre a representação mais legal!

Top 10 da mitologia grega! Veja as entidades mais poderosas da mitologia grega!

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Leiam A Nova Teogonia Livro I e Livro II, livro de minha autoria. (quem leu, gostou) A Nova Teogonia tem na Livraria Cultura também! xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 10º Atena: Deusa da guerra, da civilização, da estratégia, da sabedoria e da habilidade. Filha de Zeus e Métis, a titã da sabedoria. Teve um nascimento singular. Nasceu da cabeça de Zeus […]

Grande batalhas LV: Casais fofos. Aponte o melhor modelo de casamento.

Para quem pretende casar… rsrsrs

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Grandes batalhas LIV: Os bichinhos de estimação de Poseidon. Poseidon está com muito trabalho e quer doar um dos pets. Escolha o seu!

CARIBDIS

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Caríbdis (em grego antigo Χάρυβδις) era um monstro marinho protetor de limites territoriais no mar. Em outra tradição, seria um turbilhão criado por Poseidon.

Em tempos mais antigos, Caríbdis era mais ligado a lendas de marinheiros e pescadores do que a própria mitologia grega. Homero posicionou-a como entidade mitológica, tirando-a de simples lenda regional. Homero a chamava de “a divina Caríbdis“, usando o mesmo adjetivo aplicado à bela ninfa das cavernas, Calipso.

Durante sua existência como ninfa, Caríbdis se caracterizava por uma voracidade extrema. Quando Héracles passou perto de Messina, levando os bois de Gerião, roubou alguns dos animais e devorou-os. Ao tentar investir contra o herói, que tentava recuperar seu gado, Caríbdis foi fulminada por Zeus com um raio, e lançada às profundezas do mar, onde se transformou em um monstro marinho.

Na tradição mitológica grega, Caríbdis era habitualmente relacionada a Cila, outro monstro marinho. Os dois moravam nos lados opostos do estreito de Messina, que separa a Itália da Sicília, e personificavam os perigos da navegação perto de rochas e redemoinhos. No cimo do rochedo, que não era tão alto quanto o penedo oposto de Cila, erguia-se uma figueira negra. Caríbdis propriamente dita ficava fora da vista. Três vezes por dia sorvia as águas do mar e três vezes por dia tornava a cuspi-las.[2]

Quando Odisseu passou pelo estreito de Messina, foi arrastado pelo turbilhão de Caríbdis, após um naufrágio provocado pelo sacrilégio cometido contra os bois de Hélios. Conseguiu, porém, agarrar-se à figueira que ficava em frente à gruta do monstro e depois agarrar-se a um mastro do navio naufragado, conseguindo escapar e prosseguir sua viagem.

Cila

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Versão de Ovídio

Segundo o poeta romano Ovídio, Glauco era um humano que as divindades aquáticas resolveram transformar em uma criatura do mar, com uma barba verde-acinzentada, largos ombros, braços azulados, pernas curvadas com nadadeiras na extremidade. Ele se apaixonou pela ninfa Cila, que apavorada com sua aparição, põe-se a fugir, pelas águas, pelas rochas, pelas cavernas submarinas. Mas o amor do pobre Glauco era imenso e, desesperado, e ele se lança em perseguição da bela ninfa, implorando, aos prantos, que lhe conceda um pouco de atenção. Impassível às suas súplicas, Cila continua sua fuga, escondendo-se num lugar tão inacessível que jamais Glauco conseguiria encontrá-la. Depois de inúteis buscas, Glauco é obrigado a reconhecer sua derrota. Apenas algum poder superior lhe facultaria conquistar o afeto da formosa ninfa. Abatido, torturado, Glauco dirige-se à ilha de Ea, onde morava Circe, a feiticeira, e roga-lhe que o ajude a conquistar sua amada. Circe promete atendê-lo, mas acaba enamorando-se pelo deus marinho. Como Glauco a rejeita, agora é Circe quem põe-se a percorrer os mares, sem descanso atrás de seu amado. Como encantos de mulher revelam-se insuficientes, ela recorre a seus poderes de feiticeira, e decide transformar Cila em uma criatura tão horrenda e repulsiva que todo o amor de Glauco haveria de transformar-se em aversão. Sem ser vista, Circe derrama veneno nas águas de uma fonte onde a ninfa costumava banhar-se e retorna para a ilha de Ea onde aguarda pelos resultados. Quando Cila mergulha na água enfeitiçada seu belo corpo começa lentamente a transformar-se. Monstros horrendos surgem à sua volta, com ensurdecedor alarido. Aterrorizada, a ninfa procura afastá-los e fugir. Então descobre que os monstros são parte de si mesma, nascem de seu corpo. Desesperada corre ao encontro de Glauco e em seus braços chora longamente. Ele também lamenta a beleza perdida, mas recusa-se a permanecer com a antiga ninfa, pois o grande amor não existe mais.

