Monte Olimpo, Mount Olympus, Olimpo, Asgard, Ponte Bifrost, Valhalla, Campos Elíseos, Elysium, Paraíso, Heaven

O Monte Olimpo (em grego: Όλυμπος, também transliterado como monte Ólimpos em mapas modernos, Óros Ólimbos) é a mais alta montanha da Grécia, com 2917 m de altitude máxima e 2355 m de proeminência topográfica. O Monte Olimpo é uma das mais altas montanhas da Europa, em altitude absoluta da base até o topo. Está situado a 40°5’N 22°21’E, a cerca de 100 km de distância de Salônica, segunda maior cidade da Grécia. Localiza-se próximo do Mar Egeu, na Tessália.

O seu ponto mais alto é designado Mitikas. O Monte Olimpo é reconhecido pela sua flora, a qual é muito rica, sobretudo devido à presença de espécies endêmicas.

Qualquer um que queira escalar o Monte Olimpo começa a partir da cidade de Litochoro, que acabou também por receber o nome Cidade dos Deuses, devido à sua localização próxima à base do Monte Olimpo.

Olimpo é um nome popular para montanhas em todo o mundo. Além do Monte Olimpo na Tessália, há na Grécia mais quatro com esse nome: na Mísia, na Cilícia, na Arcádia e na Élida.[1] Ainda há um com o mesmo nome e que é o ponto mais alto da ilha de Chipre (Monte Olimpo), um na antiga região da já extinta região de Frígia, e outros dois nos estados norte-americanos de Utah e Washington, além de um vulcão em Marte (Olympus Mons).

O Monte Olimpo, também conhecido por seu nome em latim, Olympus Mons, é um vulcão extinto do planeta Marte, sendo o maior vulcão do Sistema Solar. Ele ergue-se a 27 km acima do nível médio da superfície marciana, sendo três vezes mais alto que o Monte Everest. Sua base estende-se por quase 600 quilômetros. Sua caldeira tem dimensões de 85 km por 60 km

O Monte Olimpo foi descoberto pela sonda espacial Mariner 9 da NASA em 1971, embora já fosse do conhecimento de astrônomos desde o século XIX. Tem um declive suave, o que faz sua base ser vinte vezes maior que a altura. (Fico imaginando se seriam os deuses marcianos kkkkkkkk)

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Quanto será que custa um terreno nesses lugares? Será que tem especulação imobiliária como aqui na Terra? Os deuses venderão lotes ou financiarão terrenos a preços amigáveis, sem juros capitalizados? E a incorporação imobiliária? Há limitação administrativa para construir? Há fólio real?

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Algumas enquetes mitológicas:

Mais enquetes divinas e mitológicas:

Há mais enquetes abaixo!

Asgard, ponte Bifrost e Valhalla

Asgard (em nórdico antigo: Ásgarðr) é o reino dos deuses, os Æsir, na mitologia nórdica, mundo separado do reino dos mortais, Midgard. Asgard era, originalmente, conhecido como Godheim (o repouso dos deuses), pois os primeiros investigadores da mitologia confundiram o nome do mundo dos deuses com o seu castelo mais importante e, neste caso, Godheim se tornou Asgard em muitas fontes históricas.

Os muros que cercam Asgard foram construídos por um gigante (identificado frequentemente e equivocadamente como Hrimthurs). Como pagamento por seu trabalho, ele deveria receber a mão de Freya em casamento que é uma das deusas mais belas e também Deusa da fertilidade, do sol e da lua. O acordo só valeria desde que o trabalho fosse terminado dentro de seis dias. O gigante possuía um cavalo muito rápido e forte. Com o intuito de evitar honrar o acordo, Loki por ciúme da deusa e tentando agradar seu pai Odin transformou-se em uma égua e no último dia do acordo ele foi lá e seduziu o cavalo mágico do gigante, Svadilfari. Deste modo, o trabalho não foi terminado a tempo, e os deuses conseguiram evadir-se do pagamento. Loki em compensação pela “distração” do cavalo do gigante pariu Sleipnir, o cavalo de 8 patas que posteriormente, foi dado a Odin como um presente.

O guardião de Asgard é Heimdall. A planície de Ida é o centro de Asgard. Os Æsir encontram-se lá para a discussão de temas importantes – os deuses masculinos reúnem-se em um salão chamado Gladsheim, e as deusas em um salão chamado Vingolf. Eles também encontram-se diariamente no Well of Urd, abaixo de Yggdrasil.

