Grandes batalhas CXXX: Qual é o deus mais poderoso? Aquele que exerce maior influência na humanidade?

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Nada de Zeus, Odin e Hórus. Estes deuses não influenciam tanto a humanidade. Todo mundo sabe o que é um raio e como evitá-lo e poucos países no mundo têm um líder personalista como Zeus ou Odin. A grande maioria dos países é democrático, ou pretendem sê-lo. Logo, esses líderes de panteões são poucos influentes […]

Grandes batalhas XLI: Virgens!!!! Qual a virgem do Olimpo que você gostaria de possuir?

Atena

Héstia

Ártemis, ou Diana, e suas lendas.

Acteão e Órion:

Acteão:

Psicólogo: – Vossa Divindade não se arrepende? Não tem remorso?

Ártemis: – Não.

Psicólogo: – Mesmo sabendo que ele era o melhor caçador humano de seu tempo?

Ártemis deu de ombros.

Psicólogo: – Acteão era filho do rei Cadmo, era jovem e ainda tinha uma vida pela frente.

Ártemis: – Eu sou filha de Zeus e tenho toda a eternidade para vivenciar.

Psicólogo: – Mas ele não teve culpa!

Ártemis: – Nem eu.

Psicólogo: – Mas Vossa Divindade o puniu sem que ele tivesse qualquer culpa no cartório!

Ártemis: – Ele me viu nua.

Psicólogo: – Mas precisava matá-lo?

Ártemis:- Eu não o matei.

Psicólogo: – Vossa Divindade o transformou em um alce em meio a dezenas de caçadores e cães de caça! E os caçadores eram os amigos dele! Como Vossa divindade não o matou?

Ártemis: – Sou casta, bela, divina e do sexo feminino. Acteão era pervertido, feio, humano e do sexo masculino. Não tinha porquê não matá-lo. Além disso, fui misericordiosa, permiti que ele visse todo meu corpo atlético e perfeito antes de transformá-lo em caça. Até dei uma voltinha para ele ver meu bumbum.

Psicólogo: – Vossa Divindade é uma psicopata! Fria, narcisista e sexista! Acha que a sua castidade vale mais do que uma vida humana! Acha que a imagem do seu corpo nu é imaculada, quando não passa de mais um corpo malhado entre tantos outros! Vossa divindade discrimina os seres humanos, especialmente os homens! A vaidade que manifesta e ostenta é nojenta! Você não pode ser chamada de divindade, mas sim de assassina! Monstro, saia imediatamente do meu consultório!

Ártemis: – Precisava ouvir isso, obrigada! Lá no Olimpo ninguém fala a verdade na minha frente. Na próxima sessão conversaremos sobre Órion, ok?

Psicólogo: – Ok. Ah, só uma coisinha.

Ártemis: – O quê?

Psicólogo: – Deixe uma flecha lunar de prata com a secretária. Sabe, minha filha é sua fã e…

Ártemis: – Entendi. Pode deixar.

Psicólogo: – Obrigado.

Órion:

Apolo e Ártemis, como de hábito, estavam juntos. Ambos os irmãos se gostavam muito e eram extremamente unidos e trocavam confidências. No entanto, tal proximidade e intimidade acarretava em um problema grave: Apolo tinha um enorme ciúmes da adorável irmã.

Naquele dia, ambos viram passar, andando pela superfície as águas, um grande e belo ser: Órion.

Ártemis imediatamente se interessou pelo gigante. Apolo explicou para ela que Órion, um exímio caçador, era filho de Poseidon e que por isso tinha a capacidade de trafegar pela superfície da água sem afundar. Contou que Órion era amaldiçoado, pois outrora tentara possuir Mérope à força, a filha de Eunápio, rei de Quios. O mencionado rei queria que ocorresse o casamento entre ambos, mas sempre adiava a data do casório, o que fez Órion tomar a mencionada atitude. Como punição, o rei ofendido pediu ao deus Dionísio que embriagasse o caçador para então cegá-lo durante seu sono. Órion, vítima da armadilha, ficou cego. Posteriormente um Oráculo lhe disse que se partisse para o Oriente e deixasse o Sol nascente banhar seus olhos, o sentido da visão seria restaurado. Com a ajuda de um dos ciclopes de Hefesto, Órion chegou ao Oriente e recuperou a visão. Quando voltou, tentou se vingar do rei Eunápio, mas este não foi encontrado.

Logo, aquele que andava sobre as águas chegou perto dos deuses irmãos e Ártemis, empolgada, convidou-o para ser parceiro de caça, o que foi imediatamente aceito pelo filho de Poseidon.

Com o tempo Órion se apaixonou pelas ninfas acompanhantes de Ártemis, as plêiades. As sete ninfas não tinham mais sossego, pois Órion, na “seca”, era muito chato e persistente. Precisava de qualquer jeito afogar a concupiscência. As plêiades, em ato de desespero, e sem o amparo de Ártemis, que gostava de Órion e o achava extremamente útil e competente no mister de caçar, procuraram Zeus, que a transformaram em pombas e depois em uma constelação.

E o tempo passou. Ártemis e Órion estavam cada vez mais unidos e isso abalava muito Apolo, que parecia ter perdido a companhia da irmã deusa da floresta. Precisava se livrar daquele cara para ter a maninha de volta só para ele.

Um dia Apolo aproximou-se de Ártemis, que só estava, e lhe propôs um desafio: acertar com as flechas de prata lunares um distante ponto negro no mar. Ártemis, que adorava ser desafiada, topou e imediatamente atirou. A flechada atingiu o ponto negro e Apolo sorriu.

Dali a instantes as ondas do mar trouxeram para a praia o lívido corpo de Órion.