Cila retira-se para longe e vai viver no estreito de Messina, entre a Sicília e a Itália, aterrorizando os mortais que antes a cortejavam, deslumbrados com sua extraordinária beleza. Na ilha de Ea, Circe inutilmente espera o retorno de Glauco. Revoltado com sua traição e crueldade, Glauco jamais quis visitá-la, passando toda a existência cultivando a lembrança de uma ninfa bela e doce, que um dia se perdeu nos feitiços do ciúme.

O aterrorizante monstro marinho em que Cila se transformou tinha o torso de uma bela mulher mas, em volta da cintura, possuía seis cabeças de serpente com três fileiras de dentes e um círculo de doze cães ladradores. Os cães a alertavam quando um navio estava passando, de forma que ela pudesse capturar os navegantes.

Versão de Homero, na Odisseia

Segundo a Odisséia de Homero, para quem Cila era filha do rio Cráteis, quando a nau de Odisseu passou junto à gruta onde Cila se escondia, os cães saltaram e devoraram seis de seus companheiros.

CETO

ceto mitologia

Ceto é uma das divindades marinhas filhas de Pontos, Titã do Mar e de Gaia, a Mãe Terra. O nome Cetus, que significa “monstro”, é como os antigos gregos denominavam as baleias, que para eles eram monstros marinhos.

Segundo Hesíodo, em sua Teogonia, Ceto era uma deusa extremamente bela que gerou filhas belas porém perigosas e odiadas pelos deuses.

Todavia, como é comum às divindades marinhas, Ceto possui um aspecto dual: enquanto era considerada dona de uma beleza divina, também eram vista com um monstro abissal capaz de gerar outros monstros iguais a si: as Górgonas, as Gréias e o dragão insone Ládon. Já Equidna, também sua filha, era uma criatura ambígua, com tronco de uma bela ninfa e cauda de serpente em lugar dos membros.

Ceto é então a personificação dos horrores e formas estranhas, coloridas e exuberantes que o mar pode produzir e revelar para os homens.

LEVIATÃ

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Leviatã (Leviathan ou Leviatha) é dado na demonologia como um dos quatro príncipes coroados do inferno. É o monstro marinho bíblico, de enormes proporções e rei de todas as criaturas do mar. Seu nome vem do hebraico, e significa literalmente; Serpente Tortuosa, uma referência tanto a sua natureza animalesca como ao seu aspecto oculto.  Seu arquétipo referê-se a brutalidade, ferocidade e aos impulsos mais selvagens e incontidos da humanidade.

A descrição visual de Leviatã é sempre a de uma criatura abissal de proporções gigantescas.

KRAKEN

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O Kraken era uma espécie de lula ou polvo gigante que ameaçava os navios no folclore nórdico. Este cefalópode tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. O Kraken tinha fama de destruir navios, mas só destruía aqueles que poluíam o mar e navios de piratas.

O Kraken também pode ser visto na mitologia grega como um polvo gigante com membros humanóides com uma armadura impenetrável e que habitava uma caverna submersa. As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registos visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.

O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas.

