Grandes batalhas CXII: De quem é a Lua? Mitologia chinesa vs japonesa

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Apesar do tratado do espaço e do tratado da Lua estabelecerem que os corpos celestes não têm dono, um dia isso vai muda, pois a exploração espacial está apenas começando e logo as nações desenvolvidas vão brigar pelos recursos naturais do espaço (vide a lei americana assinada pelo Obama que permite que os cidadãos americanos […]

Grandes batalhas XLIV – Poder Judiciário. Forseti, Éaco, Radamanto, Minos e Osíris – O julgador mais eficiente, imparcial e justo é…

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Forseti

Filho de Balder e Nanna, Forseti era o mais sábio, eloquente e mais gentil dos deuses. Quando tornou-se conhecido em Asgard, os deuses lhe convidaram à sala de conselhos para que fosse o patrono da justiça e seriedade, dando-lhe o palácio de Glinir como morada. Em sua função, resolvia os problemas entre os deuses, os homens, os gigantes e entre todas essas espécies, escutando pacientemente a ambos os lados (contraditório, ampla defesa e devido processo legal) e proferindo sentenças tão justas que ninguém era capaz de encontrar erro em seus decretos (as decisões eram todas fundamentadas, de forma a afastar o arbítrio). Tamanha era sua eloquência e poder de persuasão que nunca falhava em reconciliar os piores inimigos (É que ele não conhece a sanha dos bancos brasileiros). Todos os que eram levados a sua presença podiam estar seguros de que, dali em diante, poderiam viver em paz, pois ninguém ousava desobedecer um juramento feito diante dele, a não ser que quisessem sofrer sua justificada cólera e serem punidos por morte imediata (Uau, acho que isso fere o princípio da proporcionalidade e da razoabilidade – individuação – das penas). Como deus da justiça e da lei eterna, era natural que Forseti comandasse todas as assembleias judiciais – Asgard também tem um judiciário atolado de processos, parece que isso é assim em todo o lugar.

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No Hades as almas eram julgadas por três juizes, com responsabilidades específicas: Minos, tinha o voto decisivo, Éaco, julgava as almas européias e Radamanto, julgava as almas asiáticas. Nem mesmo Hades interferia no julgamento deles, a não ser em raras ocasiões.

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Juíz dos mortos: Osíris

Filho de Nut e Geb e marido de Isis, Osíris foi um dos deuses mais populares e importantes de todo o panteão egípcio. Chefe da tríade formada por Osíris, Isis e Hórus, nos textos funerários aparece como Rá. É um deus rei, apesar de sua soberania ser exercida no reino dos mortos. De qualquer forma, era um deus agrário. Representa a renovação, o renascimento da terra após a inundação do Nilo (já que morria na estação mais seca e renascia após a retirada das águas do crescimento, enquanto Seth reinava como um deus caótico do deserto). Chegou a ser rei do Egito e ensinou a civilização através da amabilidade e persuasão. Ensinou a agricultura aos homens, estabeleceu um código de leis e fez com que os homens respeitassem e adorassem os deuses. Em seguida, viajou por outros países para continuar seus ensinamentos, deixando Isis no governo. Ao retornar, Seth e seus 72 companheiros fizeram com que Osíris se trancasse em uma arca e o lançaram no Nilo. Ísis o trouxe de volta, porém Seth o encontrou e cortou-lhe em pedaços, espalhando as partes por todo o Egito. Depois de ter seu corpo recomposto e retornado à vida graças a esposa, Ísis concebeu Hórus com ele e o filho vingou sua morte governando o Egito e enviando Seth ao deserto. Osíris não pode retornar a Terra e permaneceu como deus do mundo inferior. Como Hórus representava o faraó em vida, ao morrer transformava-se em Osíris, sob a forma que era conhecido e adorado na terra. Este deus preside o Tribunal do Juízo da alma e decide o veredito.

Na mitologia egípcia, Osíris assumia uma importante função. Era o responsável pelo julgamento dos mortos no “Tribunal de Osíris”. Neste tribunal, Osíris pesava o coração do morto para avaliar se este mereceria uma vida no além. Anúbis era o auxiliar de Osíris.

Forseti

Osíris

Obs.: Anúbis era o oficial de justiça (funcionário) do juiz Osíris

Os três juízes (Éaco, Radamanto e Minos)