Grandes batalhas CX: Depois dos presídios brasileiros, qual é o pior inferno?

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Grandes batalhas XCII: Crise hídrica. Qual rio deve sofrer transposição para encher o “Cantareira”?

Já que foram liberados mais de três bilhões de reais para obras de combate à seca e como as chuvas não vão dar conta de encher o reservatório do “Cantareira” nos próximos anos, quiça nunca mais, estive pensando qual seria o rio mais indicado para encher o sistema hídrico que está prestes a entrar em colapso. Na sua opinião, de que fonte devemos beber?

rio estige rio cócito

rio lete =Drio aqueronterio flegetonte

É o fim – Crítica do filme

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É o fim. Eu não vou escrever sobre os atores que interpretam a si mesmos no filme, pois todas as outras críticas já abordaram exaustivamente e de forma entediante esse tema. E pelo mesmo motivo não vou me deter no aspecto pastelão e intimista do filme – dirigido e estrelado por amigos, que se auto […]

Grandes Batalhas LI: O mal absoluto!

Os dois maiores candidatos a ganharem o título de “O Mal Absoluto”:

Satã: encarregado de perseguir e acusar os pecadores.

Lúcifer (em hebraico, heilel ben-shachar, הילל בן שחר; em grego na Septuaginta, heosphoros) é uma palavra do Latim (lucem ferre) que quer dizer “portador de luz”, representa a estrela da manhã (a estrela matutina), a estrela D’Alva, o planeta Vênus, mas também foi o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Querubins, como descrito no texto Bíblico do Livro de Ezequiel, no capítulo 28. Nos dias de hoje, numa nova interpretação da palavra, o chamam de Diabo (caluniador, acusador), ou Satã (cuja origem é o hebraico Shai’tan, que significa simplesmente adversário).

Angra Mainyu ou Ahriman: responsável pela doença, pelos desastres naturais, pela morte e por tudo quanto é negativo

Angra Mainyu

Um contexto religioso

Os personagens da mitologia persa podem, em sua maioria, ser classificados em dois tipos: os bons e os maus. Isso espelha o antigo conflito baseado no conceito do zoroastrismo da dupla origem em Ahura Mazda (em avéstico, ou Ormuzd em persa tardio). Spenta Mainyu é a fonte da luz, da fertilidade e das energias construtivas, enquanto Angra Mainyu (ou Ahriman em persa) é a fonte da escuridão, da destruição, da esterilidade e da morte.

Ormuzd é o mestre e criador do mundo. Ele é soberano, onisciente, deus da ordem. O Sol é seu olho, o céu suas vestes bordadas de estrelas. Atar, o relâmpago, é seu cílio. Apô, as águas, são suas esposas. Ahura Mazda é o criador de outras seis (ou sete) divindades supremas, os Amesha Spenta, que reinam, cada um, sobre uma parte da criação e que parecem ser desdobramentos de Ahura Mazda.

Sob Ahura Mazda e os seis Amesha Spenta a mitologia persa coloca, como divindades benéficas: “Mitra”, o mestre do espaço livre; Tistrya, o deus das trovoadas; Verethraghna, o deus da vitória; ela admitia, além disso, um grande número de deuses do mesmo elemento, os Izeds.

Assim como Ahura Mazda estava cercado por seis Amesha Spenta e de outras divindades, Angra Mainyu (Ahriman) — o deus malfazejo que invade a criação para perturbar a ordem e que é concebido como uma serpente — é acompanhado de seis demônios procedentes das trevas cósmicas e de um grande número de outras divindades malignas.

Angra Mainyu

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Lúcifer

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O Inferno de Dante Alighieri, a Divina Comédia

Inferno de Dante Alighieri

Obs.: Você pode notar como há justiça na religião católica. Só porque o cara nasceu antes de Cristo tem que ir para o primeiro círculo do Inferno. Lamentável.