HIPOCAMPO

HipocampoHipocampo _color_by_IoanCuza

O Hipocampo (Grego: hippos = cavalo, kampi = monstro) é uma criatura mitológica partilhada pela mitologia Fenícia e Grega. Tem tipicamente sido descrito como cavalo na parte anterior do seu corpo como peixe na parte posterior como a cauda de um peixe escamoso, como um cavalo-marinho.

Na mitologia grega, o hipocampo servia de companhia e montaria às nereidas e de animal de tração ao carro de Poseidon. Seres com características semelhantes aparecem na arte de outras culturas, inclusive a Mesopotâmia e a Índia. Também foi representado em bronzes, prataria e pinturas da Antiguidade romana ao período barroco.

Criados por Poseidon a partir da espuma do mar, são animais com caudas de peixe brilhantes, semelhantes ao arco-íris, e a parte frontal de seus corpos são de corcel branco. Os hipocampos são as montarias do exército de Poseidon. Homero associa Poseidon, que era o deus dos cavalos, tremores na terra e no mar, causados pelos cascos de bronze dos cavalos sobre a superfície do mar, e Apolónio de Rodes, sendo conscientemente arcaico em Argonautica, descreve o cavalo de Poseidon que emerge do mar e galopando para longe do outro lado das areias líbias. Em imagens helenísticas e romanas , no entanto, Poseidon (ou Netuno) muitas vezes leva uma carruagem marítima puxada por hipocampos. Assim, hipocampos são associados com esse deus em ambas as representações antigas e as mais modernas, como nas águas do século 18 na Fonte de Trevi em Roma.

O aparecimento de hipocampos em água doce e água salgada é contra-intuitivo para uma audiência moderna, embora não a antiga. A imagem grega do natural ciclo hidrológico não tem em conta a condensação de água na atmosfera em forma de chuva para reabastecer o lençol freático , mas imaginou a água do mar sendo “reabastecida” através de cavernas e aqüíferos. Venicio Silva Araujo

Poseidon, Poseidón, Посейдон, 波塞冬, ポセイドン, Neptunum Posidon, Ποσειδώνας, Netuno e Anfitrite

Na mitologia grega, Posídon (em grego antigo Ποσειδῶν, transl. Poseidōn), também conhecido como Poseidon, Possêidon ou Posidão, assumiu o estatuto de deus supremo do mar, conhecido pelos romanos como Netuno possivelmente tendo origem etrusca como Nethuns. Também era conhecido como o deus dos terremotos. Os símbolos associados a Posídon com mais frequência eram o tridente e o golfinho.

A origem de Posídon é cretense, como atesta seu papel no mito do Minotauro. Na civilização minóica era o deus supremo, senhor do raio, atributo de Zeus no panteão grego, daí o acordo da divisão de poderes entre eles, cabendo o mar ao antigo rei dos deuses minóicos.

Poseidon perdeu a cidade de Atenas para Atena e aqui está sua chance de vingá-lo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

POSEIDON E ANFITRITE

Anfitrite é uma nereida (ninfa do mar), apesar de ser uma ninfa acabou se tornando deusa das águas calmas depois de seu casamento com Poseidon, é filha de Nereu e Dóris.
Ao se encontrar com Poseidon, ele já se apaixonou por ela, mas Anfitrite recusou, Poseidon ficou irritado a obrigou a se casar com ele, Anfitrite para não se casar com Poseidon se escondeu nas profundezas do oceano, onde ninguém poderia achá-la, somente sua mãe sabia onde era o lugar, depois de um tempo escondida Anfitrite muda de idéia em razão da atuação de Delfim e se casa com Poseidon e se transforma na rainha do Oceano.
Assim como Hera, Anfitrite também sofre com as traições de seu marido, mas não tinha a mesma maldade de Hera, junto com Poseidon ela foi mãe de Tritão e Roda, as vezes ela é associada com focas e golfinhos.

Quem seria o sucessor de Zeus caso ele desaparecesse? Poseidon ou Hades?

Fortaleça seu deus preferido aqui.

Help Poseidon here.

