Grandes batalhas CXVII: Guerras assimétricas na mitologia. Qual a vitória mais improvável?

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Guerra Assimétrica – Guerra em que os oponentes apresentam diversas diferenças, tais como: nível de organização, objetivos, recursos financeiros, recursos militares, comportamento-obediência a regras. Em geral, são guerras irregulares (guerrilhas), insurrecionais ou entre potências e Estados pequenos. As ações do mais fraco são geralmente indiretas e visam desgastar o mais forte. Quando há vitória, esta […]

Grandes batalhas XLI: Virgens!!!! Qual a virgem do Olimpo que você gostaria de possuir?

Atena

Héstia

Ártemis, ou Diana, e suas lendas.

Acteão e Órion:

Acteão:

Psicólogo: – Vossa Divindade não se arrepende? Não tem remorso?

Ártemis: – Não.

Psicólogo: – Mesmo sabendo que ele era o melhor caçador humano de seu tempo?

Ártemis deu de ombros.

Psicólogo: – Acteão era filho do rei Cadmo, era jovem e ainda tinha uma vida pela frente.

Ártemis: – Eu sou filha de Zeus e tenho toda a eternidade para vivenciar.

Psicólogo: – Mas ele não teve culpa!

Ártemis: – Nem eu.

Psicólogo: – Mas Vossa Divindade o puniu sem que ele tivesse qualquer culpa no cartório!

Ártemis: – Ele me viu nua.

Psicólogo: – Mas precisava matá-lo?

Ártemis:- Eu não o matei.

Psicólogo: – Vossa Divindade o transformou em um alce em meio a dezenas de caçadores e cães de caça! E os caçadores eram os amigos dele! Como Vossa divindade não o matou?

Ártemis: – Sou casta, bela, divina e do sexo feminino. Acteão era pervertido, feio, humano e do sexo masculino. Não tinha porquê não matá-lo. Além disso, fui misericordiosa, permiti que ele visse todo meu corpo atlético e perfeito antes de transformá-lo em caça. Até dei uma voltinha para ele ver meu bumbum.

Psicólogo: – Vossa Divindade é uma psicopata! Fria, narcisista e sexista! Acha que a sua castidade vale mais do que uma vida humana! Acha que a imagem do seu corpo nu é imaculada, quando não passa de mais um corpo malhado entre tantos outros! Vossa divindade discrimina os seres humanos, especialmente os homens! A vaidade que manifesta e ostenta é nojenta! Você não pode ser chamada de divindade, mas sim de assassina! Monstro, saia imediatamente do meu consultório!

Ártemis: – Precisava ouvir isso, obrigada! Lá no Olimpo ninguém fala a verdade na minha frente. Na próxima sessão conversaremos sobre Órion, ok?

Psicólogo: – Ok. Ah, só uma coisinha.

Ártemis: – O quê?

Psicólogo: – Deixe uma flecha lunar de prata com a secretária. Sabe, minha filha é sua fã e…

Ártemis: – Entendi. Pode deixar.

Psicólogo: – Obrigado.

Órion:

Apolo e Ártemis, como de hábito, estavam juntos. Ambos os irmãos se gostavam muito e eram extremamente unidos e trocavam confidências. No entanto, tal proximidade e intimidade acarretava em um problema grave: Apolo tinha um enorme ciúmes da adorável irmã.

Naquele dia, ambos viram passar, andando pela superfície as águas, um grande e belo ser: Órion.

Ártemis imediatamente se interessou pelo gigante. Apolo explicou para ela que Órion, um exímio caçador, era filho de Poseidon e que por isso tinha a capacidade de trafegar pela superfície da água sem afundar. Contou que Órion era amaldiçoado, pois outrora tentara possuir Mérope à força, a filha de Eunápio, rei de Quios. O mencionado rei queria que ocorresse o casamento entre ambos, mas sempre adiava a data do casório, o que fez Órion tomar a mencionada atitude. Como punição, o rei ofendido pediu ao deus Dionísio que embriagasse o caçador para então cegá-lo durante seu sono. Órion, vítima da armadilha, ficou cego. Posteriormente um Oráculo lhe disse que se partisse para o Oriente e deixasse o Sol nascente banhar seus olhos, o sentido da visão seria restaurado. Com a ajuda de um dos ciclopes de Hefesto, Órion chegou ao Oriente e recuperou a visão. Quando voltou, tentou se vingar do rei Eunápio, mas este não foi encontrado.

Logo, aquele que andava sobre as águas chegou perto dos deuses irmãos e Ártemis, empolgada, convidou-o para ser parceiro de caça, o que foi imediatamente aceito pelo filho de Poseidon.

