Grandes batalhas CXIX: Afrodite vs Perséfone: Adônis, amado por ambas, que se odeiam, deve ficar com quem no tempo que tem livre?

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Essa enquete é fruto de uma sugestão dada por Isaac Alves, leitor do blog, servindo também como uma homenagem a ele. Além disso, é uma das enquetes mais difíceis de responder que eu já fiz. Anúncios

Grande batalhas LV: Casais fofos. Aponte o melhor modelo de casamento.

Para quem pretende casar… rsrsrs

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Grandes batalhas XL: Deméter vs Pã (Bancada ruralista vs ambientalistas)

Tendo em vista a reforma do Código Florestal, gostaria de saber de que lado você está. É a favor da produção maciça de alimentos ou da preservação do meio ambiente?

Eu sei que o ideal é o desenvolvimento sustentável e que não haveria o “verde” sem a existência da Humanidade. Sei que as florestas são grandes filões de remédios e produtos naturais e também sei que a melhoria nas técnicas de cultivo e a expansão da agricultura podem, se houver boa vontade e organização, acabar com a fome. Sei que você sabe que eu sei de tudo isso, mas vota aí vai. Por favor! 0.0

Não fique em cima do muro. =)

Campanhas:

Deméter frase:

– EU QUERO VER O QUE VOCÊS VÃO COMER QUANDO O BUCHO RONCAR!!!! – resposta enfática à campanha dos ambientalistas, liderada por Pã, que a acusa de destruição das matas ciliares e das florestas para plantar trigo, café, soja e etc. Deméter conta com o carisma de Perséfone e com a fortuna de Hades para tocar a campanha, cujo tom é agressivo. Idun é simpatizante.

Pã frase:

– Salve as árvores! – mote da campanha de Pã. – Ártemis, Flidais, Gaia e Jord estão ao lado de Pã. Obs.: apesar de Pã poder soltar um grito ensurdecedor e arrepiante, ele está se valendo de um tom ameno e amigável na campanha.

Zeus, Hera, Poseidon, Atenas, Hades, Perséfone, Ares, Hebe, Deméter, Olimpo, 24.08.06 – 1ª Parte

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Mais um trecho do livro: 24.08.06 – 1ª Parte ————————————— 24.08.06, nesta data o Olimpo estava em festa. Comemorava-se o décimo milênio da derrota do monstro Tifão, última ameaça séria aos deuses olimpianos. Com efeito, Zeus, Poseidon, Hades e os demais deuses gregos, após um sem número de batalhas, que se iniciaram com a primeira […]

Deméter ou Ceres e as lendas a ela relacionada (Eresictão, Despina e Perséfone)

Uma das 12 divindades máximas do Olimpo, a morada dos deuses gregos, Deméter era a responsável pela fertilidade da terra. A deusa – de cujo nome romano, Ceres, vem da palavra cereal – amava os campos e preferia passar o tempo em longos passeios pelas plantações, permanecendo no Olimpo apenas o necessário para participar de conselhos e julgamentos. Generosa em sua atribuição de prover o alimento era mais amada do que temida pelos homens.

Deméter é considerada a deusa da agricultura na Mitologia Grega, ela era quem nutria a terra. Era também considerada como a protetora do casamento, deusa da gestação e das leis sagradas. Uma das doze divindades do Olimpo, filha de Cronos e Réia. Com Iásion, teve um filho chamado Pluto, que morreu após ser atingido por um raio que Zeus enviou por descobrir que que Deméter e Iásion eram amantes. Zeus teria cegado Pluto por ele ser tão generoso e só conceder suas riquezas as pessoas honestas, e cego ele não poderia se diferenciar – Pluto havia herdado de sua mãe a generosidade.

De um romance com o supremo Zeus, Deméter teve uma filha, Perséfone, uma deusa tão bela quanto Afrodite ou Nêmesis. Certo dia, Perséfone colhia flores quando foi notada por Hades, o senhor do mundo subterrâneo, lugar por onde as almas vagavam após a morte. Impressionado pela beleza de Perséfone e influenciado por uma seta lançada por Cupido, Hades se apaixonou e a raptou.