Antes do post, nova enquete:

O irmão mais velho de Zeus e Hades é o deus do mar.Com um movimento de seu tridente, causa tempestades e terremotos – e sua fúria é famosa entre os deuses!

Posêidon vive procurando aumentar seus domínios em diferentes áreas da Grécia.

Na Mitologia grega, Posídon ou Poseídon assume o estatuto de Deus supremo do Mar, conhecido pelos romanos como Netuno, e pelos Etruscos por Nethuns.

Como filho de Cronos e Rhea é um dos principais Deuses do Olimpo e de acordo com certas tradições umas vezes aparece como irmão mais velho ou mais novo que Zeus, Primordialmente Zeus terá obrigado seu pai Cronus a regurgitar e restabelecer a vida aos filhos que este sistematicamente engolia, e entre os salvos está Poseidon, explicando assim Zeus como o irmão mais novo. Mais tarde com o gradual aparecimento genealógico das dividades e os seus direitos de nascimento, Zeus vai-se estabelecendo no folclore helénico no filho mais Velho. Poseidon terá sido criado entre os Telchines, os demónios de Rhodes, bem como com Cephira (ou Caphira), uma das inúmeras filhas de Oceanus. Quando atingiu a maturidade ter-se-á apaixonado por Halia, uma das irmãs dos Telchines, e desse romance nascerem seis filhos, e uma filha, de seu nome Rodhus, dai o nome da ilha de Rhodes.

Na Ilíada, Poseidon aparece-nos como o Deus supremo dos mares, comandando não apenas as ondas, correntes e marés, mas também as tempestades marinhas e costeiras, provocando nascentes e desmoronamentos costeiros com o seu Tridente, e muito embora o seu poder parecer ter se estendido a nascentes e lagos; os rios, por sua vez, têm as suas próprias deidades, no obstante o fato de que Poseidon era dono da magnifica ilha de Atlântida (atlantis)

Considerando que as inúmeras aventuras amorosas de Poseidon foram todas elas frutíferas em descendentes, é de notar que ao contrário dos descendentes de seu irmão Zeus, os filhos do Deus dos mares, tal como os de seu irmão Hades, são todos maléficos e de temperamentos violentos.

Alguns Exemplos: Com Thoosa nasceu o ciclope Polyphemus; de Medusa nasceu o gigante Chrysaor e o cavalo alado, Pegasus; de Amymone nasceu Nauplius; Com Iphimedia, nasceram os irmãos gigantes Otus e Ephialtes, (os Aloadaes), que chegam mesmo a declarar guerra aos Deuses. Por sua vez, os filhos que teve com Halia, cometeram tantas atrocidades que o Pai teve que os enterrar para evitar-lhes maior castigo. Casou ainda com Anfitrite, de quem nasceu o seu filho Tritão, o Deus dos abismos oceanicos, que ajudou Jasão e os seus argonautas a recuperar o Velocino de ouro.

Fonte: mitologia.freevar.com

Vote: https://fenixdefogo.wordpress.com/2012/02/11/enquete-i-grandes-batalhas-i/

ESCOLHA O TRIDENTE!

O drama de Poseidon. (trecho do livro 24.08.06)

“Maldito seja Zeus!”

“Desde sempre fora o escolhido. Se pelo destino, não sei. Seu raio e sua luz sempre me ofuscaram. Sempre fui comparado com ele e sempre colocado no segundo plano. Ele é tido como o mais forte, o mais poderoso, e é a personificação do Olimpo e da Grécia mística e tudo porque foi salvo por nossa mãe, Reia das mandíbulas de Cronos. Maldito seja mais uma vez!!!”

“Eu também lutei na titanomaquia, lutei tanto quanto ele. Eu me expus ao ataque de Cronos, servi como alvo, corri o risco de ser destroçado pela fúria implacável da foice do Titã para que, o hoje Senhor do Olimpo, às escondidas, fulminasse-o com raios. Eu fui a armadilha, mas ninguém se lembra disso. Eu corri o maior risco, mas quem leva o crédito é ele. Por quê? Por quê? Será ele mais carismático? Por que todos o temem mais do que temem minha pessoa? Tenho o mesmo sangue. Meu tridente é tão letal quanto os raios de Zeus. Posso partir a terra e as montanhas com um golpe do meu tridente.”