Alternativas: Ásgard, Ásgardr, Asgardr (Fonte Wikipédia)

Valhala, Valíala,Valhalla ou Walhala (do nórdico antigo Valhöll “Salão dos Mortos”) é um majestoso e enorme salão situado em Asgard, dominado pelo deus Odin. Escolhidos por Odin, metade dos que morrem em combate são levados para Valhalla após a morte pelas Valquírias, enquanto que a outra metade vai para os campos Fólkvangr da deusa Freyja. Em Valhalla, os mortos se juntam às massas daqueles que morreram em combate conhecido como Einherjar, bem como vários heróis lendários da mitologia germânica, que se preparam para ajudar Odin durante os eventos do Ragnarök. Antes do salão ergue-se a árvore dourada Glasir, e o teto da sala está coberta de escudos de ouro. Várias criaturas vivem em torno do salão, como o veado Eikþyrnir e o bode Heidrun, ambos descritos como estando no topo de valhalla e consumindo a folhagem da árvore Læraðr.

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Na mitologia nórdica, Bifrost (ou Asbru) é o nome da ponte que estabelecia a ligação entre o domínio dos deuses, Asgard, e a Terra, Midgard, terra dos mortais. Os deuses viajavam diariamente para realizar seus conselhos sob a sombra da árvore Yggdrasil. A ponte era representada por um enorme arco-íris e seu guardião era Heimdall. A cor vermelha do arco-íris era formada por um fogo flamejante, que servia como defesa contra os gigantes. No final do mundo, a ponte seria destruída durante o Ragnarök. Foi construída pelos Aesir. (Fonte wikipédia)

Outras enquetes que opõe vários deuses ou criaturas de direfentes mitologias:

As enquetes acima estão melhor explicadas nos respectivos posts! Entre na categoria “pancadaria” para vê-los!

Campos Elíseos

Paraíso

Originalmente, a palavra céu (do latim caelu) referia-se às regiões acima da superfície da terra onde estavam situados os “corpos celestes”. Este é o primeiro significado da palavra na Bíblia (shamayim, Gen. 1:1). Também foi considerado como a morada de Deus e seus anjos. Todavia, o termo é também usado comumente como sinônimo de outras palavras significando a morada dos justos em algum momento após sua morte, tal como “paraíso”.

Embora existam variadas e abundantes fontes de concepções do Céu, o ponto de vista típico dos crentes parece depender principalmente de suas tradições religiosas e seita particular. Algumas religiões conceitualizam o Céu como pertencente a algum tipo de vida pós-morte pacífica relacionada à imortalidade da alma. Imagina-se que o Céu seja um lugar de felicidade, por vezes de felicidade eterna. Um estudo psicológico dos textos sagrados religiosos através das culturas e da história poderia descrevê-lo como um termo que significa um estado de “plena vivência” ou inteireza.

No antigo judaísmo, a crença no Céu e na vida pós-morte estava vinculada a crença no Seol (mencionado em Isaías 38:18, Salmos 6:5 e Jó 7:7-10). Alguns eruditos afirmam que Seol era um conceito anterior, mas esta teoria não é universalmente aceita. Uma seita judaica que sustentava a crença na ressurreição era conhecida por fariseus e tinha como opositora os saduceus, que negavam a ressurreição dos mortos (Mat. 22:23). No cristianismo, o Céu ou é uma vida pós-morte eternamente abençoada ou um retorno ao estado antes da queda da humanidade, um novo e segundo Jardim do Éden, no qual há a chamada pelos católicos,visão beatífica(Onde todos podem ver à Deus) num estado perfeito e natural de eterna existência, e geralmente acreditam que esta reunião pós-morte é consumada através da fé de que Jesus Cristo morreu na cruz pelos pecados da humanidade, foi ressuscitado e ascendeu corporeamente ao Céu. Exemplos de diferentes terminologias que referem-se ao conceito de “Céu” na Bíblia cristã incluem:

Reino dos céus (Mateus 5:3), no reino de seu Pai (Mateus 13:43), vida (Mateus 7:14), vida eterna (Mateus 19:16), o gozo do teu senhor (Mateus 25:21), galardão (Mateus 5:12), o reino de Deus (Lucas 6:20), meu reino (Lucas 22:30), a casa de meu Pai (João 14:2), santuário (Hebreus 9:12), Jerusalém celestial (Hebreus, 12:22), paraíso (2 Coríntios 12:4), coroa incorruptível (1 Coríntios 9:25), coroa da vida (Tiago 1:12), coroa da justiça (2 Timóteo 4:8), coroa da glória (1 Pedro 5:4)

As grandes religiões orientais (hinduísmo, budismo, taoísmo e confucionismo) e doutrinas ocidentais, acreditam em reencarnação e moksha (libertação) em vez do Céu, mas mesmo assim incluem alguma idéia de Céu semelhante (mas não necessariamente igual) ao conceito mantido pelo cristianismo e outras religiões monoteístas. Por exemplo, no budismo existem vários Céus, todos os quais fazem parte da Samsara (realidade ilusória). Aqueles que acumulam bom karma podem renascer em um deles. Todavia, sua estadia no Céu não é eterna—eventualmente, usarão seu bom karma para renascer em outra realidade, como humano, animal ou outros seres. Visto que o Céu é temporário e parte de Samsara, os budistas concentram-se mais em escapar ao ciclo de renascimentos e atingir a iluminação (Bodhi). Na doutrina espírita, o Céu é designado pelo termo “colônias espirituais”, sendo a mais famosa delas Nosso Lar. Nas tradições nativas do confucionismo chinês, o Céu (Tian) é um conceito importante que remete a uma idéia de harmonia subjacente, onde os ancestrais residem e do qual os imperadores retiram seu mandato para governar. Outrossim, na crença hinduísta, há um “Céu transitório” denominado Svarga, destinado às almas que fizeram boas ações mas que não tornaram-se ainda merecedoras de moksha ou da fusão (união) com Brahma.

Na tradição bíblica, o Jardim do Éden, do hebraico Gan Eden, גן עדן, é o local onde ocorreram os eventos narrados no Livro do Génesis (Gen., 2 e 3), onde é narrada a forma como Deus cria Adão e Eva, planta um jardim no Éden (a oriente), e indica ao homem que havia criado, para o cultivar e guardar.

A ordenança dada por Deus seria a de que o Homem podia comer os frutos de todas as árvores do jardim, excepto os da árvore do conhecimento do que é bom e do que é mal. Ao desobedecer esta ordenança e comer esse fruto proibido, Adão e Eva ficam a conhecer o bem e o mal, e do pecado nasceu a vergonha e o reconhecimento de estarem nus. Em resultado da desobediência, Deus expulsa o homem do jardim.

O Jardim do Éden, a sua localização e a tentativa de reencontrar a felicidade perdida após a expulsão, são um dos temas centrais de múltiplas lendas e mitos e inspiraram inúmeros artistas, sendo uma das inspirações mais frequentes da arte européia.

Fonte: Wikipédia.

Céu vs inferno

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Gaia, gaea, gea, ガイア, 蓋亞, Гаиа, Géia, Gea, Gê

Gaia ou Gê (gr. Γαῖα / Γῆ), a “terra-mãe”, a mãe dos deuses e dos homens, personificava a inesgotável capacidade geradora da terra. Foi a primeira entidade divina e amergir do Caos primitivo e dela provêm as linhagens divinas mais prolíficas, os piores monstros e também todos os seres humanos.

Gaia não deve ser confundida com as “deusas-mães” pré-helênicas, ligadas à vegetação e aos animais selvagens. Aparentemente, esses atributos foram incorporados por Afrodite, Ártemis, Deméter e Cibele (Réia), deusas mais jovens e que dela descendem; Gaia está ligada apenas às forças primevas da criação.

A partir de Gaia, sem o desejável ato de amor (Hes. Th. 132), surgiram primeiro Urano, o céu, as grandes Montanhas ou Colinas (gr. Οὔρεα μακρά) e Ponto, o mar. Posteriormente, Gaia se uniu primeiro a Urano e, depois, a Ponto, seus próprios filhos, e gerou numerosos descendentes.

Sem contar essas contribuições cosmogônicas, a participação de Gaia nas diversas lendas se caracteriza, basicamente, pelas infalíveis profecias ou, então, pela enorme capacidade de gerar filhos, de aspecto divino (Urano, Ponto), humano (Erecteu) ou monstruoso (gigantes, Tífon).