Deméter ficou furiosa. Sua dor e indignação foram tamanhas que o próprio Zeus se dispôs a impedir o casamento. Não conseguiu trazer sua filha de volta, porque ela havia comido uma Romã do Inferno (diz a lenda que quem come algum grão nas profundezas não pode mais de lá sair), mas depois de muita negociação e para evitar uma guerra civil, os deuses chegaram a um acordo: Perséfone viveria nove meses com a mãe, na terra, e três meses com Hades, no reino dos mortos – em certas versões seriam seis meses em cada lugar. A partir daí, durante o tempo em que fica sem a filha, a desolação de Deméter a impede de exercer sua influência benéfica sobre a natureza: são os tempos invernais, em que a vida se recolhe e nada floresce.

Também teve dois filhos com Poseidon que a desejava muito – Deméter então em uma tentativa de tirar Poseidon de sua vida se transformou em égua, mas ele soube de seu plano e se transformou em cavalo e assim nasceu Aríon*, que era um cavalo mágico que podia falar, e Despina.

Nessa mesma época que Poseidon teve essa atitude, foi a época da fome, pois Deméter ficou muito indignada e saiu do Olimpo, então a terra ficou estéril. Foi então que ela recebeu outros nomes como, a Negra por ter ficado de luto e também o nome de Erínia por causa de sua ira. Então Deméter decidiu se banhar no rio Ládon, que era o rio que tinha o poder de apagar as mágoas, foi assim que Deméter resolveu voltar para o Olimpo.

*Árion:
Era um cavalo de crinas azuis, nascido com o poder da fala e de ver o futuro. Talvez o cavalo terrestre, mais rápido da mitologia grega, possuía o dom de salvar os heróis rapidamente e com bravura, e levá-los para locais seguros longe do perigo.

Deméter e Eresictão

Qualquer mortal sensato sabia que o respeito era a principal oferenda que se devia a Démeter, a deusa da fertilidade. Sem os favores dessa importantíssirna divindade, qualquer criatura estava ao desamparo. Tudo ao seu redor virava secura e desolação, ate que o desgraçado se decidisse a tambem venerar a exigente deusa. Além do mais, não havia razão alguma para que se faltasse com este dever, pois ela era, dentro do panteão das divindades, uma das mais simpáticas e dignas.

Havia muitos bosques consagrados a Démeter, e é num deles que esta história começa. Era geralmente durante as primeiras horas do dia que os devotos de Démeter vinham fazer as suas oferendas, para agradecer a boa colheita ou para pedir que a próxima fosse mais abundante. Ao centro da floresta postavam-se us fiéis. Modestos camponeses, homens e mulheres, trazendo pequenos cestos com urna ou duas frutas, apenas, forrados com flores que as crianças colheram no próprio bosque, pana tornar sua oferta um pouco mais caprichada. Outros, ainda, ofereciam a Démeter apenas simulacros de ofertas: no lugar de pães, pequenos arranjos redondos de terra, recobertos com uma leve mão de farinha. Oficiando o culto, costumava ficar a sacerdotisa de Démeter, envolta em seu manto e segurando um feixe de espigas.

A deusa, em algum lugar, a tudo observava. De repente, porém, ouviu-se, vindo de fora do bosque, um rumor de vozes masculinas, nas quais gritos entremeiam-se a cantos. Não são, contudo, cantos sacrificais. O ruído do vozerio aumenta a ponto de a sacerdotisa ver-se obrigada a interromper o culto. Logo surge por entre as árvores um grupo de homens que tem o ar descontraído e folgazão. Eles portam grandes machados sobre os ombros e olham divertidamente, cutucando-se uns aos outros, ao perceber o que se passa. — Vai demorar muito ai, dona sacerdotisa? — pergunta um deles, com o grande dente de ferro do seu machado faiscando no ar e com um olhar de impaciência. — O tempo suficiente para que o silencio se restabeleça e possamos reco¬meçar nosso culto — respondeu a sacerdotisa, calmamente, dando-lhe as costas.