“Talvez a culpa seja minha.”

“Não fiz nada nesses últimos milênios a não ser receber ordens de Zeus e acatar as decisões do tirano. Talvez esse seja o problema. Obedeci na guerra de Tróia e quando da destruição da Invencível Armada Espanhola. Deixei que a tempestade dele acabasse com a armada que ajudei a construir. Também acatei a punição de Zeus quando todos os deuses tramaram contra ele. Fui escravo de um rei, de um homem, Laomedonte. Quer maior punição e maior vergonha para um Deus do que ser escravo de um mortal? Sim, eu fui. Eu me submeti ao castigo. Fi-lo, porque qui-lo, para manter a ordem e preservar a paz, afinal de contas, eu também conspirei. Conspiradores devem ser punidos. Esta é a lei. Jamais admitiria uma conspiração em meio reino, JAMAIS! Mas, mesmo me redimindo, perdi mais autoridade enquanto Zeus continuou ganhando status de Deus magnânimo e invencível. Às escondidas, os demais deuses sussurram: “Poseidon fraco”; “o Deus dos mares é um covarde”; “trucidar alguns monstros marinhos e seres humanos é apenas o que sabe fazer”; “fugiu de Tifão”; “seus filhos malignos são um reflexo de sua decadência imanente”; “só faz parte da Tríade, porque é irmão de Zeus”; “Atena deveria assumir o seu lugar”; “traidor de mau gosto, está se relacionando com Gaia, inimiga declarada de Zeus”; “Zeus deveria expulsar esse fraco do Olimpo” … “

“E tais alcunhas e pensamentos perversos sobre minha autoridade e atitudes ficavam mais impregnadas ao meu nome a cada vez que via meus filhos ou criaturas sendo abatidas por Zeus ou por seus filhos. Cetus, Belerofonte, Anteu, Átila, Napoleão, etc. Todos mortos pelos olimpianos. Diziam que eu me omitia e que tinha medo de Zeus, mas na verdade eu nem ligava para a morte de meus filhos. Eles eram maus.”

“Até Anfitrite desdenha de mim nos bastidores de meu próprio reino. A vadia me acusa, nos rincões do palácio, de submisso a Zeus e de que não tenho amor aos meus filhos. Chega mesmo a mencionar a morte dos filhos bastardos, que tanto odiava, para me agredir. Bom, essa é a arma da ciumenta frustrada para me humilhar. Se eu continuar assim, com tal descrédito, se continuar subserviente a Zeus, até Tritão, meu filho favorito e legítimo, cuja lealdade transborda das entranhas e que não foi atingido pela maldição da maldade, duvidará de meu caráter e hombridade.”

“Preciso de alguma forma ser um contra ponto a Zeus. Preciso demonstrar que tenho tanto ou mais poderes que meu irmão caçula, que não sou submisso a ele, mas eu preciso de um motivo imediato para tanto. Hades pode me dar esse motivo. Seria minha chance de ser tão temido e amado por todos como Zeus é. Seria a chance de mostrar aos habitantes do meu reino que seu governante é o maior e que eles não precisam se sentir inferiorizados quando comparados aos cidadãos do Monte Olimpo. Estou cansado das reclamações de meus súditos, estou cansado da arrogância dos olimpianos.”

““Sair da zona de conforto” foi o que Hades me disse.”