Com o tempo Órion se apaixonou pelas ninfas acompanhantes de Ártemis, as plêiades. As sete ninfas não tinham mais sossego, pois Órion, na “seca”, era muito chato e persistente. Precisava de qualquer jeito afogar a concupiscência. As plêiades, em ato de desespero, e sem o amparo de Ártemis, que gostava de Órion e o achava extremamente útil e competente no mister de caçar, procuraram Zeus, que a transformaram em pombas e depois em uma constelação.

E o tempo passou. Ártemis e Órion estavam cada vez mais unidos e isso abalava muito Apolo, que parecia ter perdido a companhia da irmã deusa da floresta. Precisava se livrar daquele cara para ter a maninha de volta só para ele.

Um dia Apolo aproximou-se de Ártemis, que só estava, e lhe propôs um desafio: acertar com as flechas de prata lunares um distante ponto negro no mar. Ártemis, que adorava ser desafiada, topou e imediatamente atirou. A flechada atingiu o ponto negro e Apolo sorriu.

Dali a instantes as ondas do mar trouxeram para a praia o lívido corpo de Órion.

Ártemis ficou furiosa, pois percebeu o embuste, a vilania e o ardil do funesto irmão, mas momento depois se reconciliou com ele, afinal de contas ambos se amavam fraternalmente e não tinham remorso de seus crimes – e já haviam praticado outros.

Ártemis, ainda assim e para homenagear o amigo que matara, pediu para Zeus que Órion fosse transformado em uma constelação e o que foi feito. Desde então, a caçada às plêiades foi reiniciada no zodíaco (gargalhada maligna).

Éris, Héstia, Vesta (para romanos), Hades, Hypnos e Thanatos; Erínias ou fúrias

Éris e o pomo da discórdia.

Sobre Éris e a Guerra de Troia:

A discórdia é boa, pois politiza o debate. Por exemplo: em plenas eleições, nada melhor que a discórdia no horário eleitoral e nos debates para ajudar os eleitores a decidir qual é o melhor candidato. Além disso, a discórdia é protegida por Voltaire, que para evitar a ditadura, impele à discussão. Nada melhor do que uma briga franca e direta, sem hipocrisia, para alcançar alguma conclusão. No que concerne ao mito da guerra de Troia, a menos culpada pela eclosão da peleja militar e pela morte de milhares de inocentes é Éris. Ela não teve culpa pela vaidade exarcebada das três deusas “sem noção” e pela falta de decisão de Zeus, que foi complacente com a situação de beligerância gratuita das deusas irresponsáveis. Éris não pode ser responsabilizada por uma situação que não deu causa. O nexo de causalidade foi rompido a partir do momento que as picuinhas entre as três deusas começaram e não foram encerradas incontinenti por Zeus. A culpa pela guerra é de Zeus e das três divindades fúteis, que a estimularam e dela participaram. É muito fácil imputar a culpa a Éris, só porque vive isolada e tem fama de ser uma pessoa difícil. Além disso, ela teve uma reação compreensível. Se Ares, deus da guerra, foi convidado para a festa dos deuses, por que ela não seria? A guerra é muito pior que a discórdia, pois a guerra atinge o plano material e a discórdia não. Enfim, a discórdia é a base da democracia e Éris agiu bem em reagir. Ninguém deve levar desaforo para casa de forma gratuita. Não convidar uma deusa com base em meras conjecturas é um erro que pode justificar a atitude de Éris, afinal de contas, quem cala consente e quem não chora não mama.

Vídeo bacana! Adoro ver mulheres brigando!!

