Grandes batalhas XLVI: A menstruação atrasou…xiii Perdeu playboy. Essas são as deusas da fertilidade. Para qual delas vc pagaria pensão alimentícia?

Essas são as grandes mães das mitologias. Note que elas são retratadas com os seios desnudos, o que simboliza o estímulo à procriação e à maternidade. São extremamente férteis – e não adianta tirar na última hora (gozar fora) rsrs, basta um espermatozóide, mesmo que seja um bem fraquinho, desnutrido e sem calda que pronto, a fecundação existirá rsrs.  Bom, como não é possível passar por elas sem ter uma cria, escolha aquela que mais lhe agrada – até porque vc terá que pagar pensão alimentícia kkkkkkkkkk

Gaia: mitologia grega

Dana: mitologia celta

Nut: mitologia egípcia

Jord: mitologia escandinava

Gaiadana BIG MOTHER DANAnut_bigjord, mãe terra

Anúncios

Flidais ou flidias

Na mitologia Irlandesa Flidais era a deusa das florestas, dos bosques e das criaturas selvagens. Também era a deusa do amor e da beleza, como se pode ver nas figuras abaixo. Essa divindade é mágica, tem estreita relação com as fadas e possui um apetite sexual voraz e insaciável, por isso é bonita – quanto mais sexo fazemos, mais bonitos somos, rs.

Bom, mas a jovem deusa, se é que deuses podem ser considerados jovens, mandou uma mensagem para a Humanidade e como eu sou Adônis, humano cobiçado pelas deusas da beleza, seu homem de confiança, escolheu-me como instrumento de materialização de sua divina manifestação.

Veja, a mais delicada das deusas da beleza – e, infelizmente, a menos conhecida também – por ser também divindade que cuida das florestas, dos bosques e das criaturas selvagens (o que particularmente eu acho o máximo, pois é bela, ninfomaníaca e cuida do meio ambiente, sem aquela ostentação, promiscuidade e luxúria das deusas Afrodite e Freya. Arrisco a dizer que lembra um pouco a minha pessoa), roga para a Humanidade que trate melhor o meio ambiente.

Ela quer que o meio ambiente natural, mormente as florestas, os bosques e os animais selvagens, seja preservado da cobiça e da destruição dos seres humanos. Quer que haja desenvovilmento sustentável, de forma a conciliar a existência humana e a preservação ambiental, para que ela possa descansar um pouco, pois, por exemplo, a  Floresta Amazônica está diminuindo sensivelmente, toda a riqueza biológica que nela existe está sendo erradicada da face da Terra, espécies de animais selvagens estão entrando em processo de extinção ou já foram extintos. Isso provoca uma tristeza, cansaço e dor profunda na deusa celta-irlandesa, que faz o que pode para dar guarida aos animais fugitivos e para denunciar madeireiras e malditos representantes do agronegócio. Sem falar, é claro, na morte, tortura, e venda ilegal e inadequada de animais silvestres, que são tratados como filhos por Flidais. Isso  parte seu coração.

As matas ciliares, que ela tanto gosta e ajuda com sua magia, estão sendo vilipendiadas. A função da mata ciliar de propugnáculo dos rios sempre foi aviltada pelo agronegócio, que à sorrelfa a destruía, mas que agora o faz às claras, com espeque na influência de Deméter, a deusa da Agricultura, ávida para que a atividade humana que protege e incentiva sobrepuje todo e qualquer obstáculo, em evidente sinal de menoscabo ao meio ambiente, aquilo que Flidais, uma das minhas deusas favoritas, sempre zelou. (Sim Deméter, vai tomar no seu cu!)

Flidais em breve usará sua magia para tentar tocar os corações dos homens, e das mulheres (antes que venha uma feminista chata encher o saco), tão sujeitos a influência de outros deuses, como Hades, o deus da riqueza, Ares, Atenas, Tyr, deuses da guerra, Afrodite, deusa da beleza e da luxúria, Deméter, a deusa da agricultura e Héstia, deusa do fogo, que adora uma queimada.

Caso não consiga alcançar a natureza humana sozinha, aliar-se-á a outros deuses, como Gaia, cuja reputação não é das melhores, Ártemis, sempre solitária, Pã, um deus secundário, que para muitos já estava morto. Tal aliança não visa, digo de plano, e transcendendo um pouco os limites que me foram impostos pela deusa, em uma guerra declarada contra os deuses supra citados, mas apenas uma frente política e organizada, voltada para o interesse ambiental e com objetivo de aumentar a importância do meio ambiente na consciência frágil do homem e da mulher.