Nesses mitos, especialmente nos posteriores à gigantomaquia e ao estabelecimento de Zeus como rei dos deuses e dos homens, Gaia aparece ocasionalmente. É mencionada, por exemplo, como ancestral dos primeiros reis atenienses e como mãe do gigantesco Anteu (ver Héracles), da serpente Píton (ver Apolo) e da monstruosa Caríbdis (ver Odisseu).

RIBEIRO JR., W.A. Gaia. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. Disponível em http://www.greciantiga.org/arquivo.asp?num=0088. Consulta: 10/01/2013.

Tomar uns tapas de mulher é bom para ficar ligeiro, rs.

Hera

Hera, a do casamento.

Embora seja linda e gostosa (esse Zeus é o cara!), a deusa em questão é bem conservadora. Também é ciumenta e vingativa. Matou várias periguetes e mulheres enganadas por Zeus. Deve ser por isso que Zeus a traiu tanto, nunca pagou o pato . Além disso, Hera e seus valores estão em baixa ultimamente. O casamento não é mais unanimidade e se extingue muito rápido em boa parte das vezes. Apenas preceitos obsoletos de religiosos, que dirigem uma massa de milhões de ignorantes, e a tradição utópica construída ao longo dos séculos o sustenta. Já ouviu falar em divórcio imediato, nos termos da EC 66/10? De mais a mais, Hera sempre perseguiu os filhos havidos fora do casamento, discriminando-os, atribuindo-lhes a pecha de bastardos, como se fossem a causa e não o efeito da falência de seu matrimônio com Zeus.

Hoje quem manda no mundo é Afrodite e sua liberdade sexual e propensão ao lesbianismo e à pluralidade de parceiros. Em breve, elas entrarão em conflito.

Veja: https://fenixdefogo.wordpress.com/2012/06/30/esboco-de-um-trecho-do-livro-24-08-2006-que-sera-lancado-um-dia/

Hera, a senhora do Olimpo.