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Héstia

Héstia  é a deusa grega dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira.  Filha de Cronos e Reia  para os gregos era uma das doze divindades olímpicas. A ordem de nascimento de seus irmãos é Héstia (a mais velha), seguida de Deméter e Hera, seguidas de Hades e Poseidon; o próximo a nascer, Zeus, foi escondido por Reia em Creta, que deu uma pedra para Cronos comer.
Cortejada por Posseidon e Apolo jurou virgindade perante Zeus, e dele recebeu a honra de ser venerada em todos os lares, ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer em paz, em seu palácio cercada do respeito de deuses e mortais.
Embora não apareça com frequência nas histórias mitológicas, era admirada por todos os deuses (“ela não enchia o saco de ninguém, por isso era admirada. Na mitologia, a maioria das personagens é maluca e inconveniente”). Era a personificação da moradia estável, onde as pessoas se reuniam para orar e oferecer sacrifícios aos deuses. Era adorada como protetora das cidades, das famílias e das colônias.
Este é o arquétipo da mulher que valoriza o lar, que aprecia tomar conta de casa. Gosta de fazer as tarefas domésticas para agradar a si mesma. Também é comum àquelas que se dedicam a uma vida religiosa ou à meditação. Ela é quieta, reservada, calma, introvertida e aprecia a solidão (muitas vezes, sente-se alienada do mundo que a cerca) (“conheço várias barraqueiras e embora às prefira, às vezes é bom ter um pouco de serenidade e sossego”).
No trabalho, não é competitiva, sendo que trabalhar não é seu forte (“kkkkk já conheci várias pessoas assim kkkk”). Falta-lhe ambição, desejo de poder e de reconhecimento. Quando desempenha uma atividade profissional o faz com esmero mas de modo nada apelativo – apenas faz o que tem que fazer.
Tem poucas amizades pois não gosta de conversas triviais (“neste ponto eu sou igual à Héstia, não gosto de conversas triviais, mas tenho muitos amigos”). A sexualidade não é muito importante (“que pena”).
Expressa seus sentimentos e interesses de maneira indireta, através de gestos amáveis.
Como Deusa da lareira, Héstia é o arquétipo ativo nas mulheres que acham que tomar conta de casa é uma tarefa significativa. Com Héstia, proteger a lareira é um meio através do qual a mulher coloca a si mesma e sua casa em ordem.

O arquétipo de Héstia desenvolve-se em comunidades religiosas, principalmente nas que cultivam o silêncio (“ou seja, na cidade de São Paulo sem chance. Aqui as pessoas são barulhentas, não dá nem para pensar. Ninguém reflete na capital paulista, as pessoas apenas se preocupam em falar, falar, falar e falam alto e apenas trivialidades. Nada de importante. Aliás, o assunto mais recorrente é sobre as promoções dos planos de telefonia. Não sei se rio ou se choro”). As freiras e as virgens vestais compartilham o padrão arquetípico de Héstia.

Fontes:
Texto na íntegra e sem meus comentários:

Ajude/help Héstia aqui.

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Hypnos, Thanatos e Hades

Infelizmente a grande maioria de figuras diz respeito aos cavaleiros do zodíaco, não que eu não goste de CDZ, aliás, sou fã, entretanto, é legal mostrar as diversas projeções desses personagens.

Ajude os juízes de Hades, Hypnos e Thanatos! O submundo conta com você!

Erínias ou fúrias

Ajude as Erínias, ou Fúrias.

Flidais ou flidias

Na mitologia Irlandesa Flidais era a deusa das florestas, dos bosques e das criaturas selvagens. Também era a deusa do amor e da beleza, como se pode ver nas figuras abaixo. Essa divindade é mágica, tem estreita relação com as fadas e possui um apetite sexual voraz e insaciável, por isso é bonita – quanto mais sexo fazemos, mais bonitos somos, rs.

Bom, mas a jovem deusa, se é que deuses podem ser considerados jovens, mandou uma mensagem para a Humanidade e como eu sou Adônis, humano cobiçado pelas deusas da beleza, seu homem de confiança, escolheu-me como instrumento de materialização de sua divina manifestação.

Veja, a mais delicada das deusas da beleza – e, infelizmente, a menos conhecida também – por ser também divindade que cuida das florestas, dos bosques e das criaturas selvagens (o que particularmente eu acho o máximo, pois é bela, ninfomaníaca e cuida do meio ambiente, sem aquela ostentação, promiscuidade e luxúria das deusas Afrodite e Freya. Arrisco a dizer que lembra um pouco a minha pessoa), roga para a Humanidade que trate melhor o meio ambiente.

Ela quer que o meio ambiente natural, mormente as florestas, os bosques e os animais selvagens, seja preservado da cobiça e da destruição dos seres humanos. Quer que haja desenvovilmento sustentável, de forma a conciliar a existência humana e a preservação ambiental, para que ela possa descansar um pouco, pois, por exemplo, a  Floresta Amazônica está diminuindo sensivelmente, toda a riqueza biológica que nela existe está sendo erradicada da face da Terra, espécies de animais selvagens estão entrando em processo de extinção ou já foram extintos. Isso provoca uma tristeza, cansaço e dor profunda na deusa celta-irlandesa, que faz o que pode para dar guarida aos animais fugitivos e para denunciar madeireiras e malditos representantes do agronegócio. Sem falar, é claro, na morte, tortura, e venda ilegal e inadequada de animais silvestres, que são tratados como filhos por Flidais. Isso  parte seu coração.

