Éris, Héstia, Vesta (para romanos), Hades, Hypnos e Thanatos; Erínias ou fúrias

Éris e o pomo da discórdia.

Sobre Éris e a Guerra de Troia:

A discórdia é boa, pois politiza o debate. Por exemplo: em plenas eleições, nada melhor que a discórdia no horário eleitoral e nos debates para ajudar os eleitores a decidir qual é o melhor candidato. Além disso, a discórdia é protegida por Voltaire, que para evitar a ditadura, impele à discussão. Nada melhor do que uma briga franca e direta, sem hipocrisia, para alcançar alguma conclusão. No que concerne ao mito da guerra de Troia, a menos culpada pela eclosão da peleja militar e pela morte de milhares de inocentes é Éris. Ela não teve culpa pela vaidade exarcebada das três deusas “sem noção” e pela falta de decisão de Zeus, que foi complacente com a situação de beligerância gratuita das deusas irresponsáveis. Éris não pode ser responsabilizada por uma situação que não deu causa. O nexo de causalidade foi rompido a partir do momento que as picuinhas entre as três deusas começaram e não foram encerradas incontinenti por Zeus. A culpa pela guerra é de Zeus e das três divindades fúteis, que a estimularam e dela participaram. É muito fácil imputar a culpa a Éris, só porque vive isolada e tem fama de ser uma pessoa difícil. Além disso, ela teve uma reação compreensível. Se Ares, deus da guerra, foi convidado para a festa dos deuses, por que ela não seria? A guerra é muito pior que a discórdia, pois a guerra atinge o plano material e a discórdia não. Enfim, a discórdia é a base da democracia e Éris agiu bem em reagir. Ninguém deve levar desaforo para casa de forma gratuita. Não convidar uma deusa com base em meras conjecturas é um erro que pode justificar a atitude de Éris, afinal de contas, quem cala consente e quem não chora não mama.

Vídeo bacana! Adoro ver mulheres brigando!!

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Héstia

Héstia  é a deusa grega dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira.  Filha de Cronos e Reia  para os gregos era uma das doze divindades olímpicas. A ordem de nascimento de seus irmãos é Héstia (a mais velha), seguida de Deméter e Hera, seguidas de Hades e Poseidon; o próximo a nascer, Zeus, foi escondido por Reia em Creta, que deu uma pedra para Cronos comer.
Cortejada por Posseidon e Apolo jurou virgindade perante Zeus, e dele recebeu a honra de ser venerada em todos os lares, ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer em paz, em seu palácio cercada do respeito de deuses e mortais.
Embora não apareça com frequência nas histórias mitológicas, era admirada por todos os deuses (“ela não enchia o saco de ninguém, por isso era admirada. Na mitologia, a maioria das personagens é maluca e inconveniente”). Era a personificação da moradia estável, onde as pessoas se reuniam para orar e oferecer sacrifícios aos deuses. Era adorada como protetora das cidades, das famílias e das colônias.
Este é o arquétipo da mulher que valoriza o lar, que aprecia tomar conta de casa. Gosta de fazer as tarefas domésticas para agradar a si mesma. Também é comum àquelas que se dedicam a uma vida religiosa ou à meditação. Ela é quieta, reservada, calma, introvertida e aprecia a solidão (muitas vezes, sente-se alienada do mundo que a cerca) (“conheço várias barraqueiras e embora às prefira, às vezes é bom ter um pouco de serenidade e sossego”).
No trabalho, não é competitiva, sendo que trabalhar não é seu forte (“kkkkk já conheci várias pessoas assim kkkk”). Falta-lhe ambição, desejo de poder e de reconhecimento. Quando desempenha uma atividade profissional o faz com esmero mas de modo nada apelativo – apenas faz o que tem que fazer.
Tem poucas amizades pois não gosta de conversas triviais (“neste ponto eu sou igual à Héstia, não gosto de conversas triviais, mas tenho muitos amigos”). A sexualidade não é muito importante (“que pena”).
Expressa seus sentimentos e interesses de maneira indireta, através de gestos amáveis.
Como Deusa da lareira, Héstia é o arquétipo ativo nas mulheres que acham que tomar conta de casa é uma tarefa significativa. Com Héstia, proteger a lareira é um meio através do qual a mulher coloca a si mesma e sua casa em ordem.

O arquétipo de Héstia desenvolve-se em comunidades religiosas, principalmente nas que cultivam o silêncio (“ou seja, na cidade de São Paulo sem chance. Aqui as pessoas são barulhentas, não dá nem para pensar. Ninguém reflete na capital paulista, as pessoas apenas se preocupam em falar, falar, falar e falam alto e apenas trivialidades. Nada de importante. Aliás, o assunto mais recorrente é sobre as promoções dos planos de telefonia. Não sei se rio ou se choro”). As freiras e as virgens vestais compartilham o padrão arquetípico de Héstia.