Um homem gordo e imenso — que parecia ser, de fato, o líder do grupo afasta com uma das mãos o lenhador, como quem afasta um galho do rosto. Depois, adiantando-se, torna a palavra: — A senhora pode prosseguir com sua ladainha, que nós cumpriremos a nossa tarefa, a nosso modo disse. — Adiante, vamos colocar abaixo estas árvores! Esse homem contundo era Eresictão, homem rico e poderoso. Ele estava decidido a construir um novo palácio para si com a madeira de toda a floresta. —0 que pensa que está fazendo? — gritou, indignada, a sacerdotisa. Mas sua voz humana já não é o bastante para se sobrepor ao ruído dos machados, que estalam com vigor sobre os troncos das árvores. Démeter, que tudo ve, decide ela própria tornar a palavra, falando pela boca de sua sacerdotisa. — Fora, invasores! — gritou a deusa, cuja voz vibrante silenciava todos os machados.

— Como ousam destruir este bosque, consagrado exclusivamente a mim? — Preciso destas árvores, dona — disse Eresictão. — Ninguém tocará nestas árvores, sob pena de terrível castigo — advertiu Démeter. — Dona, não fique nervosa. vi milhares de bosques espalhados por toda esta região. Escolha outro e deixe-nos trabalhar em paz. — Você insiste em me desafiar? — disse a deusa, encolerizando-se. O homem, ao perceber que Démeter avançava para si, empunhou com vigor o machado. — Para trás, mulher, ou a farei em pedaços! Démeter, então, resolveu aparecer com a sua própria aparência. — Maldito! — gritou a deusa. — A partir de agora você está sob o peso da minha maldição… Eresictão, diante daquela assustadora intervenção, deu um grito de terror, lançou para o alto o machado e pôs-se a correr, espavorido, juntamente com os seus homens. Chegando a seu castelo, Eresictão correu para os seus aposentos.

Decidiu andar um pouco pelo quarto, para dissipar o medo. Ali vagou durante longos cinco minutos, ate que uma fome repentina o obrigou a sair. Pé ante pé, Eresictão retornou ao salão. Tinha um vago receio de que algo pavoroso tivesse acontecido. NÃO, tudo parecia em ordem. A sua querida mesa ainda estava lá, embora terrivelmente vazia. Ainda era cedo, mas a correria e o terror adiantaram o relógio do seu estômago. — Cozinheiros! — troveja Eresictão. — Pois não, senhor? — responderam os quatro cozinheiros. — Estou morto de fome. Adiantem o almoço. — Sim, senhor — e voltaram à cozinha. Urna fome terrível lhe devorava as entranhas. Nunca sentira fume parecida. — Vamos, tragam logo a comida! — rugia Eresictão, sentindo um vácuo crescer-lhe no estômago. Imediatamente os criados surgiam com os primeiros pratos, que desapare¬ceram em questão de minutos em sua goela voraz.

Sua fome gigantesca, porém, em nada foi aplacada. — Mais comida! — rugiu outra vez Eresictão. Os quatro cozinheiros preparavam tudo o que enxergaram na despensa, enquanto os criados levavam para o salão imensas travessas repletas de comida. Instantes depois retornavam com elas completamente limpas. — Mais comida! — ouvia-se, ainda. Nada parecia bastar ao apetite bestial de Eresictão, que começava a se tornar colérico. — O que está havendo ai dentro? — gritou, com a boca cheia. — Tragam comida de verdade! Numa medida extremada, o chefe dos cozinheiros ordenou que o maior dos javalis fosse abatido e assado imediatamente sobre uma grande fogueira, montada às pressas no pátio. O dia fez-se noite quando a fumaça do assado levantou-se das brasas e cobriu o sol como uma imensa nuvem de incenso. Eresictão, sentado à mesa, despejou sobre ela uma cachoeira de saliva, enquanto aguardava, impaciente, o prato principal. Dez escravos carregaram numa imensa bandeja de prata o monstro doura¬do e fumegante, coberto de ervas aromáticas e guarnecido por fatias de duzentos abacaxis. O maravilhoso prato chegou aos olhos de Eresictão como uma sublime oferenda de buro. Em dez minutos a travessa retornou a cozinha contendo so¬mente OS ossos do javali, empilhados junto as suas presas.