Hera, a mais excelsa das deusas, é representada na Ilíada como orgulhosa, vaidosa, obstinada, ciumenta e rixosa. Possuía sete templos na Grécia e mostrava apenas seus olhos aos mortais, usando uma pena do seu pavão para marcar os locais que protegia.  Como esposa de Zeus, Hera também tinha poder sobre os fenômenos celestes. Podia derramar chuvas benéficas ou desencadear tempestades.
Hera possuía muitas rivais, entre elas, a bela Calisto. Por inveja da sua imensa beleza, que conquistara o seu marido, transformou-a numa ursa. Helena de Tróia, possuía a reputação de mulher mais bonita do mundo e isso despertava a inveja em Hera. Outra de suas rivais foi Io, transformada em uma vaca e perseguida por Hera em muitas partes da terra.
O único filho de Zeus que Hera não odiava era Hermes e sua mãe Maia, porque Hermes demonstrou grande habilidade e inteligência, tornando-se o mensageiro dos deuses. Hera também provocou a morte de Sêmele quando ela estava grávida de Dioniso e tentou impedir o nascimento dos gêmeos Apolo e Ártemis, filhos de Zeus e Leto. Para fugir da vigilância da esposa, Zeus se metamorfoseava em diferentes formas, como em touro, cisne, chuva de ouro ou no marido da mulher desejada, como fez para seduzir Alcmena, mãe de Hércules.
Quando Zeus engravidou a mortal Alcmena, Ilitia predisse que o primeiro neto do pai da Alcmena ia se tornar o rei da Grécia. Alcmena e sua irmã estavam grávidas. Hera, com ciúmes de Zeus, pediu a Ilítia que causasse o parto da irmã antes de 9 meses e nasceu Euristeus que se tornou rei da Grécia, posto que era reservado para Hércules, filho de Alcmena.
Hera odiava sobretudo Hércules. Quando ele nasceu, para torná-lo imortal, Zeus pediu a Hermes que o levasse ao seio de Hera e o fizesse mamar. Ele sugou o leite divino com tanta força que feriu a deusa. Hera o afastou com violência mas o leite continuou a jorrar e as gotas formaram a Via Láctea.
Hera tentou matar Hércules quando ele era apenas um bebê. Com sua tentativa frustrada de matá-lo ainda criança, Hera influenciou Euristeus, que o envolveu em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como “doze trabalhos”. Mas Hércules destruiu seus sete templos e, antes de terminar sua vida mortal, aprisionou Hera em um jarro de barro que entregou a Zeus. Depois disso, ele foi aceito como deus do Olimpo.
Tirésias também foi uma de suas vítimas. Certa vez, tendo sido chamado para resolver uma questão entre Hera e Zeus, enraivecida com as verdades do adivinho, Hera o cegou. Ixíon, rei dos Lápitas, tentou seduzir a deusa, mas acabou abraçando uma nuvem, que Zeus confeccionou à semelhança da esposa. Os Centauros nasceram dessa união. Para castigar Íxion, Zeus fez com que se alimentasse de ambrosia, o manjar da imortalidade, e o lançou-o no Tártaro, onde ficou girando eternamente numa roda de fogo.
Durante as núpcias de Peleu e Tétis, Éris – a Discórdia – convidada a não comparecer, jogou uma maçã de ouro para a mais bela das deusas. Nessa célebre disputa da mais bela deusa entre Hera, Atena e Afrodite, Zeus incumbiu Paris de decidir a disputa. As deusas tentaram subornar Paris, prometendo presentes em troca do voto: Hera ofereceu o governo do mundo; Atena, sabedoria. Afrodite ofereceu o amor da mais bela mulher, conseguindo ganhar o cobiçado título. Isso deu origem à famosa Guerra de Troia.
Observação número 1
O mito de Hera se consolidou numa época em que a Grécia passava a defender os princípios da monogamia e a adotava como regra, tornando necessária a personificação de uma divindade que defendesse esses princípios. Eles foram atribuídos a Hera, deusa-rainha, deusa-mãe, elevada à companheira de Zeus.
As lendas que envolvem Hera mostram o ciúme excessivo, o desejo de vingança para punir as traições do marido, a perseguição às amantes do marido infiel e, consequentemente, os filhos que resultaram das infidelidades. É a personificação humana que mais se aflora dentro de um deus e suas características essenciais são levadas ao seu mais extremado zelo, que defende a perpetuação do amor único e exclusivo entre os casais, o senso de justiça limitado ao lar, ao casamento, à família, e a tudo que possa corromper esse universo.
Hera é considerada o mais irritante dos mitos, porém é o mais humano deles. É a personificação da mais pura essência da alma humana na forma de amar dentro de uma relação consolidada pela sociedade, opondo-se aos amores clandestinos e dos amantes da madrugada. É a essência do matrimônio e suas prisões psicológicas, que são menores do que a visão de uma sociedade talhada pelos princípios da monogamia.
Observação número 2
Todo simbolismo está contido no princípio do lar, da esposa perfeita, mantendo o equilíbrio do casamento através da fidelidade exigida e jamais alcançada; da mulher disposta à contendas conjugais com motivos para isso. Nos dias atuais, embora a mulher conquistado seu espaço, os casamentos não se modificaram tanto assim. Permanecemos em uma sociedade patriarcal e o casamento ainda é considerado uma instituição de procriação.
As mulheres continuam a sofrer violências domésticas e profissionais. A busca do tão almejado casamento por amor com satisfação sexual plena, é castrado pelas concepções obsoletas cristãs. Mas apesar de todas as limitações e deficiências do casamento, a mulher sente-se profundamente atraída por estabelecer e manter um relacionamento conjugal. Romanticamente todas sonham em compartilhar a tarefa de criar seus filhos e estabelecer uma unidade chamada família.
Arquétipo da mulher Hera
Toda Mulher-Hera sabe que o casamento é o caminho pela qual se chega à inteireza e plenitude. O arquétipo de Hera leva a mulher a estabelecer um pacto de lealdade e fidelidade com seu companheiro para sempre. Hera é a personificação do feminino maduro, que sabe o que quer e só sentirá completa através do sagrado matrimônio. Hera estabelece o arquétipo da relação homem-mulher numa sociedade patriarcal, como esposa e companheira ideal. Assim, é uma deusa do casamento, da maternidade e da fidelidade, além de ser a guardiã ciumenta do matrimônio e da hereditariedade.
No mito, a prole pequena concebida dentro do casamento e numerosa nas relações extraconjugais, tem em Ares – o deus da guerra, filho de Zeus e Hera, o símbolo dos conflitos conjugais como também das tensões que nascem no mundo entre homens e mulheres. Quando se desfaz de Hefesto, o filho desajeitado e Tifão, o filho monstro, simboliza a rejeição da procriação sem amor. As duas lendas personificam a preocupação dos gregos com as imperfeições genéticas.
Hera não personifica os mistérios da maternidade, ela personifica os mistérios da mulher dentro das relações afetivas ou conjugais. O arquétipo de Hera se manifesta nas mulheres quando desejam apenas duas coisas: igualdade e parceria. A esposa-Hera assume o trono ao lado do marido para compartilhar do seu poder. Hera é a representação mais pura de que: ” Junto de um grande homem, há sempre, uma grande mulher