Fontes:
Texto na íntegra e sem meus comentários:

Ajude/help Héstia aqui.

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Hypnos, Thanatos e Hades

Infelizmente a grande maioria de figuras diz respeito aos cavaleiros do zodíaco, não que eu não goste de CDZ, aliás, sou fã, entretanto, é legal mostrar as diversas projeções desses personagens.

Ajude os juízes de Hades, Hypnos e Thanatos! O submundo conta com você!

Erínias ou fúrias

Ajude as Erínias, ou Fúrias.

Lúcifer

A criatura mais injustiçada da história. Só porque preferiu ficar sem Deus, foi tachado de assassino, monstro, coisa ruim, demônio, belzebu, entre outros. Se fosse tão errado assim, o querubim caído não teria atraído um terço dos anjos. Todos devem ter livre arbítrio e todos devem respeitar as decisões alheias; ninguém deve rechaçá-las e fazer pilhéria delas, apenas porque lhe desagradam. Sou a favor que Lúcifer seja considerado como uma opção a Deus, não sua negação.

Lúcifer (em hebraico, heilel ben-shachar, הילל בן שחר; em grego na Septuaginta, heosphoros) é uma palavra do Latim (lucem ferre) que quer dizer “portador de luz”, representa a estrela da manhã (a estrela matutina), a estrela D’Alva, o planeta Vênus, mas também foi o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Querubins, como descrito no texto Bíblico do Livro de Ezequiel, no capítulo 28.

Leia!

Nova enquete:

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Hades, 阎王, ハデス, ад, άδης, Plutão, Persefone, Persephone

As escassas referências a Hades nas lendas gregas, em comparação com os outros grandes deuses, revelam o temor que essa divindade infundia ao povo.

Hades era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Poseidon.

Destronado Cronos, coube a Hades o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si.

Reinava, em companhia de sua esposa Perséfone, sobre as forças infernais e sobre os mortos, no que freqüentemente se denominava “a morada de Hades” ou apenas Hades.

Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, Hades não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias.

Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante.

Invocava-se Hades geralmente por meio de eufemismos, como Clímeno (o Ilustre) ou Eubuleu (o que dá bons conselhos).

Seu nome significa, em grego, “o invisível”, e era geralmente representado com o capacete que lhe dava essa faculdade.

O nome Plutão (“o rico” ou “o distribuidor de riqueza”), que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.

Fonte: http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br

Quem seria o sucessor de Zeus na administração do Olimpo, caso ele, por alguma razão, sumisse? Hades ou Poseidon?

Ajude seu deus aqui.

Help Hades here.

Aqui está o Deus grego mais poderoso, complexo e sombrio (Só não é mais sombrio que o Erebus). Veja a multiplicidade de facetas criadas para esse Deus. Não é igual ao Zeus, o deus midiático que só é visto com um pano branco sobre o corpo e com um raiozinho. Hades é muito mais complexo, mesmo sendo o mais poderoso e aquele que roubou as armas de Cronos, expondo-se ao perigo, preferiu levar uma vida longe dos holofotes. Não é um esbanjador como Zeus, nem um animal como Poseidon, que, embora também seja mais poderoso que Zeus, inexplicavelmente se submete ao Deus dos deuses. Bom, tudo bem que Zeus é o mais político dos três, mas isso, e o fato de ter sido salvo por sua mãe e libertado seus irmão, não dá a condição de deus mais poderoso. Vê se que ao longo da história, ele sempre evitou confrontos com seus irmãos, pois sabia que poderia perder o trono. Enfim esse é Hades que, se um dia quiser mover guerra contra o céu, vencerá, ainda mais porque dos três irmãos que governam a Terra é o de melhor índole, o mais perspicaz e cauteloso, embora seja o mais rancoroso de todos. Além disso, é o guardião do Tártaro e sobre as criaturas poderosas que nele habitam tem, porque não, um certo controle, tipo assim, junte-se a mim e ganhe liberdade.

Por essas e por outras, afirmo peremptoriamente que Hades é o mais foda.

Sem falar que é o Deus mais rico. Tem a sua disposição recursos minerais infinitos. Ser Hades é ganhar na loteria toda semana, ganhar na mega sena várias vezes.  O cara é um verdeiro tio patinhas, está cercado de moedas de ouro. Compra qualquer ser imortal com sua fortuna.

Hades e o mito do rapto de Perséfone.

http://manuelcarvalho.8m.com/deana11.htm

VOTE NO CAPACETE DE HADES, A HADEIA!!!

Ajude Hades aqui também!

http://www.seuhistory.com/deuses/panteao/grego/hades.html

Hades monstrando que tem pegada. Não nego razão para ele. Olha que gata.