— Mais comida! — era o refrão incessante que se ouvia no salão. Florestas inteiras de verduras já haviam entrado para dentro do estômago do patrão; uma plantação inteira de batatas também sumiu nos abismos daquela caverna sem fundo. Sua fome colossal era acompanhada de urna terrível sede, que o obrigava a beber sem parar imensas jarras de vinho, que ele lançava, de¬pois de esvaziadas, a cabeça confusa dos seus escravos. — Tragam mais! Eresictão não se levantava da mesa. Quanto mais comia, mais insistentes tornavam-se os seus pedidos. Os cozinheiros já não sabiam mais o que colocar nas panelas Todas as aves de criação já haviam passado pelo holocausto das chamas. No terror das exigências, treze gatos, vinte cachorros e ate mesmo a parelha de cavalos que puxava o carro de Eresictão foram lançados vivos na fornalha. Ele não distinguia mais nada, engolindo ate us ossos. Quando chegou a noite, Eresictão ainda estava a mesa. Seu rosto, no en¬tanto, estava um tanto mais magro, e sua pança parecia ter recuado um pouco para dentro do manto. Por incrível que parecesse, Eresictão estava emagrecen¬do! Preso a mesa,o pobre homem, implorava: — Comida, meus escravos… Por Zeus, mais comida…

A noite passou-se em comelanças. Não tendo mais, enfim, o que comer em casa, Eresictão saiu em desespero pelas estalagens, devorando tudo o que encontrava nessa selvagem expedição noturna. Quando o sol retornou, encontrou-o devorado por uma fome infinitamente maior do que aquela com a qual se sentara pela primeira vez à mesa. Seu corpo estava debilitado. Suas faces começaram a encovar-se. Suas mandíbulas, de tanto comer, doíam a ponto de não poder mais movê-las. Suas vestes pendiam do corpo. Eresictão estava a meio caminho de se tornar um espectro de Si mesmo. Seus pais, alarmados, quiseram saber o que se passava com seu pobre filho. — Meu filho, o que houve com você? — exclamou a mulher. Horrorizada, ela arrancou os cabelos, tirando sangue do rosto com as unhas. Seu pai, com o passar dos dias, gastou também tudo o que tinha na vã tentativa de alimentar o seu insaciável filho. Ate o touro que sua esposa engordava para sacrificar a Hestia, a deusa virgem do lar e do fogo, foi sacrificado ao altar desta horrenda fome. A miséria chega, afinal, para o desgraçado Eresictão.

O seu pai, não podendo mais fazer nada pois tornara-se miserável, tam bem , abandona-o a própria sorte, reduzido a mais negra sorte. Passava os dias sentado nas praças, recolhendo de forma vil os restos que ate os cães cobertos de sarna refugam. 0 Único consolo é ter ainda ao seu lado Metra, sua dedicada filha. — Minha querida filha, faça-se a mais bela que puder — disse, um dia, Eresictão. — Por que, meu pai? — indagou Metra, acariciando-lhe a face encovada. — Vou vendê-la. — Vender-me? — E preciso… Eu preciso — justificou o velho, fraco e faminto. No mesmo dia a bela e encantadora Metra foi feita escrava nas mãos de um horripilante comerciante. Depois de passar pelo suplicio das carícias daquele homem abominável, Metra, a noite, remeteu a Posídon as suas mais ardentes preces, enquanto o seu odioso amo, ao lado, roncava: — Poderoso Posídon, livra-me disto! — rogou, lançando um olhar a seu algoz.

O deus, apiedado, decidiu atender as suas suplicas. Para tanto, converteu-a nurna jumenta. Assim, enquanto seu amo ainda ressonava, Metra levantou-se do leito, firmou bem as quatro patas e, dando um grande salto, escapou pela janela. No mesmo instante correu, feliz, ao encontro de seu pai. — Meu querido pai, voltei! — disse, lambendo a face escaveirada do seu progenitor. — Minha adorada filha! Como estou feliz em tê-la de volta! Depois, voltando-se para um carroceiro que passava: — Ei, quanto quer por esta magnífica jumenta? Um urro de dor partiu da infeliz Metra, que foi levada embora outra vez. Mas também deste novo amo conseguiu escapar, metamorfoseada num cão e retornando novamente para os braços do pai, que a vendeu outra vez. Transformada, assim, em fonte inesgotável de recursos, a infeliz Metra percorreu toda a escala zoológica, ate que um dia, metamorfoseada numa linda borboleta, desapareceu para sempre no ar.