A mulher-Hera exala confiança em si mesma, tem perfeito domínio sobre si própria e também sobre os outros.A consciência de Hera é sempre percebida nas mulheres mais velhas.
A mulher-Hera é aquela que nasceu para mandar, podendo se tornar impiedosa como dirigente de uma organização ou até mesmo de uma nação, caso se veja desafiada, menosprezada, ou traída. Em nosso mundo, ela costuma personificar a esposa de “um grande homem”.
Hera é um oponente formidável, seja na família ou na esfera política. Uma vontade de ferro, valores inalienáveis e ideias fixas caracterizam a mulher-Hera madura. Uma versão desta mulher foi percebida em Margareth Thatcher, a mulher implacável, onde os membros do governo britânico mostravam-se profundamente chocados com os modos arrogantes e ditatoriais da primeira-ministra.
Com ou sem poder, a Hera Moderna é matriarcal, a abelha-rainha de sua família. Defende valores conservadores, como também tenderá a assumir o papel de juíza dos novos gostos e costumes.
Ela adora todos os encontros familiares, onde se vê adorada e rodeada por filhos e netos. O amor deles geralmente é secundário, muito mais importante é que eles a respeitem e reverenciem. Independentemente das suas origens sociais, a mulher-Hera quase sempre aspirará à proeminência em qualquer grupo a que pertencer. A jovem Hera é muito parecida com a jovem Atena. Ambas são brilhantes e cheias de energias e exalam autoconfiança.
 Mas as ambições de uma e outra são diferentes. A jovem Atena estará ocupada com as opções de pós-graduações e treinamento profissional. A jovem Hera, mantêm os olhos bem abertos na busca daqueles homens, que ao seu ver têm maior chance de sucesso na vida, e descobrirá alguma maneira de sair e casar com o mais bem sucedido deles. O amor para a jovem Hera só é possível se vier acompanhado de segurança financeira e de uma posição social estável e de destaque.
Fontes:
http://eventosmitologiagrega.blogspot.com.br <acessado em 27 de julho de 2012>
Esse último blog é muito bom. Eu recomendo.

Nova enquete:

 

 

Complexo C

Pode parecer injusto medir o sucesso de um filme a partir de uma única sequência, mas creio que a própria Marvel é culpada disso. Ao investir em um experimento raro na história dos blockbusters americanos, e produzir cinco filmes de super-heróis que apontavam para a produção de um sexto que reuniria todos eles, pode-se dizer que o sucesso ou fracasso de Os Vingadores (The Avengers, no original) seria medido, em grande parte, pela cena em que finalmente os heróis se juntariam para combater o mal.

É um bom sinal, portanto, que o tal momento não só é uma ótima sequência de ação, grandiosa e divertida, como também é melhor do que qualquer coisa que tenha aparecido nos filmes solo dos heróis em questão. Nas mãos do diretor-roteirista Joss Whedon, Os Vingadores é cinema-pipoca bem executado.

(Não continue se ainda não assistiu ao filme)

E é bom…

Ver o post original 2.345 mais palavras

Os deuses nórdicos. Segunda parte: Friga, Heimdall, Tyr e Hel

Antes do post, duas novas enquetes envolvendo Heimdall:

Friga, a esposa de Odin.

Na Mitologia nórdica, era conhecida como a mais formosa entre as deusas, a primeira esposa de Odin, rainha do Æsir e deusas do céu. Deusa do clã do Ásynjur, é uma deusa da união, do matrimônio, da fertilidade, do amor, da gerência da casa e das artes domésticas. Suas funções preliminares nas histórias mitológicas dos nórdicos são como a esposa e a mãe, mas estas não são somente suas funções. Tem o poder da profecia embora não diga o que conhece, e seja única, à excepção de Odin, a quem é permitido se sentar em seu elevado trono Hlidskialf e olhar para fora sobre o universo.

Entrevista com Friga, a deusa do casamento, do amor conjugal  e familiar.