As matas ciliares, que ela tanto gosta e ajuda com sua magia, estão sendo vilipendiadas. A função da mata ciliar de propugnáculo dos rios sempre foi aviltada pelo agronegócio, que à sorrelfa a destruía, mas que agora o faz às claras, com espeque na influência de Deméter, a deusa da Agricultura, ávida para que a atividade humana que protege e incentiva sobrepuje todo e qualquer obstáculo, em evidente sinal de menoscabo ao meio ambiente, aquilo que Flidais, uma das minhas deusas favoritas, sempre zelou. (Sim Deméter, vai tomar no seu cu!)

Flidais em breve usará sua magia para tentar tocar os corações dos homens, e das mulheres (antes que venha uma feminista chata encher o saco), tão sujeitos a influência de outros deuses, como Hades, o deus da riqueza, Ares, Atenas, Tyr, deuses da guerra, Afrodite, deusa da beleza e da luxúria, Deméter, a deusa da agricultura e Héstia, deusa do fogo, que adora uma queimada.

Caso não consiga alcançar a natureza humana sozinha, aliar-se-á a outros deuses, como Gaia, cuja reputação não é das melhores, Ártemis, sempre solitária, Pã, um deus secundário, que para muitos já estava morto. Tal aliança não visa, digo de plano, e transcendendo um pouco os limites que me foram impostos pela deusa, em uma guerra declarada contra os deuses supra citados, mas apenas uma frente política e organizada, voltada para o interesse ambiental e com objetivo de aumentar a importância do meio ambiente na consciência frágil do homem e da mulher.

Sabe, é uma pretensão legítima, pois o meio ambiente atinge a todos. É um direito fundamental do ser humano e dos deuses, algo de que não podemos abrir mão. É um direito que se difunde por toda a sociedade, que não pode ser individualizado ou dividido. O meio ambiente atinge não só as pessoas dessa geração, mas as pessoas que virão, nossos filhos, netos e etc.

Precisamos cuidar da nossa natureza, preservá-la e se possível conservá-la. Temos que parar com essa ideia de usar petróleo para tudo e de consumir, consumir, iguais aos norte americanos. É o cúmulo do ridículo ainda se comprar carro na cidade de São Paulo (e o governo está concedendo um monte de benefícios atualmente ai ai), de ter uma malha metroviária tão pequena na maior cidade do hemisfério sul, de chineses terem de usar máscaras em suas cidades por conta do ar poluído, de avenidas e marginais serem construídas ao lado dos rios, com destruição das matas ciliares e impermeabilização do solo (depois não sabem porque há enchentes), de florestas inteiras serem derrubadas para dar lugar à pecuária e à agricultura, da existência de erosão, deslizamentos do solo em razão do mal uso.

Ela, Flidais, também não consegue entender, e nem eu, qual a dificuldade nessa tal de Rio + 20. É muita politicagem e pouca ação. Estão protelando decisões. Não se responsabiliza ninguém! Parece mais uma vitrine de boas intenções e de discursos hipócritas. O pior é que não conta com os grandes líderes mundiais e que são, infelizmente, os representante dos maiores poluidores. Chega a ser risível, embora seja trágico.

Hoje, já há muita gente dizendo que não há aquecimento global, que na verdade é um ciclo natural do planeta. Pode até ser, mas isso não exime de responsabilidade os terráqueos pelo emporcalhamento do mar, da terra e do ar. Não é uma carta branca para continuar poluindo, porquanto ainda que o macroclima não seja afetado diretamente pela ação humana, o microclima é. E nós estamos no microclima. Flidais sabe muito bem disso. Segundo ela, os elfos e as fadas estão se escondendo, buscam refúgio. são seres de paz, mas que estão perdendo seu habitat natural e que em breve se revoltarão e passarão à ofensiva.

Flidais não é avessa à causa humana como uns deuses por aí, ela acredita que dando informação e educação aos seres humanos, a Humanidade entrará em equilíbrio com o meio natural. Ela é a favor da bioctenologia, pois vislumbra que com esse avanço tecnológico, muitos animais e muitas plantas serão salvas no futuro. Ela só quer que haja responsabilidade, informação, educação e cooperação por parte dos homens e das mulheres. Quer que a natureza seja usada de forma racional, que a propriedade cumpra sua função social, que é harmonizar as necessidades dos homens e mulheres com a tutela do meio ambiente. Com isso, a deusa acredita que logo seu trabalho será diminuído e que seus bens mais preciosos serão resguardados. Será bom para todos.