Eresictão, perdendo sua Ultima fonte de renda e devorado por uma fome absolutamente insuportável, decidiu tomar uma atitude que seu orgulho insensa¬to até então impedira. Entrando naquele mesmo bosque que maculara com sua blasfêmia, pediu perdão a vingativa Démeter. — Démeter poderosa! — começou a dizer Eresictão, com as mãos postas. — Concede-me a graça do seu perdão, Oh deusa, cujos olhos brilham com graça e majestade por todo o Olimpo! Ouve-me, por piedade, oh magnífica deusa! A deusa, no entanto, não lhe deu ouvidos. Tornado pelo desânimo, Eresictão sentou-se, derrotado, à sombra das árvores. Era noite e caia urna chuva forte, filtrada para dentro do bosque sob a forma de cordas d’água que se balançavam do alto. Os relâmpagos intensos varavam a escuridão, iluminando inteiramente o seu corpo um esqueleto coberto apenas por urna fina camada de pele. Eresictão estava sentado, com os olhos pousados sobre o próprio pé. Vislumbrou ali urna protuberância, que sugeria a presença de um pouco de carne. Sem hesitar, arre¬ganhou os dentes e cravou-os com força sobre o membro, arrancando-o e engolindo inteiro. Durante a noite inteira o ímpio Eresictão saciou-se de si mesmo, Sob a luz dos relâmpagos, até que na manhã seguinte nada mais restava de si sobre a face da Terra.

Para quem acha Deméter o máximo, veja o lado negro da deusa. Ela faz distinções odiosas entre as filhas.

Despina

Despina (ou Despoina), na mitologia grega, era uma deusa, filha de Poseidon e Demeter. Foi abandonada pela mãe após o nascimento, sem receber sequer um nome, pois a deusa estava muito preocupada em achar sua filha perdida Perséfone, que havia sido raptada por Hades. A criança foi adotada por Anitos, titã cujo nome lhe escolheu.

Perséfone é a filha amada de Deméter, e Despina a rejeitada. Note que Despina foi abandonada logo após o parto. Não teve culpa nenhuma! Deméter não poderia alegar falha de caráter ou ingratidão de Despina para justificar o abandono. Pouco importa que a deusa da agricultura tinha ojeriza a Poseidon! A criança era inocente, meu Zeus!

O abandono traz marcas profundas, tanto que Despina tornou-se uma deusa das sombras relacionada a fenômenos invernais como as geadas. Era temida. Era ela quem cuidava da natureza enquanto sua irmã estava no mundo dos mortos, destruindo assim o que a Perséfone e sua mãe tanto amavam, a primavera e as flores. Também odiava seu pai, Poseidon, porque foi omisso e conivente, lagos congelados eram sinais de sua presença em represália ao seu pai.

Tinha alguma influência sobre o domínio de seus pais, mas preferia destrui-los do que fortalecê-los, porque sua vida havia sido destruída por sucessivos abandonos dos ascendentes e pelo fato de sempre viver à sombra de Perséfone. Deméter nem ligava para Despina. Era tão temida que era chamadahamavam-na apenas de “senhora”, em sinal de respeito. Passou a ser vista como a ovelha negra da família e mesmo do Panteão grego. Não havia solução para ela. Os outros deuses preferiam ignorá-la ou colocá-la no ostracismo. Não tinham culpa do péssimo comportamento dos pais da deusa largada a própria sorte. Não tinham como punir Poseidon e Deméter. Também não podiam se culpar pela desgraça alheia. O que passou, passou, é o que diziam.

Assim, toda vez que presenciar uma geada ou uma nevasca, lembre-se de Despina e das crianças inocentes abandonadas por mães e pais irresponsáveis.