Repórter:

– Friga, o que é o casamento para Vossa Divindade: uma instituição ou um contrato?

O casamento – disse majestosamente a entrevistada – é uma instituição. No casamento há uma convergência de vontades, o que não ocorre no contrato, cujas vontades são colidentes – continuou educativa. O casamento é um estado; uma entidade disciplinada por rigorosas leis e regras que não podem ser alteradas pela vontade dos consortes. É instituição porque decorre da comunicação, tendo em vista que os frutos da união são compartidos, e perene porque feito para durar. Seria um idílio pensar o contrário. Não é contrato, pois o contrato é uma trégua na batalha dos direitos individuais e é “feito” para ser “desfeito”. A finalidade do casamento é nobre, sendo o matrimônio o pilar da sociedade – arrematou orgulhosa e convicta.

Repórter:

– Mas e a teoria eclética, que une o elemento volitivo ao institucional? Ela não concilia as duas teorias?

Friga:

– Aquela teoria que considera o casamento um ato complexo?

Repórter:

– Sim!

Friga:

– Concomitantemente contrato na formação e instituição no conteúdo?

Repórter:

– Isso!

Friga:

– Não.

Repórter:

– Mas sem a vontade, um elemento do negócio jurídico, não há casamento, não há instituição.

Friga, contrariada e impaciente:

– A simples vontade não tem o condão de constituir o casamento; imprescindível a solenidade que o cerca e uma autoridade eclesiástica. As normas que regulam o casamento são imperativas; não cabe aos nubentes alterá-las. Nesse diapasão, impossível o casamento aberto, por pura incompatibilidade lógica.  Na sua essência o matrimônio é fechado. Não admito poliandria nem poligamia. E de qualquer forma, o casamento só é dissolvido pelos meios legais e não pela simples vontade das partes. A situação jurídica casamento impõe a observância de todo um regime de leis e regras inderrogáveis pela mera vontade das partes.

Repórter, sorrindo e tentando alongar a entrevista:

– E quanto às regras patrimoniais do casamento? Elas têm nítido caráter contratual.

– Os fins do casamento – disse a deusa de forma serena – são a instituição da família, a procriação, quando possível, o apaziguamento da concupiscência, a prestação de auxílio mútuo, tanto afetivo, ou espiritual, como patrimonial, a educação da prole e a mais plena união entre homem e mulher. O regime de bens é secundário, pois patrimônio é disponível, amor não é disponível.

– Diga isso para as marias-chuteiras… – murmurou o repórter.

– Hã!

– Desculpe-me – disse constrangido o profissional.

– Última pergunta – mudou rapidamente de assunto. – Deusa Friga o que vossa divindade tem a dizer sobre o casamento gay? – sorriu.

Friga:

– ¬¬

Repórter:

– Então é isso telespectadores. Até a próxima! – e o entrevistador saiu de fininho.

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Texto baseado em MHD.

Heimdall

Na Mitologia Nórdica, Heimdall, Heimdallr ou Heimedal era o vigia e guardião da “Bifrost”, ponte do arco-íris (a ponte que conduzia a Asgard) e dos deuses. Filho de Odin e de nove gigantas, Heimdall é o deus guardião de Asgard. Dotado por uma visão precisa, um ouvido apurado e a capacidade de ficar sem dormir vários dias. Para que Heimdall pudesse detectar a aproximação de qualquer inimigo de longe, os deuses lhe deram sentidos agudíssimos, tão agudos que dizem, ser capaz de ouvir as plantas crescendo nas colinas e a lã crescer no lombo das ovelhas. Era seu dever avisar quando os inimigos dos deuses atacassem soprando a corneta Giallarhorn, que podia ser ouvida em todo o mundo. É o deus das estratégias, possuía um olhar mais aguçado do que o de um falcão e uma visão noturna melhor do que a da coruja, além de uma espada reluzente. Além de fisicamente bonito, Heimdall também era famoso por ser um deus delicado, inocente e indulgente. Era representado portando uma armadura branca, tornando-se conhecido como o deus brilhante ou da luz. Tinha dentes de ouro e um cavalo com crinas de ouro chamado Gulltop. Estava destinado a defrontar e matar Loki na batalha de Ragnarok, morrendo depois por causa dos seus graves ferimentos.