Sabe, é uma pretensão legítima, pois o meio ambiente atinge a todos. É um direito fundamental do ser humano e dos deuses, algo de que não podemos abrir mão. É um direito que se difunde por toda a sociedade, que não pode ser individualizado ou dividido. O meio ambiente atinge não só as pessoas dessa geração, mas as pessoas que virão, nossos filhos, netos e etc.

Precisamos cuidar da nossa natureza, preservá-la e se possível conservá-la. Temos que parar com essa ideia de usar petróleo para tudo e de consumir, consumir, iguais aos norte americanos. É o cúmulo do ridículo ainda se comprar carro na cidade de São Paulo (e o governo está concedendo um monte de benefícios atualmente ai ai), de ter uma malha metroviária tão pequena na maior cidade do hemisfério sul, de chineses terem de usar máscaras em suas cidades por conta do ar poluído, de avenidas e marginais serem construídas ao lado dos rios, com destruição das matas ciliares e impermeabilização do solo (depois não sabem porque há enchentes), de florestas inteiras serem derrubadas para dar lugar à pecuária e à agricultura, da existência de erosão, deslizamentos do solo em razão do mal uso.

Ela, Flidais, também não consegue entender, e nem eu, qual a dificuldade nessa tal de Rio + 20. É muita politicagem e pouca ação. Estão protelando decisões. Não se responsabiliza ninguém! Parece mais uma vitrine de boas intenções e de discursos hipócritas. O pior é que não conta com os grandes líderes mundiais e que são, infelizmente, os representante dos maiores poluidores. Chega a ser risível, embora seja trágico.

Hoje, já há muita gente dizendo que não há aquecimento global, que na verdade é um ciclo natural do planeta. Pode até ser, mas isso não exime de responsabilidade os terráqueos pelo emporcalhamento do mar, da terra e do ar. Não é uma carta branca para continuar poluindo, porquanto ainda que o macroclima não seja afetado diretamente pela ação humana, o microclima é. E nós estamos no microclima. Flidais sabe muito bem disso. Segundo ela, os elfos e as fadas estão se escondendo, buscam refúgio. são seres de paz, mas que estão perdendo seu habitat natural e que em breve se revoltarão e passarão à ofensiva.

Flidais não é avessa à causa humana como uns deuses por aí, ela acredita que dando informação e educação aos seres humanos, a Humanidade entrará em equilíbrio com o meio natural. Ela é a favor da bioctenologia, pois vislumbra que com esse avanço tecnológico, muitos animais e muitas plantas serão salvas no futuro. Ela só quer que haja responsabilidade, informação, educação e cooperação por parte dos homens e das mulheres. Quer que a natureza seja usada de forma racional, que a propriedade cumpra sua função social, que é harmonizar as necessidades dos homens e mulheres com a tutela do meio ambiente. Com isso, a deusa acredita que logo seu trabalho será diminuído e que seus bens mais preciosos serão resguardados. Será bom para todos.



Deuses nórdicos: 3ª parte. Frey (Frei ou Freyr), Idun, Njord, Jord e Balder

Balder, o deus bonzinho, cuja morte desencadeou o Ragnarok

Balder ou Baldur (Balðr no original), é uma divindade do panteão nórdico. Segundo algumas fontes, este deus seria filho de Odin e Frigga, segundo outras seria apenas um “protegido” destes. Era, em qualquer dos casos, uma divindade da justiça e da sabedoria, e embora não pertencesse ao núcleo de deuses superiores, Aesir, era-lhe permitida a permanência em Asgard.

Balder é marido da bela Nanna, uma deusa benevolente e bela, que se atirou em sua pira funerária para habitar em Hel com seu marido. São pais de Forseti, uma divindade da justiça, que alguns dizem presidir as Things (assembléias dos homens livres).

Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de Loki, um filho de gigantes que tramava sempre o mal.