Deméter

Bom, em outro post, o da deusa celta Flidais (https://fenixdefogo.wordpress.com/2012/06/16/flidais-ou-flidias/), mandei Demeter ir tomar no cu. Ela viu, ficou furiosa e para não fazer comigo o mesmo que fez com Eresictão, determinou que eu colocasse nesse espaço a ela dedicado dicas de agricultura, seja familiar, seja relativa ao agronegócio. Não sei como vou fazer isso, porque não sei nada de agricultura ou agronomia, se vcs puderem me ajudar… A morte de Eresictão foi muito feia, uma das piores que já vi. Por favor, ajudem-me! É sério! Mandem dicas para que a agricultura seja estimulada e aperfeiçoada que eu as deixarei neste espaço. Estaremos, assim, divulgando informações sobre agricultura para todos. A difusão de informações sobre aquilo que importa para a deusa é a melhor oferenda que posso, como simples mortal, fazer, rs. Se não tivesse internet, eu estaria fodido, hehehe.  Não quero passar por um processo de autofagia.

Bom, como primeiro ato para cumprir a condição imposta pela deusa, eu vou tecer alguns comentários sobre cédulas de crédito rural =). Mas não hoje.

Amanhã, talvez, ou quando ela mandar, rs.

Hades, 阎王, ハデス, ад, άδης, Plutão, Persefone, Persephone

As escassas referências a Hades nas lendas gregas, em comparação com os outros grandes deuses, revelam o temor que essa divindade infundia ao povo.

Hades era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Poseidon.

Destronado Cronos, coube a Hades o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si.

Reinava, em companhia de sua esposa Perséfone, sobre as forças infernais e sobre os mortos, no que freqüentemente se denominava “a morada de Hades” ou apenas Hades.

Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, Hades não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias.

Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante.

Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos).

Seu nome significa, em grego, “o invisível”, e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade.

O nome Plutão (“o rico” ou “o distribuidor de riqueza”), que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.

Fonte: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br

Quem seria o sucessor de Zeus na administração do Olimpo, caso ele, por alguma razão, sumisse? Hades ou Poseidon?

Ajude seu deus aqui.

Help Hades here.

Aqui está o Deus grego mais poderoso, complexo e sombrio (Só não é mais sombrio que o Erebus). Veja a multiplicidade de facetas criadas para esse Deus. Não é igual ao Zeus, o deus midiático que só é visto com um pano branco sobre o corpo e com um raiozinho. Hades é muito mais complexo, mesmo sendo o mais poderoso e aquele que roubou as armas de Cronos, expondo-se ao perigo, preferiu levar uma vida longe dos holofotes. Não é um esbanjador como Zeus, nem um animal como Poseidon, que, embora também seja mais poderoso que Zeus, inexplicavelmente se submete ao Deus dos deuses. Bom, tudo bem que Zeus é o mais político dos três, mas isso, e o fato de ter sido salvo por sua mãe e libertado seus irmão, não dá a condição de deus mais poderoso. Vê se que ao longo da história, ele sempre evitou confrontos com seus irmãos, pois sabia que poderia perder o trono. Enfim esse é Hades que, se um dia quiser mover guerra contra o céu, vencerá, ainda mais porque dos três irmãos que governam a Terra é o de melhor índole, o mais perspicaz e cauteloso, embora seja o mais rancoroso de todos. Além disso, é o guardião do Tártaro e sobre as criaturas poderosas que nele habitam tem, porque não, um certo controle, tipo assim, junte-se a mim e ganhe liberdade.

Por essas e por outras, afirmo peremptoriamente que Hades é o mais foda.

Sem falar que é o Deus mais rico. Tem a sua disposição recursos minerais infinitos. Ser Hades é ganhar na loteria toda semana, ganhar na mega sena várias vezes.  O cara é um verdeiro tio patinhas, está cercado de moedas de ouro. Compra qualquer ser imortal com sua fortuna.

Hades e o mito do rapto de Perséfone.

http://manuelcarvalho.8m.com/deana11.htm

VOTE NO CAPACETE DE HADES, A HADEIA!!!

Ajude Hades aqui também!

http://www.seuhistory.com/deuses/panteao/grego/hades.html

Hades monstrando que tem pegada. Não nego razão para ele. Olha que gata.

Olha a garota caindo no truque.

Filho de Réia e Cronos, irmão de Zeus e Posseidon. Senhor do Submundo, terra dos mortos.

Tem como esposa Perséfone, que foi raptada por ele.