“Talvez se eu punir os humanos que ao longo das últimas décadas vêem provocando inúmeros desastres naturais nos meus domínios, eu provoque meu irmão caçula, chamando a atenção dele para os problemas do meu reino. Zeus passou a ser mais tolerante com a Humanidade, aliás, blindou-a. Deixou-a se desenvolver, atendendo a pedido de Prometeu (um titã!), e agora vive como Play Boy por lá, no reino da Terra.“

“Talvez uma sucessão de maremotos e terremotos acabe com toda a Humanidade e com o sorriso de Zeus. Muito embora, a ideia de Hades seja boa. Deixar as coisas como estão. Deixar que os humanos transmitam o petróleo líquido do subsolo para os céus na forma gasosa e tóxica, poluindo gradativamente os ares, domínio de Zeus, enfraquecendo-o, bem como deixando os exércitos do deus do trovão mais vulneráveis, sem que ninguém perceba a maldade por trás dessa minha conivência com a barbárie promovida pelos humanos contra o meio ambiente. “

“E Hades? Nunca me incomodou. Sempre recolhido nas profundezas. Por vezes, ficamos séculos sem ter notícias dele. Ele vivia para o reino e para a amada, Perséfone, que agora lhe foi retirada por ordens de Zeus e Deméter. Talvez só isso mesmo despertasse a fúria adormecida de nosso irmão. O mais romântico e rancoroso de nós. O mais frio e metódico também.”

“Não sei o que vai acontecer. Eu, meus irmãos e, posteriormente os demais deuses, lutamos contra Gaia, contra os titãs, contra os gigantes, mantemos nossa primazia sobre o mundo, mas jamais passamos por uma situação em que deveríamos lutar entre nós, como a que agora surge.”

“Hades é muito inteligente e Zeus é um tolo. Hades já vem tramando suas peripécias há muito tempo, mas não vejo como conseguirá sobrepujar a ira de Zeus. Zeus tem muitos filhos, tem o Olimpo do lado, é muito poder. Acredito que mesmo com o auxílio dos dois novos filhos, Hades não vencerá. Por mais forte que ele seja, não vencerá sem minha ajuda.”

“O que fazer agora?”

A guerra entre Hades e Zeus se aproximava. Apesar de conhecer a potência de Hades, de ficar entusiasmado com a convicção do tenebroso e reservado irmão, de saber que ele era conhecido como o “Outro Zeus”, e, por outro lado, de querer tomar o lugar de Zeus ou ao menos afastar de si a influência do soberano do Olimpo, para ter mais status entre seus pares e colocar a autoestima para cima, Poseidon hesitava em abraçar a causa de Hades. Até ali, o discurso era se manter neutro.

E tal neutralidade se justificava porque, apesar dos pesares e dissabores perpetrados por Zeus, que maculavam e agrediam a grandeza do deus dos mares, ele, Poseidon, estava, realmente, em uma zona de conforto, o que de certa forma era bom. A prepotência do irmão, Rei dos Deuses, jamais tirou o prestigio de Poseidon como uma das três maiores potências do Panteão Grego. Ele, Zeus e Hades, formavam a tríade intocável do Olimpo. Além disso, Zeus, na condição de Deus supremo e arbitro das disputas entre os deuses sempre tentou ser justo e não pender explicitamente para nenhum dos lados. Como lutar contra um cara desse? Um irmão milenar que ao mesmo tempo que ofuscava o brilho de Poseidon, causando-lhe inveja, garantia a estabilidade do Olimpo e do panteão grego, sempre buscando respeitar os domínios dos irmãos.

Poseidon tinha muitas dúvidas.

(trecho do livro 24.08.06)