Um dia, Balder passou a ser atormentado por estranhos pesadelos, um sinal de sua morte iminente, e isso acabou perturbando todos os deuses. Depois de muito investigar, Odin descobre das völva (sereias feiticeiras do submundo) o destino de Balder e toma algumas precauções para evitá-lo, enviando Frigga com a missão de obter um juramento de todos os seres vivos e não vivos de que jamais fariam mal a Balder. Porém, Loki se disfarça de mulher e tem uma conversa com Frigga, descobrindo que de todos os seres, apenas uma pequena planta, o visco, não prestara o juramento, pois Frigga a julgara pequena e inofensiva por esta ser ainda muito jovem.

Aconteceu então uma festa em que todos os deuses se divertiam atiravando toda sorte de coisas em Balder, as quais sempre se desviavam de seu alvo. Havia um, porém, que não participava da brincadeira,Hodr (ou Hod), o irmão cego de Balder. Loki, disfarçado, pergunta a Hod por que ele também não participa da festa, e este responde que não sabia em que direção atirar. Aceitando a sugestão de Loki, Hod atira uma flecha feita de um ramo de visco no coração de Balder, que no mesmo instante cai morto.

Frigga pede para Hermodr ir ao submundo trazê-lo de volta. Hela concorda, com a condição de que todos os seres vivos derramassem uma lágrima por Balder. Mas a tentativa é novamente frustrada por Loki, que disse que não o faria. Dessa forma, Balder não pôde ser ressuscitado.

Não obstante, esperava-se que Balder retornasse após uma grande catástrofe mundial (o Ragnarok) e governasse um mundo novo. A semelhança dessas expectativas pode ter ajudado na difusão inicial do cristianismo entre os nórdicos.

Jord, versão nórdica de Gaia.

Jord ou Jörð, é a deusa de Midgard (a Terra na visão dos nórdicos).Algumas lendas dizem que ela é irmã do deus do mar, Njord, embora outras afirmem que ela seja amante de Njord.

É a deusa que permite e que faz todas as coisas crescerem na terra, de árvores à flores. Jord é uma Jotun, embora seja tratada também como uma Æsir, o que mostra como, diferente do que normalmente se pensa, os Jotuns não são criaturas más necessariamente.

Jord também é mãe do deus do trovão Thor mãe também de Meili, sendo Odin o pai.

Diferente dos outros Æsir, ela não permanece em Asgard, mas sim em Midgard para tomar conta da terra.

Ajude Jord nesta batalha.

Njord, deus dos mares

Na mitologia nórdica, Njord, o deus vanir dos Mares, dos ventos e da fertilidade, contraposto a dos Aesir, dos quais Odin era o líder. Njord era o Pai deFreya, a deusa do amor, e de Freyr, deus da fertilidade, e casado com Skade1 .

É o protetor dos pescadores e dos caçadores que, em sua honra, construiam pequenos altares nas falésias e nas florestas, onde depositavam parte do que conseguiam pescar ou caçar. Era visto como um deus pacífico.

Njord casou com Skadi, deusa do Inverno e da caça. Skadi escolheu o seu marido observando os pés dos deuses, sem lhes ver a cara, e começou a procurar os pés mais limpos e bonitos, e escolheu os de Njord, porque seus pés sempre estão limpos por causa da água do mar. Njord e Skadi não tiveram um casamento feliz, e logo se separaram, pois Skadi como uma deusa das montanhas não conseguia viver nas costas oceanicas assim como Njord não conseguia viver nas montanhas, com a constante mudança foram criadas as estações do ano

Freyr

Na mitologia nórdica, Frey, Frei, Freyr ou Freir é filho de Njord e irmão de Freya, e está casado com a gigante Gerda. É um deus representado como belo e forte que comanda o tempo e a prosperidade, a fertilidade, a alegria e a paz. É o deus chefe da agricultura.

É o patrono da fertilidade, o soberano dum país chamado Álflheimr, reino dos elfos da luz (ljósálfar), que são os responsáveis pelo crescimento da vegetação. O Skirnismál (“A Balada de Skirnir”) nos informa que Frey é filho de Njörðr (Njord), o deus da fertilidade. É portanto um deus dos Vanir. Seu cavalo salta qualquer obstáculo e a sua espada mágica, forjada por anões, move-se sozinha nos ares desferindo golpes mortais, mesmo se for perdida em combate. É senhor de um javali de ouro chamado Gulinbursti, criação dos anões Brokk e Sindri, que conduz um carro como se fosse puxado por cavalos, e cujo brilho reluz na noite. Tem também um navio, Skidbladnir (Skidbladnir), que é tão grande que nele cabem todos os deuses, mas pode ser dobrado e guardado na algibeira. É uma das mais antigas divindades germânicas junto com Freyja e Njörðr, e seu nome significa “senhor”.