Com a vitória na guerra contra os titãs, os Ciclopes forjaram um capacete que dá a invisibilidade para Hades, assim ele pode sair das profundezas da terra e vir para a superfície sem que ninguém o veja.

Somente Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, porém, utilizou-se desse poder pouquíssimas vezes e, assim mesmo, a pedido da esposa.

Era o deus das riquezas porque dominava nas profundezas da terra, de onde mandava prosperidade e fertilidade; era considerado um deus benéfico.

Fonte: br.geocities.com

Uma das doze divindade gregas do Olimpo, correspondente a Plutão entre os romanos, com características de um deus do mundo inferior, soberano do reino dos mortos ou simplesmente o submundo, cujo nome era usado para designar tanto o deus como os seus domínios, um lugar onde imperava a tristeza. Deus de poucas palavras, o seu nome inspirava tanto medo que as pessoas procuravam não pronunciá-lo.

Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante e extremamente temido, pois em seu reino sempre havia lugar para mais uma alma. Filho de Cronos e de Réia e, portanto, irmão de Zeus e de Possêidon. Quando o pai foi destronado, coube-lhe o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si.

Casou-se com Perséfone, filha de Zeus e Deméter , após um rapto bem sucedido e reinava, em companhia de sua esposa, sobre as forças infernais. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado seu palácio.

Era representado como um lugar lúgubre, escuro e repleto de portões e de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios uma paisagem assombrosa.

O velho barqueiro Caronte conduzia as almas dos mortos através do sinistro rio de águas paradas Estige, até a entrada do reino ou casa de Hades, esse lugar infeliz e sombrio, habitado por formas vagas e sombras, cuja entrada era cuidadosamente guardada por Cérbero, um monstruoso cão de três cabeças e cauda de dragão, que não deixava as almas saírem do reino.

O submundo era dividido em duas regiões:

Érebo, por onde as pessoas passavam imediatamente após a morte, para serem julgadas, e receber o castigo dos seus crimes ou a recompensa das boas ações,

Tártaro, a região mais profunda, onde os Titãs haviam sido aprisionados.

Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, ele não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias.

Em lendas posteriores o mundo inferior passou a ser chamado de Hades e era descrito como o lugar onde os bons eram recompensados e os maus punidos.

O nome Plutão, que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.

Fonte: http://www.sobiografias.hpg.ig.com.br

Hades, na mitologia grega, era o deus dos mortos. Governava o reino dos mortos, que tinha o mesmo nome.

Os antigos romanos coservaram sem alterações quase todos os mitos sobre Hades e seu reino, mas davam ao deus o nome de Plutão.

Hades era filho de Cronos e Réia e irmão mais velho de Zeus, rei dos deuses.

Apesar de Hades ser muitoHades importante para os gregos, estes não lhe devotavam nenhum culto.

Poucos mitos tratam especialmente de Hades.

O reino de Hades era uma região neutra, reservada às almas das pessoas que não mereciam nem castigo nem recompensa após a morte.

Os gregos acreditavam que o Hades era um lugar enfadonho e insípido, mas não necessariamente penoso. As almas dos que tinham levado vidas virtuosas vagavam alegremente pelo Campos Elísios. As almas dos que tinham pecado muito iam para o Tártaro, um lugar muito abaixo da terra, onde sofriam o tormento eterno.

Acreditavam que Hades ficasse sob a terra. Tinha cinco rios: o Aqueronte, o Cocito, o Letes, o Flegetonte e o Estige.

Cada um deles servia de fronteira entre a terra dos vivos e a dos mortos.

O Estige era o rio mais conhecido do Hades. Para atravessá-lo, cada alma deveria ser transportada por Caronte, um barqueiro. Ele exigia pagamento por seus serviços e por isso os gregos colocavam moedas nas bocas de seus mortos antes de enterrá-los.

A casa de Hades ficava nas margens do Estige. Cérbero, um cão monstruoso com três cabeças guardava a casa.

Depois de atravessar o rio, cada alma era designada para o seu devido lar eterno por um dos três juízes: Éaco, Minos ou Radamanto.

Os que fossem culpados de crimes sérios eram atormentados por três deusas chamadas Fúrias ou Erínias..

Fonte: mitologia.tripod.com