Olha a garota caindo no truque.

Filho de Réia e Cronos, irmão de Zeus e Posseidon. Senhor do Submundo, terra dos mortos.

Tem como esposa Perséfone, que foi raptada por ele.

Com a vitória na guerra contra os titãs, os Ciclopes forjaram um capacete que dá a invisibilidade para Hades, assim ele pode sair das profundezas da terra e vir para a superfície sem que ninguém o veja.

Somente Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, porém, utilizou-se desse poder pouquíssimas vezes e, assim mesmo, a pedido da esposa.

Era o deus das riquezas porque dominava nas profundezas da terra, de onde mandava prosperidade e fertilidade; era considerado um deus benéfico.

Fonte: br.geocities.com

Uma das doze divindade gregas do Olimpo, correspondente a Plutão entre os romanos, com características de um deus do mundo inferior, soberano do reino dos mortos ou simplesmente o submundo, cujo nome era usado para designar tanto o deus como os seus domínios, um lugar onde imperava a tristeza. Deus de poucas palavras, o seu nome inspirava tanto medo que as pessoas procuravam não pronunciá-lo.

Era descrito como austero e impiedoso, insensível a preces ou sacrifícios, intimidativo e distante e extremamente temido, pois em seu reino sempre havia lugar para mais uma alma. Filho de Cronos e de Réia e, portanto, irmão de Zeus e de Possêidon. Quando o pai foi destronado, coube-lhe o mundo subterrâneo, na partilha que os três irmãos fizeram entre si.

Casou-se com Perséfone, filha de Zeus e Deméter , após um rapto bem sucedido e reinava, em companhia de sua esposa, sobre as forças infernais. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado seu palácio.

Era representado como um lugar lúgubre, escuro e repleto de portões e de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios uma paisagem assombrosa.

O velho barqueiro Caronte conduzia as almas dos mortos através do sinistro rio de águas paradas Estige, até a entrada do reino ou casa de Hades, esse lugar infeliz e sombrio, habitado por formas vagas e sombras, cuja entrada era cuidadosamente guardada por Cérbero, um monstruoso cão de três cabeças e cauda de dragão, que não deixava as almas saírem do reino.

O submundo era dividido em duas regiões:

Érebo, por onde as pessoas passavam imediatamente após a morte, para serem julgadas, e receber o castigo dos seus crimes ou a recompensa das boas ações,

Tártaro, a região mais profunda, onde os Titãs haviam sido aprisionados.

Embora supervisionasse o julgamento e a punição dos condenados após a morte, ele não era um dos juízes nem torturava pessoalmente os culpados, tarefa que cabia às Erínias.

Em lendas posteriores o mundo inferior passou a ser chamado de Hades e era descrito como o lugar onde os bons eram recompensados e os maus punidos.

O nome Plutão, que se tornou corrente na religião romana, era também empregado pelos gregos.

Fonte: http://www.sobiografias.hpg.ig.com.br

Hades, na mitologia grega, era o deus dos mortos. Governava o reino dos mortos, que tinha o mesmo nome.

Os antigos romanos coservaram sem alterações quase todos os mitos sobre Hades e seu reino, mas davam ao deus o nome de Plutão.

Hades era filho de Cronos e Réia e irmão mais velho de Zeus, rei dos deuses.

Apesar de Hades ser muitoHades importante para os gregos, estes não lhe devotavam nenhum culto.

Poucos mitos tratam especialmente de Hades.

O reino de Hades era uma região neutra, reservada às almas das pessoas que não mereciam nem castigo nem recompensa após a morte.

Os gregos acreditavam que o Hades era um lugar enfadonho e insípido, mas não necessariamente penoso. As almas dos que tinham levado vidas virtuosas vagavam alegremente pelo Campos Elísios. As almas dos que tinham pecado muito iam para o Tártaro, um lugar muito abaixo da terra, onde sofriam o tormento eterno.

Acreditavam que Hades ficasse sob a terra. Tinha cinco rios: o Aqueronte, o Cocito, o Letes, o Flegetonte e o Estige.

Cada um deles servia de fronteira entre a terra dos vivos e a dos mortos.

O Estige era o rio mais conhecido do Hades. Para atravessá-lo, cada alma deveria ser transportada por Caronte, um barqueiro. Ele exigia pagamento por seus serviços e por isso os gregos colocavam moedas nas bocas de seus mortos antes de enterrá-los.

A casa de Hades ficava nas margens do Estige. Cérbero, um cão monstruoso com três cabeças guardava a casa.

Depois de atravessar o rio, cada alma era designada para o seu devido lar eterno por um dos três juízes: Éaco, Minos ou Radamanto.

Os que fossem culpados de crimes sérios eram atormentados por três deusas chamadas Fúrias ou Erínias..

Fonte: mitologia.tripod.com