Ártemis ficou furiosa, pois percebeu o embuste, a vilania e o ardil do funesto irmão, mas momento depois se reconciliou com ele, afinal de contas ambos se amavam fraternalmente e não tinham remorso de seus crimes – e já haviam praticado outros.

Ártemis, ainda assim e para homenagear o amigo que matara, pediu para Zeus que Órion fosse transformado em uma constelação e o que foi feito. Desde então, a caçada às plêiades foi reiniciada no zodíaco (gargalhada maligna).

Éris, Héstia, Vesta (para romanos), Hades, Hypnos e Thanatos; Erínias ou fúrias

Éris e o pomo da discórdia.

Sobre Éris e a Guerra de Troia:

A discórdia é boa, pois politiza o debate. Por exemplo: em plenas eleições, nada melhor que a discórdia no horário eleitoral e nos debates para ajudar os eleitores a decidir qual é o melhor candidato. Além disso, a discórdia é protegida por Voltaire, que para evitar a ditadura, impele à discussão. Nada melhor do que uma briga franca e direta, sem hipocrisia, para alcançar alguma conclusão. No que concerne ao mito da guerra de Troia, a menos culpada pela eclosão da peleja militar e pela morte de milhares de inocentes é Éris. Ela não teve culpa pela vaidade exarcebada das três deusas “sem noção” e pela falta de decisão de Zeus, que foi complacente com a situação de beligerância gratuita das deusas irresponsáveis. Éris não pode ser responsabilizada por uma situação que não deu causa. O nexo de causalidade foi rompido a partir do momento que as picuinhas entre as três deusas começaram e não foram encerradas incontinenti por Zeus. A culpa pela guerra é de Zeus e das três divindades fúteis, que a estimularam e dela participaram. É muito fácil imputar a culpa a Éris, só porque vive isolada e tem fama de ser uma pessoa difícil. Além disso, ela teve uma reação compreensível. Se Ares, deus da guerra, foi convidado para a festa dos deuses, por que ela não seria? A guerra é muito pior que a discórdia, pois a guerra atinge o plano material e a discórdia não. Enfim, a discórdia é a base da democracia e Éris agiu bem em reagir. Ninguém deve levar desaforo para casa de forma gratuita. Não convidar uma deusa com base em meras conjecturas é um erro que pode justificar a atitude de Éris, afinal de contas, quem cala consente e quem não chora não mama.

Vídeo bacana! Adoro ver mulheres brigando!!

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Héstia

Héstia  é a deusa grega dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira.  Filha de Cronos e Reia  para os gregos era uma das doze divindades olímpicas. A ordem de nascimento de seus irmãos é Héstia (a mais velha), seguida de Deméter e Hera, seguidas de Hades e Poseidon; o próximo a nascer, Zeus, foi escondido por Reia em Creta, que deu uma pedra para Cronos comer.
Cortejada por Posseidon e Apolo jurou virgindade perante Zeus, e dele recebeu a honra de ser venerada em todos os lares, ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer em paz, em seu palácio cercada do respeito de deuses e mortais.
Embora não apareça com frequência nas histórias mitológicas, era admirada por todos os deuses (“ela não enchia o saco de ninguém, por isso era admirada. Na mitologia, a maioria das personagens é maluca e inconveniente”). Era a personificação da moradia estável, onde as pessoas se reuniam para orar e oferecer sacrifícios aos deuses. Era adorada como protetora das cidades, das famílias e das colônias.
Este é o arquétipo da mulher que valoriza o lar, que aprecia tomar conta de casa. Gosta de fazer as tarefas domésticas para agradar a si mesma. Também é comum àquelas que se dedicam a uma vida religiosa ou à meditação. Ela é quieta, reservada, calma, introvertida e aprecia a solidão (muitas vezes, sente-se alienada do mundo que a cerca) (“conheço várias barraqueiras e embora às prefira, às vezes é bom ter um pouco de serenidade e sossego”).
No trabalho, não é competitiva, sendo que trabalhar não é seu forte (“kkkkk já conheci várias pessoas assim kkkk”). Falta-lhe ambição, desejo de poder e de reconhecimento. Quando desempenha uma atividade profissional o faz com esmero mas de modo nada apelativo – apenas faz o que tem que fazer.
Tem poucas amizades pois não gosta de conversas triviais (“neste ponto eu sou igual à Héstia, não gosto de conversas triviais, mas tenho muitos amigos”). A sexualidade não é muito importante (“que pena”).
Expressa seus sentimentos e interesses de maneira indireta, através de gestos amáveis.
Como Deusa da lareira, Héstia é o arquétipo ativo nas mulheres que acham que tomar conta de casa é uma tarefa significativa. Com Héstia, proteger a lareira é um meio através do qual a mulher coloca a si mesma e sua casa em ordem.

O arquétipo de Héstia desenvolve-se em comunidades religiosas, principalmente nas que cultivam o silêncio (“ou seja, na cidade de São Paulo sem chance. Aqui as pessoas são barulhentas, não dá nem para pensar. Ninguém reflete na capital paulista, as pessoas apenas se preocupam em falar, falar, falar e falam alto e apenas trivialidades. Nada de importante. Aliás, o assunto mais recorrente é sobre as promoções dos planos de telefonia. Não sei se rio ou se choro”). As freiras e as virgens vestais compartilham o padrão arquetípico de Héstia.

Fontes:
Texto na íntegra e sem meus comentários:

Ajude/help Héstia aqui.

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Hypnos, Thanatos e Hades

Infelizmente a grande maioria de figuras diz respeito aos cavaleiros do zodíaco, não que eu não goste de CDZ, aliás, sou fã, entretanto, é legal mostrar as diversas projeções desses personagens.

Ajude os juízes de Hades, Hypnos e Thanatos! O submundo conta com você!

Erínias ou fúrias

Ajude as Erínias, ou Fúrias.