Apesar de ser um deus pacífico, Frey está destinado a lutar contra Surtur na batalha de Ragnarok. Nesta luta não poderá utilizar a sua espada mágica, porque a deu ao seu escudeiro, Skirnir[

Idun, a deusa da juventude (tenho convênio com ela. Ela me cede algumas maçãs da juventude para eu comer. Por isso aparento ter mais de cinco a menos do que realmente tenho, rs)

Iduna (também conhecida como Idun ou Iðunn) era, na mitologia nórdica, esposa de Bragi e deusa da poesia. De acordo com o Edda em prosa ela era a guardiã do pomar sagrado cujas maçãs permitem aos Aesir restaurarem a sua juventude pela eternidade. Ela é responsável pela imortalidade dos deuses, fornecendo uma maçã por dia, vinda de seu cofre de madeira de freixo, que mantêm a juventude e força. Na “Altercação de Loki”, das baladas édicas, ela é acusada de adultério pelo perverso Loki[1]: “Idun aperta em seus braços o assassino de seu irmão”. Em outras fontes da Mitologia Nórdica temos o episódio no qual o gigante Tiazi por ela se apaixona, seqüestrando-a metamorfoseado em uma águia. Ao que parece, Idun não tinha culto regular entre os nórdicos, era deusa mais figurativa.

Ajude Idun.

Gaia, gaea, gea, ガイア, 蓋亞, Гаиа, Géia, Gea, Gê

Gaia ou Gê (gr. Γαῖα / Γῆ), a “terra-mãe”, a mãe dos deuses e dos homens, personificava a inesgotável capacidade geradora da terra. Foi a primeira entidade divina e amergir do Caos primitivo e dela provêm as linhagens divinas mais prolíficas, os piores monstros e também todos os seres humanos.

Gaia não deve ser confundida com as “deusas-mães” pré-helênicas, ligadas à vegetação e aos animais selvagens. Aparentemente, esses atributos foram incorporados por Afrodite, Ártemis, Deméter e Cibele (Réia), deusas mais jovens e que dela descendem; Gaia está ligada apenas às forças primevas da criação.

A partir de Gaia, sem o desejável ato de amor (Hes. Th. 132), surgiram primeiro Urano, o céu, as grandes Montanhas ou Colinas (gr. Οὔρεα μακρά) e Ponto, o mar. Posteriormente, Gaia se uniu primeiro a Urano e, depois, a Ponto, seus próprios filhos, e gerou numerosos descendentes.

Sem contar essas contribuições cosmogônicas, a participação de Gaia nas diversas lendas se caracteriza, basicamente, pelas infalíveis profecias ou, então, pela enorme capacidade de gerar filhos, de aspecto divino (Urano, Ponto), humano (Erecteu) ou monstruoso (gigantes, Tífon).

Nesses mitos, especialmente nos posteriores à gigantomaquia e ao estabelecimento de Zeus como rei dos deuses e dos homens, Gaia aparece ocasionalmente. É mencionada, por exemplo, como ancestral dos primeiros reis atenienses e como mãe do gigantesco Anteu (ver Héracles), da serpente Píton (ver Apolo) e da monstruosa Caríbdis (ver Odisseu).

RIBEIRO JR., W.A. Gaia. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. Disponível em http://www.greciantiga.org/arquivo.asp?num=0088. Consulta: 10/01/2013.

Tomar uns tapas de mulher é bom para ficar ligeiro, rs.

Quem poderá salvar o clima do nosso planeta?

Considerando que estamos no ano de 2012 – ou que vc esteja vendo esta enquete em um futuro distante, o que significa que o mundo não acabou em 2012, obviamente, mas sabendo que a cada ano que passa mais próximo do fim estaremos-, considerando a tragédia ambiental que o ser humano vem causando ao planeta, e considerando que nós, humanos, sozinhos, não  iremos conseguir nos safar desse destino que nós mesmos traçamos,  a autodestruição, quem desses caras arrolados a baixo, pode nos ajudar?