Pois é, acabei de assistir outro filme sobre mitologia grega de Hollywood e mais uma vez foi uma tragédia. Os efeitos especiais estavam ótimos, mas porra, não dá para fazer uma história decente com a mitologia grega meu Zeus?!?!?!?! Em Fúria de Titãs 2, mataram o Poseidon que, mais uma vez, não fez porra nenhuma no filme. Zeus continuou fraco e dessa vez morreu no fim, em mais um final idiota e repleto de clichês. Hades, que era mau no primeiro filme, ficou bonzinho no momento derradeiro da trama(?), de uma hora para outra, sem maiores explicações, depois que a merda inteira estava feita. E como se não bastasse, inexplicavelmente, perdeu todos os poderes. Cronos parecia um doente mental falando. Só dizia uma palavra por vez. Os outros Titãs nem apareceram. Ridículo! Mas o mais ridículo foi aquela história de dizer que o poder dos deuses deriva da crença humana. Quer colocar a humanidade no centro da história, arranje um pretexto ou um motivo decente pelo menos. Não fica inventando modinha, caralho! Não bastasse a fraqueza dos Deuses, o que é totalmente incompatível com a mitologia e com a própria lógica do filme, muitos deles nem deram as caras, e o herói Perseu fez tudo, para variar, mesmo não aparentando ter nada de especial. É engraçado que uma mera Quimera quase o tenha matado no início do filme, com um pouquinho de fogo de suas ventas, e o Deus Ares não tenha conseguido. Nem mesmo uma chuva de lava ou a explosão de Cronos o derrubou. Pégasus também saiu ileso desses dois últimos eventos. Outra coisa imbecil no filme foi a participação da princesa Andrômeda. Era uma mulherzinha bonita e toda afeminada que comandava um exército de homens. Só focaram a beleza da moça, que é uma péssima atriz. Que se colocasse uma mulher bonita, mas que tivesse jeito para mandar, não uma patricinha. Deve ser para captar o público feminino. Por fim, o novo semideus, Agenor, é um idiota. Esse filme só não foi pior que o primeiro e que Imortais (o filme mais ridículo que já vi). Ainda bem que os deuses morreram, assim não haverá o terceiro filme e, portanto, não vou ficar com vontade de vê-lo e, ao final, decepcionar-me mais uma vez. Poseidon merecia mais respeito. God of war e Age of Mythology têm boas histórias e trabalham bem os elementos da mitologia. Custa fazer algo decente?

Poseidon é o deus soberano do mar. Pelos povo romano, ele é chamdo de Netuno.

Seus irmãos mais conhecidos são Zeus, o mais poderoso dos deuses do olimpo, e Hades, o comandante do mundo inferior (inferno, se preferir).

No olimpo, assim como na terra, também existem desavenças. Na época em que surgiu a cidade de Atenas, posseidon estava concorrendo com a deusa Atena para ver quem iria ser o padroeiro da cidade. Pois bem, em meio a toda a bagunça dos humanos na cidade, no centro de Atenas brotaram uma oliveira e uma fonte de água. Perplexo, o rei foi até um oráculo perguntar o que significava tais nascimentos no meio da cidade, o oráculo disse que que a oliveira significava Minerva(deusa Atena) e a fonte de água Netuno(Posseidon), e que os cidadãos deveriam escolher entre os dois qual seria o nome da cidade.

Satisfeito com a resposta, o rei convocou todos os habitantes de Atenas para votar, o que era obvio aconteceu, os homens votaram em Netuno e as mulheres em Minerva. Ao final das eleições Minerva havia vencido por um voto de diferença, o que provocou a ira de Posseidon, o deus atacou a cidade com incríveis ondas, causando grandes destruições.

Para acalmar o deus que havia sido derrotado, as mulheres de Atenas aceitaram 3 castigos impostos por ele:

1º – As mulheres não mais poderiam votar.

2º – Nenhum filho teria o nome da mãe.

3º – Ninguém chamaria as mulheres de Atenienses.

Considerando que as inúmeras aventuras amorosas de Posseídon foram todas frutíferas em descendentes, é de notar que, ao contrário dos descendentes de seu irmão Zeus, os filhos do deus dos mares, tal como os de seu irmão Hades, são quase todos maléficos e de temperamentos violentos.

Alguns exemplos: de Teosa nasce o ciclope Polifemo; de Medusa nasce o gigante Crisaor e o cavalo alado, Pégaso; de Amimone nasce Náuplio; com Ifimedia, nascem os irmãos gigantes Oto e Efialtes (os Aloídas), que chegaram mesmo a declarar guerra aos deuses. Por sua vez, os filhos que teve com Halia cometeram tantas atrocidades que o pai teve de os enterrar para evitar-lhes maior castigo.

Fonte: http://www.laifi.com

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