Tyr

Na mitologia nórdica, Týr ou Ziu ou ainda “Tyrr” é o deus Æsir do combate, do céu, da luz, dos juramentos e por isso patrono da justiça, precursor de Odin. Ao tempo dos vikings, Týr abriu caminho para Odin, que se tornou ele próprio o deus da Guerra; filho do gigante do mar do inverno Hymir, passou a ser considerado filho de Odin, devido a sua coragem e heroísmo em batalha, representado por um homem sem a mão direita.

Na mitologia grego-romana, seria o equivalente a Marte (deidade ou anjo protetor, dos soldados e dos que se envolviam no Estado de guerra).

Ele perdeu a mão direita ao colocá-la na boca do deus-lobo Fenrir, o que permitiu que os deuses prendessem Fenrir.

Seu símbolo é a lança, na mitologia nórdica tanto uma arma como um símbolo de justiça. É também identificado com Tîwaz

Hel

Peça desculpas a Hel aqui.

Help Hel here.

Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preocupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrivel em decomposição.

Nos mitos nórdicos-germânicos, Hel era a Rainha dos Mortos e governante do Reino do Submundo, Niflheim.
Hel era filha de Loki (gigante do fogo, adotado por Odin e considerado para todos os efeitos um deus) e da Gigante Angrboda (mensageira da dor). Seu nome originou a palavra inglesa inferno e tinha uma aparência aterrorizante, com metade do corpo saudável e metade em decomposição, corroída pelas doenças (Ex.: Lepra). Hel é irmã de Jörmungandr, a serpente de Midgard, que é tão grande que seus anéis rodeiam a terra e do lobo Fenris, tão imenso, que quando abre a boca, o maxilar inferior toca a terra e o superior roça as estrelas.
Todo aquele que morresse de doença ou de velhice era conduzido até Hel, que reinava no sombrio subterrâneo, embaixo de uma das três raízes da árvore do mundo (Yggdrasil). Aí tinha por palácio, a Miséria ( Elend ), onde se encontra o salão Eljudner, preparador dos tormentos; por leito a doença ( Keur ); por mesa, a fome ( Hongur ) e, por faca, a sede ( Sultur ). O solado da porta por onde entravam os espíritos, era denominado de “Obstáculo”, e as cortinas de seu salão de “Fardos Resplandecentes”. A Deusa possuía também um cão monstruoso e ensangüentado, chamado de Garm, que guardava a entrada do reino dos Mortos, região dos gelos, das brumas e das trevas.

Moisés, Jesus e Deus

Moisés, Jesus e um velhinho jogavam golfe.
Moisés colocou a bola no pino e deu a primeira tacada; a bola
caiu num lago.
Moisés chegou à beira do lago e, levantando o taco, as águas se
abriram.
Ele entrou, deu a segunda tacada e a bola foi diretamente para
o buraco.
Na vez de Jesus jogar, a bola também foi parar no lago, mas caiu
sobre a folha de uma vitória-régia.
Então, Jesus caminhou sobre as águas, foi até a planta e deu a
segunda tacada, mandando a bola para o buraco.
Aí foi a vez do velhinho.
Ele, todo trêmulo, preparou-se para dar a tacada inicial.
A bola voou para fora do clube e começou a cair na direção de um
riacho.
Nesse instante, um sapo a engoliu.
Pouco depois, uma cobra engoliu o sapo e foi agarrada por um
gavião; a ave apertou demais a cobra que regurgitou o sapo ao
sobrevoar o campo de golfe; ao cair, o sapo bateu com o peito no
chão e cuspiu a bola diretamente para o buraco.
Ao acompanhar toda aquela cena, Moisés olha para Jesus e diz:
– Cara, é muito chato jogar golfe com o teu Pai…

“Quando as coisas não acontecem do jeito que a gente quer,

é porque vão acontecer melhor do que a gente pensa”.
Uma enquetizinha, só para distrair:
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Fairy, fadas, fairies, fadas, Fee, фея, νεράιδα, fée, hada, fata, 요정, 仙女, தேவதை, 妖精

Pretendo escrever algo em breve.

Ajude as fadas aqui.

Help the fairies here.

Eu prefiro a fada do mal, abaixo. E vc?

Esta aqui é bonita e perigosa.

A estatueta de fada abaixo eu tenho aqui em casa, só que ela é azulada. É a querida zula.

As duas próximas estatuas de fadas salamandras eu também tenho aqui em casa.