Obs. 2: É estranho essa ideia de que as nossas escolhas nesta vida terão reflexo no pós morte. Aliás, acho isso ridículo. Primeiro pela razão tempo. A vida do ser humano não é nada perto da eternidade, porque um lampejo de vida irá gerar consequências para o resto da vida pós morte? As escolhas das pessoas são em grande parte influenciadas pelas circunstâncias em que elas se encontram, pela educação e exemplos que teve. Se eu passasse fome, iria roubar para sobreviver. Se eu não tivesse educação, não daria tanto valor à vida. Seria punido eternamente por isso? Em segundo lugar, qual a finalidade de se manter uma estrutura como o Inferno? Punir, punir, punir. O capeta seria muito mais inteligente se militarizasse o seu povo para mover guerra contra o céu, de onde foi expulso por tentar quebrar a hierarquia e o continuísmo de lá – assim como foram quebradas muitas ditaduras por aí. Terceiro: pecado é relativo. Cada tempo tem seu pecado. Hoje, adultério não é mais crime, masturbação não é mais considerada doença, ter uma religião diferente da católica é direito. Quarto: ninguém sabe se há vida após a morte e a natureza das coisas indica que não há. Quinto questionamento: dizem que todos aqueles que crêem em Deus vão para o Paraíso. Basta crer em Deus? Como ficam os psicopatas? É um critério justo esse? Posso ser um filho da puta desde que acredite em Deus? Reservarei um lugarzinho no céu mesmo que venda lugares nele para ignorantes? E quantos aqueles que são ignorantes? Eles têm aptidão para saber o que é certo e errado? Alguém tem essa aptidão? Sexta questão: somos humanos, num dia escolhemos um caminho, noutro podemos escolher um diverso. Podemos e costumamos voltar. Também podemos ficar parados. Quem nunca se arrependeu um dia? Quem nunca voltou atrás? Quem nunca mudou de opinião? Quem nunca fez escolhas diferentes em situações semelhantes? Se podemos ser tão contraditórios, e de fato somos, porque uma escolha pode gerar repercussões para o resto de nossas vida após morte? Se ainda fosse limitada à nossa vida… Podemos mudar sempre, e pagarmos eternamente por uma escolha… é justo, razoável ou proporcional? Sete: somos apenas seres humanos, não temos super poderes, somos uma conjunção de sentimentos, aprendizados, circunstâncias – a maioria aleatória -, herdeiros da cultura pretérita… Por que dar tanta importância para decisões erráticas de seres erráticas? (continuo algum dia).

Anjos vs demônios

Os deuses nórdicos. Segunda parte: Friga, Heimdall, Tyr e Hel

Antes do post, duas novas enquetes envolvendo Heimdall:

Friga, a esposa de Odin.

Na Mitologia nórdica, era conhecida como a mais formosa entre as deusas, a primeira esposa de Odin, rainha do Æsir e deusas do céu. Deusa do clã do Ásynjur, é uma deusa da união, do matrimônio, da fertilidade, do amor, da gerência da casa e das artes domésticas. Suas funções preliminares nas histórias mitológicas dos nórdicos são como a esposa e a mãe, mas estas não são somente suas funções. Tem o poder da profecia embora não diga o que conhece, e seja única, à excepção de Odin, a quem é permitido se sentar em seu elevado trono Hlidskialf e olhar para fora sobre o universo.

Entrevista com Friga, a deusa do casamento, do amor conjugal  e familiar.

Repórter:

– Friga, o que é o casamento para Vossa Divindade: uma instituição ou um contrato?

O casamento – disse majestosamente a entrevistada – é uma instituição. No casamento há uma convergência de vontades, o que não ocorre no contrato, cujas vontades são colidentes – continuou educativa. O casamento é um estado; uma entidade disciplinada por rigorosas leis e regras que não podem ser alteradas pela vontade dos consortes. É instituição porque decorre da comunicação, tendo em vista que os frutos da união são compartidos, e perene porque feito para durar. Seria um idílio pensar o contrário. Não é contrato, pois o contrato é uma trégua na batalha dos direitos individuais e é “feito” para ser “desfeito”. A finalidade do casamento é nobre, sendo o matrimônio o pilar da sociedade – arrematou orgulhosa e convicta.

Repórter:

– Mas e a teoria eclética, que une o elemento volitivo ao institucional? Ela não concilia as duas teorias?

Friga:

– Aquela teoria que considera o casamento um ato complexo?

Repórter:

– Sim!

Friga:

– Concomitantemente contrato na formação e instituição no conteúdo?

Repórter:

– Isso!

Friga:

– Não.

Repórter:

– Mas sem a vontade, um elemento do negócio jurídico, não há casamento, não há instituição.

Friga, contrariada e impaciente:

– A simples vontade não tem o condão de constituir o casamento; imprescindível a solenidade que o cerca e uma autoridade eclesiástica. As normas que regulam o casamento são imperativas; não cabe aos nubentes alterá-las. Nesse diapasão, impossível o casamento aberto, por pura incompatibilidade lógica.  Na sua essência o matrimônio é fechado. Não admito poliandria nem poligamia. E de qualquer forma, o casamento só é dissolvido pelos meios legais e não pela simples vontade das partes. A situação jurídica casamento impõe a observância de todo um regime de leis e regras inderrogáveis pela mera vontade das partes.

Repórter, sorrindo e tentando alongar a entrevista:

– E quanto às regras patrimoniais do casamento? Elas têm nítido caráter contratual.

– Os fins do casamento – disse a deusa de forma serena – são a instituição da família, a procriação, quando possível, o apaziguamento da concupiscência, a prestação de auxílio mútuo, tanto afetivo, ou espiritual, como patrimonial, a educação da prole e a mais plena união entre homem e mulher. O regime de bens é secundário, pois patrimônio é disponível, amor não é disponível.

– Diga isso para as marias-chuteiras… – murmurou o repórter.

– Hã!

– Desculpe-me – disse constrangido o profissional.

– Última pergunta – mudou rapidamente de assunto. – Deusa Friga o que vossa divindade tem a dizer sobre o casamento gay? – sorriu.

Friga:

– ¬¬

Repórter:

– Então é isso telespectadores. Até a próxima! – e o entrevistador saiu de fininho.

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Texto baseado em MHD.

Heimdall

Na Mitologia Nórdica, Heimdall, Heimdallr ou Heimedal era o vigia e guardião da “Bifrost”, ponte do arco-íris (a ponte que conduzia a Asgard) e dos deuses. Filho de Odin e de nove gigantas, Heimdall é o deus guardião de Asgard. Dotado por uma visão precisa, um ouvido apurado e a capacidade de ficar sem dormir vários dias. Para que Heimdall pudesse detectar a aproximação de qualquer inimigo de longe, os deuses lhe deram sentidos agudíssimos, tão agudos que dizem, ser capaz de ouvir as plantas crescendo nas colinas e a lã crescer no lombo das ovelhas. Era seu dever avisar quando os inimigos dos deuses atacassem soprando a corneta Giallarhorn, que podia ser ouvida em todo o mundo. É o deus das estratégias, possuía um olhar mais aguçado do que o de um falcão e uma visão noturna melhor do que a da coruja, além de uma espada reluzente. Além de fisicamente bonito, Heimdall também era famoso por ser um deus delicado, inocente e indulgente. Era representado portando uma armadura branca, tornando-se conhecido como o deus brilhante ou da luz. Tinha dentes de ouro e um cavalo com crinas de ouro chamado Gulltop. Estava destinado a defrontar e matar Loki na batalha de Ragnarok, morrendo depois por causa dos seus graves ferimentos.

Tyr

Na mitologia nórdica, Týr ou Ziu ou ainda “Tyrr” é o deus Æsir do combate, do céu, da luz, dos juramentos e por isso patrono da justiça, precursor de Odin. Ao tempo dos vikings, Týr abriu caminho para Odin, que se tornou ele próprio o deus da Guerra; filho do gigante do mar do inverno Hymir, passou a ser considerado filho de Odin, devido a sua coragem e heroísmo em batalha, representado por um homem sem a mão direita.

Na mitologia grego-romana, seria o equivalente a Marte (deidade ou anjo protetor, dos soldados e dos que se envolviam no Estado de guerra).

Ele perdeu a mão direita ao colocá-la na boca do deus-lobo Fenrir, o que permitiu que os deuses prendessem Fenrir.

Seu símbolo é a lança, na mitologia nórdica tanto uma arma como um símbolo de justiça. É também identificado com Tîwaz

Hel

Peça desculpas a Hel aqui.

Help Hel here.

Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preocupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrivel em decomposição.

Nos mitos nórdicos-germânicos, Hel era a Rainha dos Mortos e governante do Reino do Submundo, Niflheim.
Hel era filha de Loki (gigante do fogo, adotado por Odin e considerado para todos os efeitos um deus) e da Gigante Angrboda (mensageira da dor). Seu nome originou a palavra inglesa inferno e tinha uma aparência aterrorizante, com metade do corpo saudável e metade em decomposição, corroída pelas doenças (Ex.: Lepra). Hel é irmã de Jörmungandr, a serpente de Midgard, que é tão grande que seus anéis rodeiam a terra e do lobo Fenris, tão imenso, que quando abre a boca, o maxilar inferior toca a terra e o superior roça as estrelas.
Todo aquele que morresse de doença ou de velhice era conduzido até Hel, que reinava no sombrio subterrâneo, embaixo de uma das três raízes da árvore do mundo (Yggdrasil). Aí tinha por palácio, a Miséria ( Elend ), onde se encontra o salão Eljudner, preparador dos tormentos; por leito a doença ( Keur ); por mesa, a fome ( Hongur ) e, por faca, a sede ( Sultur ). O solado da porta por onde entravam os espíritos, era denominado de “Obstáculo”, e as cortinas de seu salão de “Fardos Resplandecentes”. A Deusa possuía também um cão monstruoso e ensangüentado, chamado de Garm, que guardava a entrada do reino dos Mortos, região dos gelos, das brumas e das trevas.

Lúcifer

A criatura mais injustiçada da história. Só porque preferiu ficar sem Deus, foi tachado de assassino, monstro, coisa ruim, demônio, belzebu, entre outros. Se fosse tão errado assim, o querubim caído não teria atraído um terço dos anjos. Todos devem ter livre arbítrio e todos devem respeitar as decisões alheias; ninguém deve rechaçá-las e fazer pilhéria delas, apenas porque lhe desagradam. Sou a favor que Lúcifer seja considerado como uma opção a Deus, não sua negação.

Lúcifer (em hebraico, heilel ben-shachar, הילל בן שחר; em grego na Septuaginta, heosphoros) é uma palavra do Latim (lucem ferre) que quer dizer “portador de luz”, representa a estrela da manhã (a estrela matutina), a estrela D’Alva, o planeta Vênus, mas também foi o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Querubins, como descrito no texto Bíblico do Livro de Ezequiel, no capítulo 28.

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